,,,,,,,,,,Suas andanças intermináveis o levaram a Thalandril, capital de Iruthil, reino dos meio-elfos. Assim como a maioria de seus compatriotas você têm sangue de humanos e elfos correndo em suas veias, o que o torna mais ágil, inteligente e propenso à utilização de mágica que os humanos, mas invariavelmente mortal como eles.
Órfão desde criança você foi criado pelos Irmãos do Aço, um grupo de guerreiros de moderado renome, até sua maioridade. De uns tempos para cá você tem cada vez mais flertado com a vida de aventuras, pois o Reino é extenso e há maravilhas, aprendizados e riquezas à espera daqueles com coragem e vontade.
[[Entrar na Taverna|Taverna]]A fim de descansar as pernas e molhar a garganta você entra na taverna O Pônei Manco, que está longe de ser uma das melhores ou piores da região, ao passar pela porta a música alegre e o cheiro apetitoso lhe envolvem de imediato "Talvez um pouco do assado" você pensa, com a aprovação de seu estômago.
Os móveis parecem antigos, porém cuidadosamente preservados, a taverna parece estar aí a gerações. A energia do local confirma as evidências visuais, essa taverna, apesar de imóvel e inanimada, também parece já ter passado por seu punhado de aventuras.
Após pedir uma caneca de cerveja clara e uma porção de assado dourada alguém chama sua atenção em uma mesa menos iluminada ao canto do local. Uma figura encapuzada, de aura misteriosa, aparenta demonstrar interesse por você, uma rápida troca de olhares o faz mergulhar em memórias distantes, memórias esquecidas, [[memórias apagadas...|Memoria 1]]Você está em uma plantação de trigo, o sol suave do início da manhã bate em seu rosto, a época da colheita se aproxima e com ela uma última análise. Você sempre esteve presente de uma forma ou outra aprendendo o trabalho de seu pai, mas agora, com 8 anos, já deve começar a discernir uma planta saudável de uma doente. As lições são sérias, pois esse é um assunto sério, mas entre uma planta doente e outra existe tempo para risadas e brincadeiras.
Quando o sol está mais alto e a fome começa a bater ambos retornam ao lar, uma das vantagens de ser um fazendeiro do nordeste de Iruthil reside em uma mesa farta, vantagem que sua mãe sabe tirar o melhor proveito, como uma verdadeira alquimista a proporção, combinação e execução dos processos culinários sempre trouxeram água à sua boca e curiosidade à sua mente. Infelizmente neste dia [[você não provaria sua comida.|Memoria 2]]A fumaça subia em abundância na direção da vila, seus pais trocaram algumas palavras, perdidas no tempo, ele passou a mão na sua cabeça, selou seu cavalo e rumou norte em direção à vila com o intuito de ajudar no combate às chamas. A apreensão veio, mas não foi embora, a fumaça ganhava volume, sua mãe o puxa para junto a si, uma lágrima escorre pelo lado direito de seu rosto, seus olhos estão brancos, ela lhe dá um sorriso triste.
Seus olhos voltam ao normal, agora ela tem pressa, uma mala antiga e surrada, poucas roupas, carne, queijo, umas tantas moedas e um anel de madeira. Quem a visse pensaria que hordas bárbaras se aproximavam, sua urgência era sufocante, porém fria, guiada, precisa. Ela agarra a mala na mão esquerda, sua mão com a direita e segue para o sul, para longe da vila, para longe de seu pai. Atônito, você a acompanha, mas logo seus pés não resistem à rápida caminhada, ao primeiro sinal de queda ela o pega no colo, [[a marcha continua...|Memoria 3]]Horas depois vocês alcançam a estrada do sul, uma caravana se aproxima, se afastando da vila, sua mãe faz sinais, os animais param, outra troca de palavras, ela arranca seu pingente de prata, oferece ao líder da caravana, ele te encara. Existe bondade em seus olhos, mas também tristeza, com um aceno ele olha novamente para sua mãe, diz mais algumas palavras e logo em seguida você sente mãos erguendo-o em direção à carruagem da frente.
Sua mãe lhe olha uma última vez, lágrimas são vertidas copiosamente, ela dá as costas e segue a estrada em direção à vila. Você se debate, chora, tenta ir atrás dela, mas certamente não consegue igualar a força das mãos adultas que o impedem de maneira gentil, porém firme. Você sabe onde essa estrada vai, para a guilda, para sua nova família. Em todos os seus anos como Irmão do Aço essas memórias nunca emergiram, você não se lembrava de seus pais, tão pouco de sua antiga vida e a situação em que [[foram separados.|Figura]]Quando seus pensamentos voltam ao presente a figura faz um breve aceno com a cabeça, convidando-o à sua mesa solitária. Algo lhe diz que a figura pode ser a chave para entender esse episódio de sua vida. Você:
[[Busca esclarecimentos|Esclarecimentos]]
ou
[[Deixa o passado para trás|Somente Passado]]Com as memórias despertas você sabe que não terá paz enquanto não aprender mais sobre esse incidente, os ventos da aventura urram em sua mente, sua mãe viu algo, você sabe disso. Ao sentar-se de frente à figura percebe pela primeira vez olhos incandescentes em meio a feições indistintas. Algum tipo de ilusão, provavelmente, você também já quis permanecer anônimo em certas situações e enquanto não houver indício de algum mal, a lei não condena tal anonimato.
“Meu jovem, vejo angústia em seu semblante. Sei que minha presença perturba a calmaria, mas não pretendo me desculpar por isso. No lugar de desculpas vazias lhe ofereço a oportunidade de maiores perturbações e, talvez, algum conforto ao final. Há uma torre, ao norte-noroeste daqui, com sua mente desperta você não deve ter dificuldade em encontrá-la, haverá perigos mas em seu topo estará sua recompensa, o que me diz?”
[[Aceitar|Oferenda]]
[[Recusar]]“O passado está no passado”, você murmura para si.
Você não entrou nesta taverna em busca de memórias, reais ou falsas, entrou em busca de cerveja. Quando sua refeição chega está melhor que suas altas expectativas, ao terminá-la você se lembra da misteriosa figura no canto, porém quando olha não a vê “Apenas minha imaginação”, pensa, com ela se foram as recordações de sua infância, você tem uma família e ela sua e sangra com você, hoje sua noite é de folga, seu amanhã é de luta.
GAME OVER“Eu aceito, meu caro”
“Ótimo. Eu posso ajudá-lo em sua busca, apenas peço uma oferenda, minha ajuda será proporcional ao quanto isso vale para você”
O Que você pretende oferecer à figura?
[[Todo o seu ouro|Ouro]]
[[Um favor futuro|Favor]]
[[Suas memórias do passado|Sem Passado]]
[[Uma cerveja|Cerveja]]
[[Nada]]A figura obviamente não desperta confiança, são amplos os relatos de aventureiros ingênuos acreditando na primeira figura suspeita que aparece na frente e acabando frios e sem vida em algum beco, vala ou cripta aleatória. Os Irmãos do Aço te ensinaram melhor que isso, você dá um sorriso, balança negativamente a cabeça e pede licença.
Ao retornar para sua mesa o seu pedido chega, sua noite é de fartura e alegria, as memórias novamente esquecidas, a figura se foi, provavelmente procurando uma nova vítima.
GAME OVER(set: $nomoney to true)Você separa uma moeda de prata para pagar a taverna, desamarra a algibeira e joga-a para a figura.
“Minhas economias, você estará lucrando em um dia meses de meu trabalho”
A figura parece satisfeita com sua oferenda. Ela coloca a algibeira dentro de suas vestes e começa a lhe explicar o melhor caminho ao seu destino, incluindo localização exata, perigos do caminho e uma passagem secreta, que pode ser acessada na lateral da torre por quem diga algumas palavras mágicas simples. Você memoriza tudo, se despede, come sua refeição e parte às pressas, os ventos da aventura soprando fortes em sua alma.
[[Começar a aventura]](set: $debt to true)“Não acredito que minhas posses atuais sejam equiparáveis ao quanto isso significa para mim. Porém estou disposto a ajudá-lo em uma situação futura em troca de ajuda agora”
A figura parece satisfeita com sua oferenda e começa a lhe explicar o melhor caminho ao seu destino, incluindo localização exata, perigos do caminho e uma passagem secreta, que pode ser acessada na lateral da torre por quem diga algumas palavras mágicas simples. Você memoriza tudo, se despede, come sua refeição e parte às pressas, os ventos da aventura soprando fortes em sua alma.
[[Começar a aventura]]“Essas memórias só me trouxeram angústia e dor, estou disposto a oferecê-las”
A figura acena e realiza alguns gestos breves e complexos com as mãos, ao seu término as memórias se foram e com elas qualquer vontade ou motivação para prosseguir com a aventura. Você acena de volta para a figura, agradece pelo seu tempo e volta para a sua mesa sentindo-se em paz. O restante da noite é agradável, com comida e bebida em fartura. Eventualmente esse episódio se torna apenas uma noite de descanso qualquer.
GAME OVER“Não detenho grandes posses e acredito que qualquer uma delas pareceria um insulto, no entanto seria extremamente descortês da minha parte não lhe pagar ao menos uma cerveja”
Você chama a atendente e pede uma cerveja para a figura, que esboça uma pequena risada.
“Realmente” diz a figura “É muito saudável não começar uma jornada sendo um bruto que leva tudo a ferro e fogo. Até mesmo um pequeno atrativo, com a execução certa, pode se mostrar suficientemente adequado”
Notando a deixa para se retirar você agradece e faz um aceno com a cabeça, de volta a sua mesa come sua refeição e parte às pressas, os ventos da aventura soprando fortes em sua alma.
[[Começar a aventura|Caminho tortuoso]]“Não detenho grandes posses e acredito que qualquer uma delas pareceria um insulto”
A figura parece contemplativa por um momento, por fim lhe deseja boa sorte.
Notando a deixa para se retirar você agradece e faz um aceno com a cabeça, de volta a sua mesa come sua refeição e parte às pressas, os ventos da aventura fortes em sua alma.
[[Começar a aventura|Caminho tortuoso]]O caminho indicado é tão suave quanto um portal mágico. Água em abundância, boas estradas e nenhum perigo, ou ao menos nenhum interessado em você. Ao raiar do segundo dia você chega à torre, cerca de 30 metros, no coração da floresta. A trilha percorrida, como indicado, leva à parte de trás, algo confuso sem as palavras mágicas frescas em sua memória.
Após certa concentração para se ligar às forças arcanas você recita as palavras de forma pausada e em bom tom, tentando convencer ao universo e a si mesmo que seja suficientemente versado no que está fazendo. Ao recitar a última palavra do feitiço uma pequena passagem se abre na parede de pedras esverdeadas, o suficiente para acessar escadas em espiral.
[[Subir escadas|Escadas secretas]]Norte-noroeste, ele disse, sem dificuldades, ele disse… A montanha dos anões também fica a norte-noroeste, só existem 400 quilômetros de terras bárbaras no caminho… Já se passaram 5 dias de viagem e o mais próximo de uma torre no caminho foram os cupinzais. Não que qualquer um em sã consciência optaria por essa estrada, mas se afastar da direção sem maiores informações é um pedido para passar seu destino.
Como se lendo sua mente os deuses mandam algo para quebrar seu tédio e talvez alguns ossos. Ao atravessar uma ponte alta, provavelmente da época que alguém utilizava essa estrada, um troll sai da vegetação próxima, correndo em sua direção com uma fúria assassina que não parece dar espaço ao diálogo. São ao menos 3 metros de músculos se aproximando, você:
[[Enfrenta o monstro|Luta troll]]
Ou
[[Foge|Fuga troll]]Você sobe o que parecem ser diversos andares pela escada secreta, ao final encontra uma alavanca afixada à parede. Você puxa a alavanca e uma passagem secreta se abre, ao passar por ela volta a fechar, impedindo-o de retornar. Você se encontra em um corredor, com cerca de um metro de largura e aproximadamente três de altura, as mesmas pedras esverdeadas pelo tempo constituem a parede, teto e chão do local.
À sua esquerda, ao fim do corredor e para trás, há uma pesada porta de madeira com um ferrolho na posição aberta, uma luz azul ciano bruxuleante ilumina o canto do corredor por baixo da porta. À sua direita, no outro extremo do corredor e para frente, há apenas o arco onde o batente deveria estar, uma forte luz vermelha invade o corredor até além da metade, vinda da sala do arco. O corredor tem praticamente o diâmetro da torre. Qual caminho você escolhe?
[[A esquerda, com sua luz ciano|Decisão undead]]
[[A direita, com sua luz vermelha|Elemental]]Em uma rápida análise da situação, você percebe que demoraria mais para chegar ao outro lado da ponte que o troll, o que significaria ser pego de costas. O monstro deve ser combatido se você pretende sair com vida, você decide…
[[Utilizar seus conhecimentos com espada e escudo para derrotar o monstro|Morto troll]]
[[Largar seu escudo e acender uma tocha, adotando um estilo mais ágil|Fogo troll]]
[[Atrair o monstro para fora da ponte|Queda troll]]Você corajosamente bate em retirada, rezando para ao menos 5 deuses que suas pernas sejam velozes o suficiente. Elas não são. As pernas longas e os pés calejados do troll garantem que ele o alcance em poucas passadas. Sua clava bloqueia o sol quando erguida e um golpe em sua nuca garante que a luz não seja mais vista.
GAME OVERVocê já fez isso milhares de vezes. Bloqueio, contra-ataque, bloqueio, contra-ataque, apenas o básico, com alguns golpes o monstro começa a sangrar, após perder muito sangue ele cai, um golpe de misericórdia e temos uma bela estória pra contar na taverna. Você só esqueceu de combinar com o troll…
Você sabia que o monstro era mais forte, mas isso é ridículo, as tiras de aço do seu escudo gritam quando a clava as atinge, lascas de madeira densa voam em todas as direções, uma delas errando por pouco seu olho esquerdo, seu braço parece anestesiado, mas ainda resta algum escudo nele. Essa é sua oportunidade, aproveitando a posição do monstro você perfura a lateral de seu pescoço, o sangue arroxeado flui em abundância. Sim! Mais duas ou três dessas, talvez mais ao centro, aproveitando a falta de velocidade dele.
Você ergue novamente seu escudo, o troll a sua clava, o golpe vem, mas o monstro não parece enfraquecido pelo ferimento. Com um golpe massivo o seu braço esquerdo é arrancado por completo na altura do ombro, sua visão começa a ficar turva, seu braço direito não responde. O monstro pisa em sua barriga, levando-o ao chão, antes da clava descer sobre sua cabeça, você consegue notar o ferimento em seu pescoço se fechando, não havia chance alguma…
GAME OVER(set:$dano to it +1)Você se lembra de uma estória de taverna sobre a regeneração dos trolls, algo sobre o fogo ser a melhor aposta para neutralizá-la. Na estória o troll havia matado um paladino muito mais forte, utilizando armadura e escudo muito mais resistentes que os seus. “Se há alguma chance o monstro não pode me acertar com essa clava”, você pensa.
O monstro ergue sua clava, você se mantém calmo e imóvel até o último momento, um curto salto para a direita garante que o golpe acerte apenas a ponte, que protesta lançando diversas lascas de madeira ao ar. Um corte com a espada, na altura do joelho, seguido de uma estocada com a tocha arrancam um urro de dor, garantindo que o monstro permaneça abaixado. O troll balança sua clava em um grande movimento horizontal, sem o peso de seu escudo você consegue saltar por cima dela, atingindo-o novamente no processo.
Mais cinco golpes, seguindo o mesmo processo, levam o monstro cada vez mais em direção ao chão. Infelizmente esse estilo de luta é extremamente cansativo, logo seus movimentos começam a ficar mais lentos e o troll, agora semi-moribundo, consegue chutá-lo em direção à grade da ponte. O impacto é grande, você conta ao menos 2 costelas quebradas e sabe-se lá quantos hematomas. O troll já se encontra impossibilitado de persegui-lo, enfrentá-lo cansado e com duas costelas quebradas é suicídio. Você pega seu escudo e vai embora, na esperança de que o troll morra pelos seus ferimentos.
[[Prosseguir viagem|Guardas da torre]](set: $corda to true)Você corre para a lateral da ponte enquanto tateia sua mochila, o troll se aproximando a cada momento. Suas mãos encontram o que buscava, sua fiel corda, em poucos e ágeis movimentos você faz dois laços, nem um momento cedo demais chega a hora de executar seu plano, ele é arriscado mas não mais que enfrentar um troll em um combate corpo a corpo.
Jogando o primeiro laço da corda em um dos pilares da ponte enquanto agarrando-a firmemente você dá um salto de fé, são 40 metros até o estreito riacho rochoso. O vento avisa seus cabelos que a clava do troll passa desconfortavelmente perto. A posição exata! Você gira a corda e lança o segundo laço em direção ao pescoço do troll.
Utilizando toda a força de seu balanço pendular você puxa o monstro pela lateral do pescoço em direção ao abismo, aproveitando a posição de desequilíbrio após o golpe. Funciona. Com uma breve arfada o monstro perde o resto de seu equilíbrio e mergulha em queda livre, você agarra a estrutura inferior da ponte e solta a corda a tempo de ver o troll passando, doze metros depois a corda tenciona e dois estalos altos podem ser ouvidos, o de cima, vindo da ponte, e o de baixo, vindo do pescoço do troll.
Ao final de sua escalada para a superfície da ponte você vê um dos pilares cedendo e caindo com o troll, como se o estivesse levando para um passeio. Não há tempo para ver o estrago, a ponte já tem uma idade considerável e você não deseja estar aí para descobrir se aquele pilar fará falta para mantê-la de pé.
[[Prosseguir viagem|Guardas da torre]]Poucas horas depois você encontra a torre, 30 metros de pedras ancestrais, no coração da floresta. Se soubesse que a torre ficava no centro desta floresta poderia ter poupado ao menos dois dias de viagem, mas não adianta lamentar, seu objetivo está à sua frente e a sensação de alívio supera em muito a de pesar.
Ao procurar uma entrada, dando a volta na torre, você encontra dois guardas posicionados à frente de três portas. Ambos os guardas utilizam armaduras similares, mas a semelhança entre eles termina aí. O da direita é bastante alto e magro, com uma expressão séria e olhos serenos, o da esquerda é bastante baixo e gordo, com uma expressão alegre e olhos sorridentes. A porta da esquerda é de madeira vermelha, a do centro é de madeira amarelada e a da direita é de metal azulado.
Estranhamente os guardas não parecem estar aí para impedir qualquer um de entrar, sua linguagem corporal não é de luta. Apesar deles seguirem-no com os olhos você tem a sensação que eles não tentariam impedi-lo de entrar. Você:
[[Começa uma conversa com os guardas|Guardas conversa]]
[[Entra pela porta vermelha|Porta vermelha]]
[[Entra pela porta amarela|Porta amarela]]
[[Entra pela porta azul|Porta azul]]Ao aproximar-se dos guardas e abrir a boca para saudá-los ambos lhe entregam um pergaminho. Confuso pela situação, você decide abrir para ver do se trata. Quando o desenrola e começa a lê-lo você ouve seu conteúdo em sua mente:
“Saudações, viajante, estamos aqui para responder suas perguntas e auxiliá-lo em sua escolha. Você pode fazer 5 perguntas, mas deve escolher um dos guardas para respondê-la. Não concordamos muito sobre as respostas e nem sobre como respondê-las, mas cabe a você discernir a verdade que mais lhe agrada”
[[Fazer as 5 perguntas|Guardas perguntas]]
[[Ignorar os guardas e entrar pela porta vermelha|Porta vermelha]]
[[Ignorar os guardas e entrar pela porta amarela|Porta amarela]]
[[Ignorar os guardas e entrar pela porta azul|Porta azul]]Você entra pela porta vermelha, na esperança de ter feito a escolha correta. O corredor de pedras é escuro, mas sua tocha resolve parte do problema. O teto fica a cerca de 2 metros do chão, quem construiu essa torre certamente não era um anão. O corredor também não chega a medir um metro de largura, tornando a experiência um tanto quanto claustrofóbica.
Após alguns momentos seguindo em curva o corredor acaba à direita como uma entrada a um salão semi-circular. Encostado na parede se encontra sentado um kobold, seu pelo é escuro, difícil de distinguir entre marrom e preto a essa distância sob a luz de uma única tocha, porém considerando os pelos brancos aleatoriamente espalhados você tem certeza que ele já possui uma idade bastante avançada.
Ao se aproximar o kobold levanta sua cabeça, suas feições canídeas ficam mais evidentes, mas pelo formato de seu focinho fica claro que ele não possui mais seus dentes caninos. Além disso seus olhos são completamente brancos, ele provavelmente é cego, reduzindo ainda mais a já pífia ameaça que ele poderia representar. Ao perceber que ele não é uma ameaça você se permite olhar com mais atenção para o resto do cômodo, notando uma escada para o segundo andar. Você:
[[Conversa com o kobold]]
Ou
[[Ignora o kobold e sobe para o segundo andar|Segundo andar]]
Ou
[[Mata o kobold por via das dúvidas|Morte kobold]]Você entra pela porta amarela, na esperança de ter feito a escolha correta. O corredor de pedras é escuro e você prepara sua tocha para remediar esse problema. Ao acendê-la você nota algo errado, a parede está oleosa dem…
O fogo se espalha pelas paredes, e teto do corredor, ambos próximos demais. Instintivamente você se vira, na intenção de sair desse inferno, mas nota que a porta está emitindo chamas verdes e densas, de forma encaracolada… Madeira de bruxa, não é à toa a cor amarelada, você só não esperava vê-la tão longe de Chikae.
De qualquer forma esse não é um caminho, a madeira de bruxa é fortalecida pelo fogo e as chamas podem durar dias, você não tem minutos com a temperatura aumentando e as chamas das paredes lambendo seus cotovelos. Adiante, é sua única chance.
Você corre pelo corredor em chamas por alguns metros, faz uma curva brusca à esquerda e se depara com um beco sem saída. Não, deve haver uma saída, pense, pense… O calor está ficando insuportável, você sente sua consciência fugindo e se esforça para trazê-la de volta, mas quanto mais o tempo passa mais difícil fica. Você nota sua mochila começando a pegar fogo, a retira e arremessa para o canto, a jornada de volta acaba de ficar mais difícil. Indo de um lado para outro do corredor, conferindo cada junção no piso, cada detalhe, o calor… Sua consciência foge novamente, e não volta…
GAME OVERVocê entra pela porta azul na esperança de ter feito a escolha correta. O corredor de pedras é escuro, mas sua tocha resolve parte do problema. O teto fica a cerca de 2 metros do chão, quem construiu essa torre certamente não era um anão. O corredor também não chega a medir um metro de largura, tornando a experiência um tanto quanto claustrofóbica.
Após alguns momentos seguindo em curva o corredor acaba à esquerda como uma entrada a um salão semi-circular. O salão aparenta estar vazio, você entra cuidadosamente e vê escadas para o segundo andar. Repentinamente ouve o distinto som de enormes quelíceras agitadas ao seu flanco esquerdo. Com um rápido movimento você dá uma cambalhota para a frente e evita a investida em salto de uma aranha gigante, com cerca de 2 metros de diâmetro, de pelos marrons e faixas de um verde vivo.
O monstro gira rapidamente após sua investida fracassada e começa a encará-lo, patas dianteiras erguidas e suas quelíceras balançando agitadas, como se antecipando o sangue que pretende ingerir. Você:
[[Joga a tocha para longe e sobe as escadas furtivamente|Aranha tocha]]
[[Ignora o monstro e sobe as escadas correndo|Aranha escada]]
[[Entra em postura defensiva com seu escudo|Aranha defensivo]]
[[Avança contra o monstro agressivamente|Aranha agressivo]](if:$perguntas>=1)[Você ouve em sua mente:
“Você possui $perguntas perguntas. O que gostaria de perguntar?”
Perguntar se alguma porta é segura
[[Gordo|Se segura gordo]] [[Magro|Se segura magro]]
Perguntar qual porta é mais segura
[[Gordo|Segura gordo]] [[Magro|Segura magro]]
Perguntar se alguma das portas é uma armadilha
[[Gordo|Se armadilha gordo]] [[Magro|Se armadilha magro]]
Perguntar qual das portas é uma armadilha
[[Gordo|Armadilha gordo]] [[Magro|Armadilha magro]]
Perguntar se algum deles é mentiroso
[[Gordo|Se mentiroso gordo]] [[Magro|Se mentiroso magro]]
Perguntar qual deles é mentiroso
[[Gordo|Mentiroso gordo]] [[Magro|Mentiroso magro]]
Perguntar se a torre possui outra entrada
[[Gordo|Secreta gordo]] [[Magro|Secreta magro]]
Perguntar onde está a outra entrada
[[Gordo|Aonde secreta gordo]] [[Magro|Aonde secreta magro]]
Perguntar como acessar outra entrada
[[Gordo|Como acessar gordo]] [[Magro|Como acessar magro]]
Perguntar se o magro é gordo
[[Gordo|Magro gordo gordo]] [[Magro|Magro gordo magro]]
Perguntar se o gordo é magro
[[Gordo|Gordo magro gordo]] [[Magro|Gordo magro magro]]
](else:)[Você não possui mais perguntas restantes, a situação é estável demais para arriscar perguntando além do indicado pelo pergaminho, sabe-se lá quais magias possam estar esperando esse gatilho ou se o humor dos guardas não mudará de cooperativo para assassino. Você não passou cinco dias na estrada nem enfrentou um troll para voltar agora, é hora de escolher:
[[Entrar pela porta vermelha|Porta vermelha]]
[[Entrar pela porta amarela|Porta amarela]]
[[Entrar pela porta azul|Porta azul]]
](set: $perguntas to it -1)“Nenhuma das portas é segura, todas levariam à sua morte”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Sim”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“A porta mais segura certamente é a amarela”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)O guarda fica em silêncio
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Nenhuma das portas é uma armadilha, apenas caminhos diferentes para o seu destino”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Sim”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Tanto a porta vermelha quanto a azul são armadilhas mortais, especialmente a vermelha”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)O guarda fica em silêncio
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Nenhum de nós pode mentir, somos obrigados a dizer apenas verdades”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Sim”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Eu odeio dizer, mas o magro é mentiroso”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)O guarda fica em silêncio
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Nenhuma, apenas as três portas que você vê”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Sim”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“A porta secreta fica à direita da porta azul”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)O guarda fica em silêncio
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Quando as três luas estiverem cheias uma cabra deve ser sacrificada em nome de Aaron. Você deve banhar-se em seu sangue durante a madrugada e correr em direção à porta verde invisível. Se o seu coração for puro a porta se abrirá e você avançará diretamente para o topo da torre”
Como as três luas ainda devem demorar cerca de 80 dias para estarem todas cheias, você decide que esta é uma opção inviável.
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)O guarda fica em silêncio
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Jamais vi alguém mais gordo, tudo que você vê é uma ilusão”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Não”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“É impossível ser mais magro do que eu, tudo que você vê é uma ilusão”
[[Retornar|Guardas perguntas]](set: $perguntas to it -1)“Não”
[[Retornar|Guardas perguntas]]“Que mal pode haver em conversar com essa criaturinha?”, você pensa. Ao se aproximar um pouco mais dele diz “Olá, pequenino, o que faz aqui?”. O kobold ergue a cabeça e emite alguns sons praticamente inaudíveis, nenhum deles aparenta ser na língua comum. Ele ergue mais a cabeça em sua direção como se esperando uma resposta.
[[“Eu não consigo entendê-lo, pequenino.”|Kobold entender]]
[[“Sim, sim, exatamente!"|Kobold sim sim]]
[[Dar alguma comida e água ao kobold|Kobold comida]]
[[Matar o kobold|Morte kobold]]
[[Ignorar o kobold e subir para o segundo andar|Segundo andar]]'(if: $koboldraivoso is true)[O kobold grita de maneira rouca enquanto você se afasta e sobe, mas não tem forças para segui-lo. Sua voz fica cada vez mais fraca até se tornar inaudível à distância...
]Ao subir as escadas para o segundo andar você avista uma grande porta dupla de madeira arroxeada, 3 metros, do chão ao teto, que felizmente é mais alto do que no andar de baixo. A largura também é maior, entre a parede e a porta deve haver cerca de dois metros, aproximadamente a largura da porta. No centro desse quadrado há um símbolo, você não sabe lê-lo, mas sabe que é arcano.
De frente para as escadas que você utilizou para subir, além do símbolo no chão, existe uma escada para baixo, ao se aproximar do centro do quadrado, ela some, assim como o caminho pelo qual você veio. Você não sabe se é alguma magia de ilusão, controle da percepção ou transformação, mas sabe que seu destino não está para baixo e sim para cima.
A porta não parece ter nenhum tipo de armadilha, ao menos nenhuma que você consiga detectar. Vagarosamente você abre um lado da porta, tomando cuidado para não fazer mais barulho que o estritamente necessário. Para sua surpresa o interior da sala é iluminado, não só isso como bem iluminado, porém você não vê tochas, lareiras, velas ou fogueiras… Luz mágica, ao entrar na sala você sente a mana lhe envolvendo, revigorando seu espírito, lhe dando energia.
A iluminação parece vir diretamente da manifestação visual dessa mana, dando um tom levemente arroxeado ao ambiente, indicando que a área está saturada. Fosse você um grande mago, essa sala seria um paraíso na terra, encurtando rituais, energizando magias, conectando-o ao arcano… Você pode estar longe de chegar a esse nível de domínio mas sabe que seu espírito consegue aguentar ao menos uma carga dessa dádiva, talvez lhe aproximar um passo do arcano.
Pelas dimensões a sala parece tomar o andar todo, com um altar circular de três metros de diâmetro ao centro e 18 pequenas estantes curvas, dispostas de forma circular em três fileiras, repletas de tomos arcanos de diversas escolas de magia. Pelo lado oposto ao que você entrou se encontra outra porta, idêntica à entrada. Você:
[[Ignora essa sala e prossegue para o andar seguinte|Terceiro andar]]
[[Percorre os circulos de estantes, analisando os livros|Escolas magicas]]
[[Incendeia a biblioteca arcana|Incendio arcano]](set: $evil to it +2)Nessa situação o kobold não é um desafio digno sequer para uma criança. Você desfere um golpe rápido e preciso em seu coração, sua morte é quase instantânea, ele tem apenas tempo de verter uma única lágrima, que você não sabe distinguir se de tristeza ou felicidade, pelo lado direito do rosto. Você limpa sua espada e guarda-a. O kobold jaz encostado à parede, você:
[[Deixa-o em paz e sobe as escadas|Segundo andar]]
[[Pilha o corpo do kobold|Kobold pilhado]]“Talvez ela siga o calor ou a luminosidade”, você pensa ao arremessar a tocha para o outro canto da sala. Um dos oito olhos da aranha parece tremer levemente, como que acompanhando a tocha, com exceção disso ela está completamente imóvel, talvez confusa com a situação inusitada. Pé ante pé, suavemente, você desliza vagarosa e silenciosamente em direção à escada, tentando sincronizar sua respiração com o crepitar da tocha distante.
Você alcança o primeiro degrau, o segundo, vagarosamente, o chão parece uma extensão de seus pés, dada a ausência absoluta de sons durante seu avanço. Logo faltam apenas alguns poucos degraus, você já não vê mais a aranha, isso é bom, significa que ela não deve ter visão de sua cabeça. Quase lá, você já vê uma grande porta dupla à sua esquerda, toda em madeira, 3 metros até o… Algo em seus pés! Um enorme fio de teia, praticamente imperceptível, você se vira repentinamente em horror, usando toda sua força de vontade para conter o ar.
Tarde demais, o salto da aranha reduz repentinamente a distância, você tenta colocar a espada entre vocês, aproveitando a energia do ataque, em vão. A aranha tem mais força do que aparentava, e não era pouca, em um abraço suas 8 patas o imobilizam enquanto ela o derruba ao chão. Sem apoio ou membros disponíveis você bate a cabeça, algo meramente incômodo por conta do capacete, você se debate por um instante, procurando uma rota de fuga.
Ela inclina a cabeça para cima e para trás para rapidamente descer suas presas em seu pescoço. Você sente a sua jugular sendo perfurada, e um líquido gélido percorrendo suas veias. Você se debate sem sucesso enquanto a sensação gélida se transforma em queimação, como se seu coração estivesse bombeando ácido. Até que enfim, mais nada...
GAME OVER“Esse tipo de aranha depende do elemento surpresa, posso aproveitar seu intelecto reduzido para me afastar o suficiente”, você pensa. Você dá as costas para a aranha e corre em direção as escadas, subindo-a quatro degraus por vez. Quatro, oito, doze, dezesseis… Um baque súbito em suas costas o derruba, você tenta colocar os braços para frente para conter o impacto mas eles estão sendo retidos por algo.
Seu primeiro, e estranho, pensamento é sobre a vantagem dos elmos sobre os capacetes, como o que você usa, por serem fechados na frente. O seu segundo pensamento é mais uma sensação, a dor lancinante de seus dentes esmigalhando na quina de um dos degraus à sua frente. A dor faz a sua consciência oscilar, o peso da aranha e o terror gerado pela situação não te ajudam a pensar com clareza. Repentinamente a sensação de presas na parte de trás de seu pescoço injetando algo gélido.
A sensação de queimação sucede a gélida, você sente seu próprio sangue queimando o interior da sua boca, assim como faz no resto de seu corpo. Seus últimos pensamentos são sobre as desvantagens de ser um dragão, se essa é a agonia com a qual convivem, depois mais nada…
GAME OVERVocê joga a tocha a três passos de distância, ergue seu escudo e posiciona a espada atrás dele, em um ângulo que a aranha não consiga vê-la. A aranha está totalmente imóvel, seus oito olhos vidrados, como se estudando a sua movimentação. Você nota que ela é mais inteligente que havia pensado a princípio. Você aguarda em postura defensiva mas o ataque não vem, poderia ela saber que gasta menos energia em sua postura tensionada que você com o escudo erguido?
Vagarosamente você começa a recuar de costas em direção à escada, na esperança de que ela seja a única ameaça próxima. Ainda em postura defensiva começa a tatear com os calcanhares os degraus, subindo um a um, observando a aranha até ela sumir de vista e a escada de onde ela pode vir até chegar perto do topo, quando sente algo grudento em seu calcanhar.
Seria necessário um golpe de espada para cortar a teia, mas isso terá de ficar para depois, o toque na teia parece ter quebrado o impasse na mente da aranha, que sabe que se não agir com celeridade ficará sem sua refeição. Não demora nada para ela chegar sorrateira, porém apressada, à base da escada e tensionar suas pernas.
Em um movimento ágil ela reduz repentinamente a distância entre vocês, mas sua perspicácia e tenacidade o recompensam, você está preparado! Com uma base sólida e um golpe certeiro você aproveita a força do salto para penetrar a carapaça de seu abdômen, rompendo seu coração. Após o impacto inicial percebe que a morte foi instantânea, o corpo sem vida cai para o lado e seu primeiro pensamento vai para Elina, sua colega de treino de uma guilda vizinha, e sua fascinação por aranhas. Você não absorveu muito de seu fascínio, mas sempre se lembrará onde fica o coração, especialmente agora.
A aranha não possui nada de valor além de seu veneno, você tem um frasco resistente na mochila, não faria mal levar uma amostra, nem que por curiosidade ou precaução. Você coleta o veneno, como Elina lhe mostrou, guarda o frasco e acaba de subir para o [[segundo andar|Segundo andar]] {(set: $veneno to true)}(set: $envenenado to true)(set: $veneno to true)“Esse tipo de aranha depende do elemento surpresa, se puder encurralá-la estarei na vantagem”, você pensa. Com a tocha em uma mão e a espada em outra você começa a rodeá-la, se aproximando em espiral. Ela gira ao longo do mesmo eixo, não cedendo um passo, não avançando um passo.
Fatalmente vocês colidem, felizmente o primeiro contato lhe favoreceu. Ao colocá-la em alcance de sua espada você golpeia profundamente sua pata dianteira esquerda. A aranha se ergue em suas patas traseiras, concentrando energia para um pulo, você não pretende lhe dar esse tempo. Escorregando para a esquerda você golpeia a terceira pata direita dela, enfraquecendo sua postura.
A aranha aproveita sua posição para atacá-lo por cima, descendo suas presas com violência contra seu peito, você escorrega novamente, desta vez para a direita mas sente algo rasgando a manga de sua cota de malha. Você sente uma dor aguda mas não tem tempo de pensar nisso, continuando o movimento consegue amputar a pata traseira esquerda da aranha.
Com três patas avariadas o equilíbrio e a agilidade da aranha ficam comprometidos, deixando-a vulnerável a golpes subsequentes. Um, dois, três golpes garantem que a aranha não consiga mais se manter de pé, quando ela não consegue mais se mover você se afasta, pega impulso e salta contra ela, golpeando seu abdômen e perfurando sua carapaça, atingindo o centro do coração, a morte é instantânea.
Fora de perigo imediato você analisa seu braço esquerdo, o corte não foi muito profundo, você ainda retém os movimentos apesar da dor, mas não é isso que lhe preocupa. Junto ao sangue do corte corre um líquido verde brilhante, veneno. Você se lembra de Elina, sua companheira de treino de uma guilda vizinha, fascinada por aranhas, “Primeiro limpe o ferimento” dizia em sua voz cheia de comando “Depois extrai o veneno do aranha e corre pro templo de Aaron mais próximo!”.
“É, Elina, as duas primeiras partes são fáceis, mas a terceira…” você diz para si. O templo de Aaron mais próximo deve estar a dias de viagem, um clérigo bem que viria a calhar… Rapidamente afasta esses devaneios, você está sozinho e sozinho vai ter de bastar. Você faz o que consegue, limpar o ferimento, coleta o veneno da aranha como Elina lhe mostrou, utilizando um frasco resistente de sua mochila, e prossegue para o [[segundo andar|Segundo andar]] {(set: $envenenado to true)(set: $veneno to true)}{
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}Trôpego, o kobold emite um leve suspiro e volta a baixar a cabeça, como se a pouca esperança que tinha o tivesse abandonado. Você aproveita a ausência de movimentos para analisar melhor a situação. Ele está com a mão direita firmemente fechada, algo peculiar, tendo em vista o estado de fraqueza em que se encontra. Seu semblante parece ainda mais judiado de perto, ele está praticamente só pelo e ossos. Você:
[[Deixa o kobold em paz e sobe para o segundo andar|Segundo andar]]
[[Dá alguma comida e água para o kobold|Kobold comida]]
[[Abre a mão do kobold|Kobold abrir]]
[[Mata o kobold|Matar kobold]]“Udugu dá…”, o kobold pronuncia com dificuldade. Você sabe que udugu dá significa sim na língua kobold, isso quer dizer que o kobold acreditou que você entendeu algo do que ele disse. Após alguns momentos de silêncio, enquanto você se controla para não rir da situação, o kobold emite um suspiro e volta a baixar a cabeça, como se a pouca esperança que tinha o tivesse abandonado. Você aproveita a ausência de movimentos para analisar melhor a situação. Ele está com a mão direita firmemente fechada, algo peculiar, tendo em vista o estado de fraqueza em que se encontra. Seu semblante parece ainda mais judiado de perto, ele está praticamente só pelo e ossos. Você:
[[Deixa o kobold em paz e sobe para o segundo andar|Segundo andar]]
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[[Mata o kobold|Matar kobold]]Você retira alguma comida de sua mochila, a caneca, verte um pouco de água nela e entrega a caneca e a comida ao kobold. O nariz dele capta o cheiro de carne e queijo da sua comida de viagem, ele estende a mão esquerda, agarra a comida com delicadeza, seus olhos cegos vertendo lágrimas. Após receber a comida ele a consome com voracidade, levando-o a acreditar que o pobrezinho não comia há muito tempo.
Ao acabar de consumir a comida ele toma a água com satisfação, como se não bebesse água pura há muito tempo. A cena aquece seu coração, nas mãos desse pequeno kobold um cobre em comida e água parecem um banquete. Ao acabar ele fala algumas palavras audíveis, porém na língua kobold, apesar de não entender uma palavra do que ele disse você nota pela sua linguagem corporal que ele está agradecendo-o de todo o coração.
O kobold parece dividido por um momento, mas repentinamente parece tomar sua decisão. Ele estica o braço direito em sua direção e abre a mão, que havia mantido firmemente fechada até mesmo ao se alimentar. Nela há uma antiga moeda de prata, o kobold parece prezá-la muito, mas claramente está oferecendo-a a você.
|moeda>[\
(link:"Pegar a moeda e subir as escadas")[\
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Você pega a moeda da pequena mão do kobold e guarda-a. O kobold parece bem menos abatido depois da refeição, ele inclina a cabeça algumas vezes olhando em sua direção, dá algumas voltas em torno de si, se aninha e começa a dormir satisfeito. Você dá um breve sorriso e [[continua seu caminho.|Segundo andar]]]]
(link:"Trocar a moeda pelo seu valor justo em comida e água e seguir adiante")[\
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Você retira mais comida de sua mochila, uma tigela, verte água nela até enchê-la e coloca-as ao lado do kobold, puxando sua mão esquerda para tateá-las enquanto retirando a moeda de sua mão direita. O kobold entende a interação e parece extremamente agradecido. Com um enorme sorriso ele dá algumas voltas em torno de si, se aninha e começa a dormir satisfeito. Você guarda a moeda, dá um breve sorriso e [[continua seu caminho.|Segundo andar]]]]
(link:"Recusar a moeda e seguir adiante")[\
(set: $koboldhelp to true)\
((replace: ?moeda)[\
Você cuidadosamente fecha a mão do kobold e coloca sua mão delicadamente sobre a cabeça dele. Ele entende a interação e parece extremamente agradecido. Com um enorme sorriso ele dá algumas voltas em torno de si, se aninha e começa a dormir satisfeito. Você dá um breve sorriso e [[continua seu caminho.|Segundo andar]]]]](set: $evil to it +1)(set: $moedakobold to true)Você começa a vasculhar o corpo do kobold. Ao se aproximar sente um odor nauseante. “Essa torre deve ter um esgoto e esse verme saiu de lá”, pensa. O kobold tem na mão direita uma moeda de prata antiga, “Uma cerveja, um assado e uma noite de descanso, nada mal por um golpe de espada. Um kobold cego a menos no mundo”, você coloca a moeda na algibeira. O sangue se aproxima de suas botas, elas custam mais que ele, você se afasta e [[sobe as escadas|Segundo andar]]Você coloca as suas mãos sobre a mão do kobold e começa a abri-la. Repentinamente o kobold fragilizado parece possuído, em um rápido movimento ele pula em sua direção e morde o seu pescoço. Caso você estivesse sem armadura ou ele ainda tivesse seus dentes caninos a situação poderia ter saído de controle, mas mesmo com essa energia súbita, o kobold não é uma ameaça. De qualquer forma ficou claro que seja o que for que o kobold tiver na mão ele não está disposto a entregar a você, o que te deixa com as seguintes opções:
[[Deixar o kobold com seu pertence e subir as escadas|Segundo andar]]
[[Quebrar a mão do kobold para ver o que ele segura|Quebrar kobold]]
[[Matar o kobold|Matar kobold]](set: $evil to it +2)Nessa situação o kobold não é um desafio digno sequer para uma criança. Você desfere um golpe rápido e preciso em seu coração, sua morte é quase instantânea, ele tem apenas tempo de verter uma única lágrima pelo lado direito do rosto. Você limpa sua espada e guarda-a. O kobold jaz encostado à parede, você:
[[Deixa-o em paz e sobe as escadas|Segundo andar]]
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(link: "Pega a moeda e prossegue")[\
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(goto: "Segundo andar")]]\
(else:)[[[Vê o que ele tinha na mão|Kobold moeda]]](set: $evil to it +1)(if: $koboldquebrado is true)[Você pega a moeda dos dedos moles e sem vida do kobold, jogados para trás de uma maneira bizarra por conta de seu pulso quebrado. Com o kobold morto você:]\
(if: $koboldquebrado is false)[Você visualiza o que o kobold segurava com todo o seu vigor, uma antiga moeda de prata, O suficiente para um assado, uma cerveja e uma noite de descanso… É decepcionante, para dizer o mínimo. “Em retrospectiva eu não deveria esperar muito mais vindo de um kobold nesse estado…” pensa. Com o kobold morto você:]
[[Deixa o kobold com sua moeda e segue adiante|Segundo andar]]
(link:"Pega a moeda e prossegue")[\
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(goto: "Segundo andar")](set: $evil to it +1)(set: $koboldquebrado to true)Com um movimento simples você quebra o pulso do kobold. Com urros roucos de dor como plano de fundo, você finalmente visualiza o que o kobold segurava com todo o seu vigor: uma antiga moeda de prata. Suficiente para um assado, uma cerveja e uma noite de descanso… É decepcionante, para dizer o mínimo. “Em retrospectiva eu não deveria esperar muito mais vindo de um kobold nesse estado…” pensa. Você cogita se vale mais a pena:
[[Deixar o kobold com seu único tesouro e prosseguir|Segundo andar]]
(link:"Pegar a moeda e prosseguir")[\
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(goto: "Segundo andar")]
[[Matar o kobold|Matar kobold]](if: $envenenado)[(set: $dano to it +1)\
A sensação gélida se espalha do braço para o corpo, sua respiração fica mais dificil.
\]Quando você deixa a biblioteca arcana para trás, pela porta arroxeada de saída, ouve uma ruidosa trava fechando-a. O corredor onde você se encontra é muito semelhante ao da entrada da biblioteca, cerca de dois por dois, com paredes e teto de pedras, iguais aos anteriores. A diferença reside na iluminação, de um azul ciano e brilho bruxuleante.
Tal iluminação vêm de algum ponto ao fim da escada ascendente à sua esquerda, aparentemente o único caminho a seguir. Cautelosamente, sem saber o que esperar, você sobe furtivamente as escadas, pé ante pé, suavemente. Ao chegar ao topo da escada você se depara com uma sala semi circular, que ocupa aproximadamente metade do que você imagina ser a área da torre e cerca de três metros de altura.
No centro da sala existe um fino pilar de mármore negro, não medindo mais que um punho de diâmetro e um metro de altura, com uma orbe negra e ciano, fonte da luz bruxuleante, contida em um apoio tripartido. Em volta do pilar se encontram sete mortos-vivos de pé e mais doze a quinze corpos ao chão, é difícil saber por conta do emaranhado de membros e posições improváveis. O cheiro da sala é ainda menos convidativo que a dantesca visão, confirmando diferentes estágios de apodrecimento e deterioração.
Do outro lado da sala, através dos guardiões putrefatos, há uma porta fechada, aparentemente de madeira comum, de estilo muito semelhante às portas vermelha e amarela da entrada da torre. Você pausa um momento, tirando proveito da sua posição desconhecida, para traçar o que considera a melhor estratégia para lidar com a situação. Após essa concentração você:
[[Luta contra os mortos-vivos|Luta undead]]
[[Tenta passar furtivamente|Furtivo undead]]
[[Corre em direção à saída|Corrida undead]]
[[Ataca a orbe|Orbe undead]]
(if: $mfire1 is true and $MP >= 1)[ [[Ateia fogo nos mortos-vivos|Flaming undead]]
](if: $mfire3 is true and $MP >= 4)[ [[Arremessa uma bola de fogo contra os mortos-vivos|Burnt undead]]
](if: $mnecro2 is true and $MP >= 4)[ [[Bane os mortos-vivos|Banish undead]]]Ao percorrer as estantes você nota um esmero impressionante, cada estante contém o nome de sua escola e livros alinhados, organizados por ordem de dificuldade e requisitos mágicos. Algumas estantes possuem apenas um ou dois livros, outras estão completamente abarrotadas.
A lombada dos tomos é padronizada, esses livros não foram pegos ao acaso, seu dono os fez pessoalmente, adquiriu todos da mesma fonte ou por encomenda sob medida. A cor do couro é diferente para cada escola, com grandes números tecidos em fios de ouro e prata. Excluindo o conteúdo, que pode ter um valor inestimável para alguns, apenas as capas devem valer uma quantia razoável de prata, cada.
Escolas elementais, luz, trevas, movimento, mente, premonições, cura, necromancia, som, entre tantas outras. Esqueça o Bastião Arcano, alguns aspirantes a arcanistas concordariam em ser castrados em troca de passar a vida apenas neste andar. Todo esse poder... sem supervisão, sem restrições, sem regras!
Se ao menos fosse mais versado você poderia passar meses aí. Seu espírito certamente aguenta um ou dois conhecimentos arcanos novos de menor complexidade, talvez você poderia voltar à torre quando estiver mais preparado, ou vender a informação para patronos ou grupos interessados… Foco, o importante é decidir o que fazer agora:
[[Ignorar a biblioteca e seguir para o próximo andar|Terceiro andar]]
[[Fundir-se ao conhecimento arcano|Forja arcana]]
[[Roubar alguns livros mais complexos|Roubo arcano]]
[[Incendiar a biblioteca|Incendio arcano]]Esse andar contém poder demais, se caísse nas mãos erradas poderia significar uma catástrofe. Ou você apenas gosta de queimar propriedade alheia… Seja qual for o motivo, esse andar deve arder! Você prepara a sua confiável tocha, que se encontrava ociosa dentro da sala iluminada, espera o fogo ganhar força e encosta-a displicentemente em uma estante próxima.
Devagar, mas regularmente, o fogo começa a se espalhar pela superfície do móvel, eventualmente não necessitando mais da tocha para se manter aceso. Pela distância entre as estantes parece mais garantido começar o fogo individualmente, da porta de entrada em direção à de saída. Quando você encosta a tocha na terceira estante vê que o fogo alcançou o primeiro livro da primeira estante.
A iluminação da sala reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa. Curiosamente o fogo das estantes e da sua tocha desaparecem. Enquanto você tenta entender o que está acontecendo formas humanóides espectrais se projetam de dentro das estantes e ficam paradas, de pé, em frente das mesmas.
Cada forma espectral tem a cor da lombada dos livros de sua sessão, algumas são grandes como ogros, vindas de estantes com mais livros, outras pequenas como fadas, vindas das que têm menos. Tenham o tamanho que for elas não parecem felizes, nem um pouco felizes… Subitamente o caos, mãos brotam do chão, fogo, raios, clarões, entoamentos arcanos. Você faz seu melhor para buscar abrigo mas nenhum lugar é seguro, repetidamente você é atingindo por toda espécie de invocação, materialização elemental ou conjuratória, seus sentidos ficam sobrecarregados entre luzes, sons, dor e medo, até que, eventualmente, o caos cessa…
GAME OVER(if: $arcanepower is 0)[Baseado na sua aptidão existem algumas magias que você acredita ser capaz de aprender sem queimar o seu espírito no processo. Talvez duas ou três magias de primeiro círculo, talvez uma de segundo e uma de primeiro, é capaz até que seja forte o suficiente para aguentar uma de terceiro círculo, se sozinha. Mas isso é apenas uma suposição, a magia, com todos seus rituais e processos, continua sendo caprichosa, com personalidade própria se assim podemos chamar.
Você ainda não tem certeza do que esperar na sua jornada e nem quais magias possam ser mais úteis. Também leva em conta que magias mais simples podem ser utilizadas mais vezes que as mais complexas antes do espírito exigir restauração, advinda de um descanso pleno, impossível neste lugar. Mesmo assim faz uma pequena lista com base nas opções disponíveis.
](if: $arcanepower <= 4)[Você analisa (if: $arcanepower >= 1)[novamente ]as estantes, qual livro você deseja levar ao altar?
Círculo 1:
(if: $mheal1 is false)[ [[Coagular ferida]], ]\
(if: $mfire1 is false)[ [[Atear fogo]], ]\
(if: $mwater1 is false)[ [[Criar água]], ]\
(if: $mdetect1 is false)[ [[Detectar hostilidade]], ]\
(if: $mdetect2 is false)[ [[Detectar magia]], ]\
(if: $mlight1 is false)[ [[Criar luz]], ]\
(if: $millusion1 is false)[ [[Criar som]]]
Círculo 2:
(if: $mheal2 is false)[ [[Curar]], ]\
(if: $mfire2 is false)[ [[Imunidade ao fogo]], ]\
(if: $mwater2 is false)[ [[Arma gélida]], ]\
(if: $mpain1 is false)[ [[Causar dor]], ]\
(if: $mmove1 is false)[ [[Planar]], ]\
(if: $millusion2 is false)[ [[Criar ilusão]], ]\
(if: $mdetect3 is false)[ [[Detectar fraqueza]]]
Círculo 3:
(if: $mheal3 is false)[ [[Curar envenenamento]], ]\
(if: $mfire3 is false)[ [[Bola de fogo]], ]\
(if: $mtalk1 is false)[ [[Telepatia]], ]\
(if: $mnecro1 is false)[ [[Reanimar cadáver]], ]\
(if: $mnecro2 is false)[ [[Banir mortos-vivos]], ]\
(if: $mcontrol1 is false)[ [[Controlar aracnídeos]], ]\
(if: $mforesee1 is false)[ [[Presságio]]]
Ou
[[Evitar sobrecarregar o espírito e seguir adiante|Terceiro andar]]
](if: $arcanepower >= 5)[Quando o livro volta para seu lugar de origem você sente uma leve tontura e busca apoiar a mão na estante mais próxima. Para a sua surpresa a mão atravessa a estante, fazendo-o perder o equilíbrio e cair em direção à mesma. Seu corpo também atravessa a estante, você consegue virar-se durante a queda, aterrissando de barriga para cima.
Agora olhando para o teto você nota que não consegue respirar. Ao tentar apoiar-se no chão ou tomar impulso para levantar-se observa que seu membros estão translúcidos e irresponsivos, fenômeno que se espalha regularmente pelo restante do corpo. Quando a translucidez chega ao pescoço você sente a ponta de seus dedos das mãos e pés dormentes e pequenas partículas de luz arroxeada ascendendo.
As partículas sobem cada vez em maior número, juntando-se à iluminação pré-existente da sala, deixando o ambiente melhor iluminado, quase que imperceptivelmente. Mana… Você está se tornando mana. Antes de ter tempo de decidir se isso é bom ou ruim você não sente mais nada.
GAME OVER]Tomos arcanos de magias simples valem algumas moedas de ouro, os avançados, dependendo do conteúdo, podem valer títulos, terras ou até ajudar a conquistar um pequeno reino. Pela sua análise e conhecimento existem uns quatro ou cinco tomos nessas estantes que entram na última categoria. O quanto um rei pagaria por uma magia de rejuvenescimento? O que uma rainha não daria para saber teleportar a bel prazer?
Você coleta os tomos com as magias rejuvenescimento, teleporte, reanimação em massa, chuva de fogo e domo protetor. Algum dia eles poderiam deixá-lo praticamente invulnerável, mas isso está muito distante, mais vale grandes vantagens agora que a possibilidade remota de ganhos futuros. Fora que se você mudar de idéia antes de passá-los adiante ainda pode manter esse poder para si, sem precisar retornar à torre.
Você coloca os tomos em sua mochila, coloca-a novamente nas costas e sente um calafrio. A iluminação da sala reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa. Formas humanóides espectrais se projetam de dentro das estantes que continham os livros que você roubou e ficam paradas, de pé, em frente das mesmas.
Cada uma das cinco formas espectrais tem a cor da lombada dos livros de sua sessão, duas são grandes como ogros, vindas de estantes com mais livros, outras três chegam à altura de orcs, vindas das que têm pouco menos. Tenham o tamanho que for elas parecem apreensivas. A figura mais alta, de cor ciano, lhe diz “Largue os livros e vá embora”. Você:
[[Larga os livros e vai embora|Terceiro andar]]
[[Diz que não pegou livro algum|Morte arcana]]
[[Ignora as formas espectrais e continua na biblioteca|Morte arcana]]
[[Corre para a saida da sala|Morte arcana]]As formas espectrais não parecem felizes, nem um pouco felizes… Subitamente a temperatura da sala começa a aumentar abruptamente, é como se o próprio ar estivesse queimando. Apesar disso os objetos da sala, ou ao menos seus contornos escuros, parecem inalterados. Você tenta correr, mas por mais que seus pés se movam você não consegue sair do lugar. A temperatura continua a aumentar até o próprio ar ficar incandescente, como uma imensa nuvem de fogo.
Em desespero você tenta proteger ao menos seu rosto do ar escaldante, sem sucesso. Sua mochila começa a queimar, logo em seguida suas roupas, sua pele, sua carne… Em meio a esse inferno carmesim você só consegue distinguir as formas espectrais, impassíveis, antes dos seus olhos derreterem e seus últimos gritos ecoarem pela sala.
GAME OVER(set: $arcanepower to it +1)\
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Você leva o livro que ensina a magia \
coagular feridas \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
feridas sendo fechadas apressadamente para evitar hemorragias
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]]
(set: $arcanepower to it +1)\
(set: $mfire1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
atear fogo \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
a mana sendo concentrada até alvos pequenos irromperem em chamas
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +1)\
(set: $mdetect1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
detectar hostilidade \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
as intenções reais de seres dissimulados que pretendem lhe fazer mal
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +1)\
(set: $mwater1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
criar água \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
a mana ganhar forma e matéria, transformando-se em um pouco de água pura e cristalina
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +1)\
(set: $mdetect2 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
detectar magia \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
a abertura de seu espírito para o que é mágico, realçando o fluxo de mana a ponto de ficar evidente aos olhos
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +1)\
(set: $mlight1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
criar luz \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
a mana ganhar um brilho cada vez mais intenso, até uma pequena luz ser visível em ambos os mundos, material e imaterial
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +1)\
(set: $millusion1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
criar som \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, pouco a pouco você sente o conhecimento e a capacidade arcana sendo construída no seu ser, visualizando \
a mana se alinhar em ângulos perfeitos para seu fluxo produzir pequenos sons simples, agradáveis ou não, de acordo com sua vontade
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +2)\
(set: $mheal2 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
curar \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
músculos reatando, ossos remendando e a pele voltando a ficar lisa ao toque, todos em harmonia, como se em um balé
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $evil to it +1)\
(set: $arcanepower to it +2)\
(set: $mpain1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
causar dor \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
a mana sendo moldada em pequenas agulhas etéreas, prontas para serem despejadas de uma só vez diretamente no sistema nervoso de seus oponentes. Os gritos de agonia reverberam em diferentes tons e intensidades de acordo com os locais atingidos, levando-o a acreditar que isso pode ser refinado a uma forma de arte
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +2)\
(set: $mfire2 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
imunidade ao fogo \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
a mana criando uma carapaça sobre o seu ser, impedindo o fogo de consumir qualquer coisa dentro de sua aura
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +2)\
(set: $mmove1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
planar \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
um fluxo contínuo de mana se formar abaixo de seu corpo em queda, guiando suavemente sua descida até o solo
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +2)\
(set: $mwater2 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
arma gélida \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
a mana formando uma película ao redor de sua espada, reduzindo drasticamente a temperatura da lâmina enquanto mantendo-a invulnerável ao efeito
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +2)\
(set: $millusion2 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
criar ilusão \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
a mana assumindo diversas formas conforme a sua vontade, quando a forma está de acordo com a sua satisfação ela deixa o mundo imaterial e se projeta no mundo material, onde pode ser vista por todos
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +2)\
(set: $mdetect3 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
detectar fraqueza \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando rapidamente à sua volta. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, gerando um turbilhão de conhecimento e capacidade arcana. As imagens e sensações são rápidas demais para se apegar a qualquer uma delas em específico, mas após concentração e uma grande dose de força de vontade você começa a distinguir melhor as nuances e o turbilhão dá espaço à calmaria, permitindo-o visualizar \
o fluxo de mana primordial de seres e objetos, deixando evidente quais áreas possuem a essência mais dispersa e portanto mais frágeis
\. Logo em seguida o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mheal3 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
curar envenenamento \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
da purificação do corpo, utilizando a mana em sua forma mais pura para destruir aquilo que lhe ataca por dentro enquanto protege-o durante a eliminação da ameaça. Como se espada e escudo, o ciclo é perfeito, sublime, poético... (if: $envenenado is true)[(set: $envenenado to false)(set: $veneno to false)Ao fim do processo você sente o seu corpo purificado. Livre do veneno que o afligia. O frasco de veneno agora se encontra vazio]
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mfire3 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
bola de fogo \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
da manipulação do elemento da violência em uma de suas formas mais agressivas. Desde a combustão da mana e a passagem do plano imaterial para o material até a energia cíclica espiral, a auto-contenção e a transferência destrutiva em seu alvo final. A dança das chamas é hipnótica, tentadora, você tem a esperança de se conter, usar esse novo poder com sabedoria, mas parte de você não quer..
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mtalk1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
telepatia \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
da comunicação pura. Você consegue ver as idéias fluindo, de uma forma natural e desimpedida, sem a necessidade de lábios, cordas vocais, língua, ar... Um fluxo livre de idéias entre dois seres, além de ouvidos alheios e barreiras artificiais
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mnecro1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
reanimar cadáver \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
da passagem e retenção de almas. Você visualiza o conceito todo, como a alma é retirada do plano dos mortos, como a passagem é aberta, como ela é selada em um corpo sem vida com ou contra a sua vontade e como essa mesma vontade fica sujeita a você, seu novo mestre, por selos ancestrais, criados por Crôfus, o deus da morte, antes dos primeiros seres sequer nascerem..
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mnecro2 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
banir mortos-vivos \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
do retorno seguro de almas escravizadas ao plano dos mortos. O processo canaliza o poder do próprio Crôfus, o deus da morte, para romper os selos que aprisionam as almas de uma área, libertando-as de suas cascas físicas e guiando-as de volta ao plano dos mortos
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mcontrol1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
controlar aracnídeos \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
do domínio da mente aracnídea. Como em uma teia a mana aprisiona a vontade do aracnídeo e sussurra em sua mente sugestões tentadoras demais para ignorar, canalizando a sua vontade como um desejo irresistível e primal, qual o animal se recusa a resistir
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]](set: $arcanepower to it +4)\
(set: $mforesee1 to true)\
Você leva o livro que ensina a magia \
presságio \
até o altar. Ao depositá-lo no chão você sente as energias arcanas do local rodopiando violentamente à sua volta, diminuindo a luminosidade do recinto e estalando ruidosamente. Após um breve momento essas energias convergem em direção ao seu peito, derrubando-o ao chão enquanto um verdadeiro mar de conhecimento e capacidade arcana invade o seu ser. A miríade de imagens e sensações é insuportável, você transita entre diversos estágios de consciência. A jornada em busca da retenção do conhecimento parece impossível, além de seus maiores sonhos, mas através de ferrenha determinação e a mais pura vontade de viver, você consegue retornar ao seu estado normal de consciência e começa a absorver o conhecimento enquanto volta a se levantar. As portas da sua mente agora estão abertas para os segredos \
da previsão de alguns dos muitos futuros possíveis. Você observa em êxtase enquanto a mana converge em portais para possíveis destinos, movendo-se de alternativa em alternativa conforme os fios da causalidade são puxados. O processo todo demanda uma energia expressiva demais para ser feito em sua totalidade, portanto apenas as causas mais prováveis, de períodos razoavelmente próximos, são levadas em consideração quando o futuro é perscrutado
\. Seu espírito está exausto e revigorado, é uma sensação totalmente anormal e paradoxal, mas você acredita que consegue conciliar ambos em seu âmago, como a sensação de um dever cumprido e a excitação de começar uma nova jornada misturados e em equilíbrio. Após esse taxativo ritual o livro voa de volta à sua estante original.
[[Retornar|Forja arcana]]“São apenas mortos-vivos, nem armas eles têm” você pensa. Empunhando sua fiel espada e seu confiável escudo você avança rumo ao batalhão funesto. Ao notar sua aproximação os mortos que estão em pé viram em sua direção, tarde demais para dois deles, decapitados pela sua espada em dois movimentos rápidos, começando a luta em uma posição de vantagem.
Os mortos são mais rápidos do que você antecipou, pior, três deles retiram facas de entre os corpos caídos, algo que você não conseguiu observar à distância. Não importa, basta focar nos mortos armados. Com uma investida rápida você bate o espigão central de seu escudo na cabeça de um deles, ouvindo o alto e satisfatório som de ossos sendo partidos, decapita o segundo e mergulha em cambalhota para evitar a ataque do terceiro. Quatro caídos, três em pé...
Você volteia em direção aos mortos restantes, bloqueando por pouco a investida de um e cortando o braço estendido de outro. Sua lâmina encontra o caminho até o cérebro deste, vinda por baixo, passando por dentro da mandíbula, faltam dois. Os dois mortos restantes parecem desenvolver uma sinergia maior após a queda de seus companheiros, atacando vorazmente de ambos os lados pela sua frente.
Você bloqueia e mede forças com eles, esperando uma oportunidade para finalizar qualquer que seja para sua luta se transformar em um para um, aonde você teria uma vantagem óbvia. A oportunidade chega, você consegue algum espaço contra o morto da direita, o suficiente para sua espada entrar pelo seu olho e sair pela sua nuca, espalhando uma pequena nuvem de pó.
O momento de alegria se transforma em um momento de dor, quando uma dor lancinante sobe pela sua perna. Um dos mortos do chão, aparentemente inanimado até o momento, crava uma das facas por trás de seu joelho. Perder sua base de apoio o impossibilita de continuar medindo forças com o morto à frente, derrubando-o ao chão. Os mortos do chão estavam se arrastando em sua direção, algo ao qual você estava alheio durante o calor do combate mas agora, nessa posição de vulnerabilidade, fica óbvio e aterrador.
Você se debate da maneira que pode contra um número cada vez maior de mortos lhe agarrando e puxando, se aproximando. Não importa quantos golpes dê, eles continuam vindo, sem algum membro, sem parte ou até toda a cabeça, eles continuam vindo, com unhas pútridas e lascadas eles te arranham, com os dentes que sobraram eles te mordem, desferindo facadas no seu corpo com cada vez menos sangue, eles continuam vindo…
Até que subitamente param e voltam a sua posição anterior, você olha em volta consternado, imaginando o que possa estar acontecendo, até que seus olhos travam ao ver o orbe. Tão reluzente… Tão belo… Você sabe que já deveria estar morto por conta de seus ferimentos. É ele! Só pode ser ele! “Ele me escolheu”, você pensa enquanto levanta. “Nada mais justo do que protegê-lo… para sempre…”, foram as últimas palavras que pensou. Você não precisa mais comer, beber, dormir ou pensar, o orbe cuida de tudo por você… Tudo…
GAME OVER“Mortos-vivos não são famosos por sentidos aguçados, deve ser fácil passar despercebido”, você pensa. Silenciosamente você se esgueira próximo à parede, tentando ritmar seus movimentos com os pulsos da luz bruxuleante vinda do orbe. Os mortos não parecem tê-lo percebido, mesmo quando passa pelo meio da sala, o mais próximo deles em todo o caminho.
Você sente certo alívio, não é hora de comemorar, mas suas chances acabam de aumentar exponencialmente. Faltando cerca de um quarto do caminho você ouve um som estridente e aterrador, como se uma banshee houvesse encostado a cabeça em seu ombro antes de proclamar o seu lamento.
Paralisado pelo medo e choque você não tem reação enquanto é atropelado pelos mortos-vivos. No chão não tem muito tempo de para reagir antes de facas perfurarem o seu corpo, unhas pútridas arranharem a sua carne e dentes quebrados lhe arrancarem pedaços. Você ainda está em choque quando olha em direção ao orbe e vê uma bela figura espectral, à qual você prontamente decide servir, de hoje ao fim dos dias, a dona do último lamento que ouviu…
GAME OVER(set: $dano to it +1)\
“Mortos-vivos não são conhecidos por serem muito rápidos, talvez se eu puder correr em direção à porta…”, você pensa. Após um breve alongamento fora de vista, para circular um pouco melhor o sangue e evitar algum imprevisto, você corre como se um dragão adulto estivesse atrás de você. Quando os mortos percebem a sua presença você já passou por eles.
Quando está quase encostando na porta você ouve o estridente lamento de uma banshee, seu corpo paralisa momentaneamente, fazendo-o perder o equilíbrio e cair ao chão. Seu escudo e armadura amortecem o dano da queda, produzindo um chiado metálico como se querendo rivalizar com a banshee.
Graças ao seu sangue quente do momento você consegue se recuperar com certa rapidez, correndo o restante do caminho em direção à porta. Você abre-a com força, porém tomando cuidado para não afastá-la muito, ela será necessária para conter os mortos no seu encalço. Quando você vira para fechar a porta é impedido por três mortos colocando os braços por entre ela e o batente.
Você usa todo o peso do seu corpo para empurrar a porta, na esperança de cortar os braços, mas será necessário mais do que isso. Sem tempo para pensar, pois o resto deles deve chegar em breve, você começa a balançar sua espada em pânico, na esperança de cortar qualquer apêndice ao seu alcance que esteja impedindo a porta de ser fechada.
Dois dos mortos possuem facas, facas que você só nota tarde demais, quando uma delas perfura o seu ombro direito. Apavorado e com dor você continua a golpear e empurrar até que a porta encoste no batente. Rapidamente você fecha a porta com o ferrolho, agradecendo a Aaron por ter algo com o qual segurar os mortos.
Você senta encostado à porta, removendo a faca suja de seu ombro e fazendo um curativo improvisado. Isso não deve atrapalhar o seu desempenho, mas te fez perder mais sangue do que gostaria. Não importa, o único caminho é em frente, aparentemente em um corredor com um forte brilho vermelho e uma porta, da onde vêm a luminosidade à esquerda. Você levanta, dá um breve suspiro e [[segue em frente|Elemental]](set: $dano to it +1)“Todos os mortos estão em volta do orbe, aposto que é a fonte de seu poder”, você pensa. Se o golpe puder ser rápido e preciso o mortos-vivos podem nem ter a chance de lhe acertar. Você aproveita a sua posição oculta para se alongar um pouco, quanto melhor a corrida inicial melhor a sua chance.
Você pega impulso e corre como se um minotauro houvesse elogiado o seu cheiro. Os mortos só notam a sua aproximação quando você já está em pleno ar, propelido por um poderoso salto. Aproveitando toda a força do movimento você golpeia em direção ao orbe, apenas para ver sua espada trespassar a cabeça de dois mortos-vivos e passar a centímetros de seu alvo.
Os outros mortos parecem desesperados, antes mesmo de você aterrissar eles já rodearam o pilar. Além dos cinco que sobraram de pé outros caídos se levantam, a prioridade deles é defender o orbe, mas você sabe que se houver qualquer oportunidade de te atacar sem arriscá-lo é exatamente o que farão.
Aproveitando que os mortos se importam mais com o orbe que com sua própria segurança você começa a golpeá-los cautelosamente, sem se expor demais ao número superior deles. Funciona, em partes, você consegue derrubar vários deles, mas mesmo os que você derrubou voltam a se erguer e você não considera prudente ver qual energia dura mais, a do orbe ou a sua.
Entre a queda de alguns e o tempo deles se reerguerem você coloca o escudo à sua frente e investe contra o morto da vanguarda. Ele cai, o morto atrás dele cai e com eles o pilar e os mortos de trás, como em um dominó. A orbe caí no chão e rola para o canto da sala, a queda não a danifica o suficiente. Em desespero, sabendo que a janela é curta, você se projeta contra os mortos caídos e persegue a orbe.
No caminho alguns mortos com facas desferem golpes contra você, mas isso não importa agora, sua mente está focada. Analisando suas opções durante a curta corrida, com os mortos em perseguição, você coloca o escudo à frente do corpo e pula de barriga em cima do orbe… Maldição! Você ouve um pequeno estalo mas certamente não foi o suficiente para quebrá-lo. Os mortos pulam de forma voraz por em cima de você, como se amaldiçoando a sua audácia e heresia em danificar seu senhor e mestre.
Quando os mortos aterrissam você ouve o satisfatório som de cristal estilhaçando, seguido por um grito estridente e uma névoa circular sendo libertada debaixo de você e ocupando a sala. Os mortos já não se movem mais. Tossindo você deixa a sala em busca de ar e fecha a porta atrás de si. Você cuida de seus ferimentos, nada grave, porém o sangue teria ficado melhor do lado de dentro. Não importa, o único caminho é em frente, aparentemente por um corredor com com um forte brilho vermelho e uma porta, da onde vêm a luminosidade à esquerda. Você levanta, dá um breve suspiro e [[segue em frente|Elemental]]Você se concentra por alguns momentos em seu esconderijos improvisado, recitando as palavras de poder e fazendo pequenos gestos arcanos. Pouco tempo depois você consegue canalizar manda o suficiente para concentrá-la em seu alvo e fazê-lo entrar em combustão. O fogo começa pequeno, não maior que um punho nas roupas de um morto-vivos qualquer.
Por conta da proximidade entre eles e de seus trapos, pele e carne ressecados o fogo ganha uma magnitude impressionante. Em poucos momentos todos os mortos são portadores das chamas e até os que estavam no chão começam a se erguer, tenham duas, uma ou nenhuma perna todos ficam o mais eretos que conseguem.
Finalmente você vê a falha em seu plano. O fogo não consumirá os mortos rápido o suficiente. Pior, eles começam a vir na sua direção! Furtivamente você desce as escadas, tentando fazê-los acreditar que você nunca esteve aí. Não adianta, os mortos descem as escadas atrás de você. A porta da biblioteca arcana continua trancada. Você tenta lutar mas de baixo para cima, contra mais de uma dezena de mortos-vivos e encurralado não demora muito para você sucumbir às chamas…
GAME OVER(set: $MP to 0)Não fazem cinco minutos desde que você deixou a biblioteca arcana e a sua alma já se entrega ao encanto das chamas! Ninguém pode culpá-lo, é claro, o elemento da violência é sedutor, tentador, maravilhoso… Você concentra as energias arcanas com certa voracidade, ansioso por ver algo queimar, algo deixar de existir. Sim, em breve…
As suas mãos começam a ficar incandescentes, a esfera se forma no plano imaterial, exigindo sair, exigindo ser trazida para o nosso mundo… Você obedece prontamente. As chamas se materializam, se dividem em vários aglomerados e como inimigas mortais começam a tentar consumir umas às outras. Nesse balé de dominância uma esfera quase perfeita é formada.
Os mortos-vivos o avistam por conta da luminosidade produzida, não importa. Já é tarde demais para eles fazerem qualquer coisa. Agora você é o dono de todo esse poder, você decide se algo deixa de existir. Seus alvos são os mortos. Com um sorriso involuntário você arremessa essa magnífica bola de fogo em direção aos seus obstáculos (pois claramente não são dignos de fazer oposição a você, seria errado chamá-los de oponentes).
Quando a bola de fogo toca seu alvo a glória surge! Todos os mortos e seu precioso orbe são completamente carbonizados em questão de segundos, tão grande era a voracidade das chamas. O show acabou, a sala parece desinteressante e sem vida agora. Saindo pela porta você se depara com um corredor à direita, com um forte brilho vermelho e outra porta, da onde vêm a luminosidade à esquerda. Você [[segue em frente|Elemental]](set: $orbe to true)Você começa a realizar os movimentos arcanos com as mãos e a falar as palavras de poder em um tom audível. Não demora muito para os mortos-vivos notarem a sua presença, alguns deles começam a correr em sua direção. Já não importa, a sua alma está calma. Quando o primeiro morto está prestes a pular em sua direção o ritual é concluído.
Os mortos que estavam em pé caem, alguns dos que estavam no chão mudam de posição, a centelha de vida deixa os seus corpos conforme o poder de Crôfus quebra os selos que mantinham suas almas neste mundo. O orbe, que era de um verde bruxuleante até momentos atrás agora é apenas um onix comum, mergulhando a sala em escuridão. Você acende a sua tocha, vai até o pedestal e pega o orbe, colocando-o em sua mochila. Ele pode valer algo.
Não há mais nada o que fazer nessa sala escura junto aos mortos. Saindo pela porta você se depara com um corredor à direita, com um forte brilho vermelho e outra porta, da onde vêm a luminosidade à esquerda. Você [[segue em frente|Elemental]](if: $dano > $HP)[\
O seu corpo fraqueja. Você vai em direção ao chão, incapaz de se mover. Ao tentar movimentar seus membros eles não respondem. Você perdeu muito sangue. Os ferimentos foram maiores do que você pôde suportar, rapidamente após a queda você perde a consciência e não acorda mais.
GAME OVER
\](else:)[Movendo-se furtivamente você chega até a entrada da sala e espia pela lateral do arco. A sala tem formato semicircular, com doze colunas igualmente distribuídas pela sala e espaçadas entre si, cada uma delas tem pouco mais de meio metro de diâmetro e está a cerca de meio metro da parede mais próxima. No centro da sala está um imponente elemental do fogo, cerca de dois metros e meio de altura, um metro de largura, flutuando a cerca de 20 centímetros do chão e o fogo que sua cabeça exala queimando o teto. Do outro lado da sala há uma escada ascendente.
Teto, pelas marcas você consegue ver um padrão, ele parece evitar o espaço entre duas colunas à direita, mas você tem certeza que com o calor que ele exala mesmo que não fosse possível para ele se locomover até esse local o simples fato de estar presente nessa proximidade já seria insuportável. Observando-o por um tempo você percebe que ele claramente está guardando o caminho, virando no mesmo eixo de tempos em tempos para observar a sala, algo que seria bem mais fácil ao pé da escada, mas você não deve reclamar de suas bênçãos.
Seja como for ele não parece ir embora em um futuro próximo, especialmente por não precisar de comida ou muito menos água. Você se lembra de algumas aulas sobre desconjuração, talvez poderiam ser uma opção viável. Após alguns momento para formular um plano você:
[[Enfrenta a criatura|Luta elemental]]
[[Desconjurar o elemental|Desconjurar elemental]]
[[Se esgueirar até a escada em direção do próximo andar|Escada elemental]]
(if: $mfire2 is true and $mwater2 is true)[\
[[Usar imunidade ao fogo e arma gélida para derrotar o elemental|Pobre elemental]]
](else-if: $mfire2 is true)[\
[[Usar imunidade ao fogo para enfrentar o elemental|Imune elemental]]
](else-if: $mwater2 is true)[\
[[Usar arma gélida para enfrentar o elemental|Gélida elemental]]]]Você se aproxima furtivamente da porta, tomando cautela por não saber o que esperar. Ao abrir a porta você se depara com uma sala semi circular, que ocupa aproximadamente metade do que você imagina ser a área da torre e a mesma altura do corredor.
No centro da sala existe um fino pilar de mármore negro, não medindo mais que um punho de diâmetro e um metro de altura, com uma orbe negra e ciano, fonte da luz bruxuleante, contida em um apoio tripartido. Em volta do pilar se encontram sete mortos-vivos de pé e mais doze a quinze corpos ao chão, é difícil saber por conta do emaranhado de membros e posições improváveis. O cheiro da sala é ainda menos convidativo que a dantesca visão, confirmando diferentes estágios de apodrecimento e deterioração.
Do outro lado da sala, através dos guardiões putrefatos, existe uma escada para baixo; Você aproveita que os mortos-vivos ainda não lhe viram para pensar com clareza o que deseja fazer.
[[Lutar contra os mortos-vivos|Luta undead]]
[[Trancar a porta e ir para o outro lado|Elemental]]Escudo erguido, espada preparada, você marcha em direção ao elemental. Ele lhe enxerga quase que instantaneamente, fixando seu olhar escarlate em sua movimentação, seguindo-o atentamente. Ele não tem exatamente uma calda, mas você sente como se ele repentinamente começasse a serpentear pelo ar em sua direção. Quando se aproxima o suficiente você estoca sua espada na altura de seu peito, onde as chamas são mais fortes e intensas. Nada…
Com uma gargalhada estrondosa e certamente não humana ele estende as mãos em sua direção, você tenta colocar o escudo entre vocês mas ele apenas serpenteia pela lateral e queima o seu rosto. A dor é curta porém intensa, deixando um ardor que persiste, nada o impediria de continuar te queimando, mas aparentemente ele não quer. “Talvez ele só quisesse me marcar, para eu lembrar desse dia”, você pensa esperançoso enquanto dá alguns passos para o lado, circundando-o. Não.
Outra gargalhada, ele se aproxima novamente, seus esforços continuam fúteis, agora ele queima o seu olho esquerdo. Você grita em agonia, ele ri. Ele está gostando disso, ele não quer simplesmente vencê-lo, ele quer te subjulgar, te humilhar, te dominar… Pouco a pouco ele vai imolando seus membros, deixando apenas dor e desespero no lugar. A cada dor uma lição, toda a lição com o mesmo tema, você está abaixo dele. Completamente cego, pouco antes de perder a consciência, você sente o calor de sua aproximação novamente, mas dessa vez ele não está se divertindo, dessa vez ele o consome.
GAME OVERVocê já teve aulas de conjuração, tudo vai dar certo. “Elementais tendem a ser muito ligados a sua área de origem… ou eram os gigantes? Não, certamente eram os elementais! Ou ao menos um deles, pela lógica o da terra, é, não faria sentido pro do ar, gênio…”, os pensamentos conflitam enquanto você tenta recordar o que o velho Fandhir costumava dizer. Havia algo sobre utilizar o elemento para atrair o elemental, utilizando-o como uma espécie de portal ou… algo.
Sim! Passo um, segure firmemente o elemento. Passo dois, recite as palavras de poder. Passo três, grite o nome do elemental. Passo quatro, aguarde enquanto o elemental é sugado. Passo cinco… comemore? “Certo, é agora!”, você pensa, recitando as palavras para mantê-las frescas na memória. Você acende sua tocha e anda de maneira firme em direção ao elemental.
Assim que você entra em sua linha de visão, portando a tocha acesa, seus olhos escarlates fitam-no intensamente, curiosos à respeito de suas intenções. Ao chegar à distancia segura, quatro metros, você começa a recitar as palavras em um tom firme e audível, o elemental arregala os olhos, finalmente compreendendo o que estava acontecendo. Você grita “Elemental do fogo!”, com vigor o suficiente para ecoar pela torre.
O elemental se dobra ao meio, sua gargalhada é quase tão alta quando o seu grito anterior, apesar de claramente menos humana. Confuso, você recapitula os ensinamento, até que a memória aparece clara como o dia. “Vocês precisam de um pentagrama” dizia Fandhir enquanto brandia um pedaço de giz na mão esquerda e sua famosa, e dolorosa, vara de marmelo na direita “Com o pentagrama vocês conseguem segurar firmemente o elemental à uma distância segura. Quando preso digam as palavras e ele lhe dirá seu nome, gritem seu nome e ele será sugado para o nodo elemental mais próximo”.
Claro… Faz mais sentido agora, mas não há tempo para pensar nisso. O elemental cessa a gargalhada e serpenteia rápidamente pelo ar em sua direção. Você tenta colocar seu escudo no caminho mas ele simplesmente ascende um pouco mais, cegando-o com sua luminosidade crescente, e mergulhando para envolvê-lo por completo. Seu corpo não têm nada sólido o suficiente para ser atingido, você percebe enquanto balança desesperadamente sua espada tentando afastá-lo ou feri-lo. Rolar no chão também não ajuda, esse fogo é consciente e o acompanha, em constante metamorfose, até você perder a consciência e ser consumido pelas chamas.
GAME OVER(set: $elementclock to true)Você observa pacientemente, durante alguns minutos em busca de algum padrão de tempo entre os giros investigativos do elemental. O padrão existe, cerca de um segundo para o giro completo, a cada minuto, você testa sua teoria nos dois minutos seguintes, ela se mostra sólida. Quando o elemental começa a girar em sentido horário você suave porém rapidamente se desloca até a primeira coluna à esquerda, escondendo-se nas sombras e aguardando pacientemente, esse é o momento da verdade.
Cinquenta e oito, cinquenta e nove, agora! Com outro rápido movimento você percorre a distância até a segunda coluna. Nenhum urro, nenhuma movimentação peculiar, ao passar pelo elemental ele parecia de costas. Cinquenta e oito, cinquenta e nove… O caminho para a terceira coluna se mostra tão confiável quanto o anterior.
Enquanto contava, você se dá conta de algo, essa sala é um relógio, um relógio estranho certamente, mas mesmo assim um relógio. Cinquenta e nove… agora! O caminho para a quarta coluna se mostra tão confiável quanto os outros. Se essa sala é mesmo um relógio aquele espaço não queimado deve ter algum significado.
Quando você está prestes a sair da sala, depois de repetir o processo mais algumas vezes, algo lhe ocorre. “Se isso for um relógio o espaço entre as colunas não queimadas deve representar um horário entre as três e quatro horas”, você pensa, tentando guardar a informação. Na coluna de frente à escada, onde o relógio deve marcar meio dia, você aguarda o elemental começar o último giro necessário, quando isso acontecer você corre em direção ao [[próximo andar.|Quarto andar]]Você recita as palavras de poder e faz alguns poucos gestos arcanos. A sua espada é envolta em uma nuvem gélida, tornando difícil observar o seu contorno natural. A umidade do ar condensa e congela ao tocar a lâmina, formando pequenos cristais de gelo tão afiados quanto o alguns dos melhores aços, apesar de quebradiços e temporários.
Logo em sequência, após recitar as palavras de poder e reproduzir os gestos arcanos apropriados você sente um súbito frescor, como se saísse debaixo do sol, em um dia quente de verão, para baixo da refrescante sombra de uma árvore. Você se sente invulnerável contra o inimigo à frente. Hora de confirmar essa teoria…
Colocando toda a cautela de lado você corre à toda velocidade em direção ao elemental. Quando ele lhe vê seus olhos escarlates fitam a sua espada por um momento. No momento seguinte você está extremamente próximo a ele, como que possuído. Você balança a sua espada congelante em direção ao peito do elemental, ele consegue ascender apenas no último instante, sendo cortado ao meio, na altura da barriga.
O elemental solta um grito gutural, obviamente inumano. Ele mergulha sobre você, achando que sua guarda está aberta. Tolo… Conforme o elemental lhe envolve Você cerra um pouco os olhos, não pelo calor, mas pela luminosidade intensa. Com um movimento ágil você passa a espada congelante rente à sua armadura, sentindo um calafrio e os gritos cada vez mais intensos do elemental.
Ele desiste de envolvê-lo, mas parece debilitado demais para se mover com a agilidade de antes. Seu corpo, se é que podemos chamar assim no momento, tem apenas um braço, metade do peito e metade da face, com apenas um olho. Acabando com seu sofrimento você estoca sua espada através do coração das chamas, fazendo-o implodir e deixando a sala escura. Sem mais o que fazer na sala escura você [[segue adiante|Quarto andar]]Após recitar as palavras de poder e reproduzir os gestos arcanos apropriados você sente um súbito frescor, como se saísse debaixo do sol, em um dia quente de verão, para baixo da refrescante sombra de uma árvore.
Escudo erguido, espada preparada, você marcha em direção ao elemental. Ele lhe enxerga quase que instantaneamente, fixando seu olhar escarlate em sua movimentação, seguindo-o atentamente. Ele não tem exatamente uma calda, mas você sente como se ele repentinamente começasse a serpentear pelo ar em sua direção. Quando se aproxima o suficiente você estoca sua espada na altura de seu peito, onde as chamas são mais fortes e intensas. Nada…
Com uma gargalhada estrondosa e certamente não humana ele estende as mãos em sua direção, você tenta colocar o escudo entre vocês mas ele apenas serpenteia pela lateral e queima o seu rosto. Nada… Ambos trocam mais alguns golpes, tentando achar uma fraqueza em seu oponente mas desprovidos das ferramentas para tal…
Após algum tempo ambos começam a rir do absurdo da situação. Quando param de rir o elemental volta para o centro da sala, ignorando-o completamente. Você, por outro lado, aproveita para ir embora da sala, [[antes que a magia acabe…|Quarto andar]]Você recita as palavras de poder e faz alguns poucos gestos arcanos. A sua espada é envolta em uma nuvem gélida, tornando difícil observar o seu contorno natural. A umidade do ar condensa e congela ao tocar a lâmina, formando pequenos cristais de gelo tão afiados quanto o alguns dos melhores aços, apesar de quebradiços e temporários.
Escudo erguido, espada preparada, você marcha em direção ao elemental. Ele lhe enxerga quase que instantaneamente, fixando seu olhar escarlate em sua espada, seguindo-a atentamente. Ele não tem exatamente uma calda, mas você sente como se ele repentinamente começasse a serpentear pelo ar em sua direção. Quando se aproxima o suficiente você estoca sua espada na altura de seu peito, onde as chamas são mais fortes e intensas.
O elemental serpenteia para o lado, evitando que a espada acerte o coração das chamas. Ela acerta, contudo, em seu ombro esquerdo. O elemental grita em agonia, apesar do som ser claramente não humano ele é bem característico. Serpenteando novamente para trás os olhos arregalados do elemental expressam algo… Medo…
Confiante, você avança em direção ao monstro de maneira mais acelerada. Ele serpenteia em várias direções, tentando evitá-lo:
|elemental>[\
(link:"Seguir adiante, atento ao elemental"|Quarto andar)[\
(replace: ?elemental)[\
Você avança em direção ao elemental, como se quisesse persegui-lo, ele o evita até vocês passarem em frente à escada, quando ele prossegue, você não. Até o elemental notar que você não está mais perseguindo-o você já subiu três quartos da escada, [[deixando-o para trás.|Quarto andar]]
\]](link:"Perseguir e exterminar o elemental")[\
(replace: ?elemental)[\
(set: $dano to it +1)\
O elemental continua a evadir a sua presença, mostrando maior velocidade que você. “O ponto claro…”, você pensa, alterando sua rota. Poucos momentos depois você tem o elemental exatamente onde queria. Por ele ter de passar de lado entre as colunas você conseguiu prendê-lo próximo ao ponto que ele não consegue ir.
Com a coluna entre ambos você finta e trabalha no jogo de pés, esperando uma oportunidade. O elemental sofre pequenos cortes mas nada muito significativo. Após certo tempo dessa guerra de atrito ele se cansa e mergulha no ponto claro entre as colunas três e quatro. A explosão lhe pega de surpresa, chamuscando o seu rosto, projetando-o para trás e queimando sua pele em diversos pontos. “Um elemental a menos no mundo”, você pensa enquanto [[sobe para o próximo andar|Quarto andar]]
\]]](if: $envenenado)[(set: $dano to it +1)\
A sensação gélida se transforma em ardencia. Seu corpo parece queimar por dentro.
\]Ao acabar de subir as escadas a parede se fecha atrás de você. Apesar do formato círcular da torre você está em uma sala completamente quadrada, com quatro metro de altura e luz mágica vindo das junções das paredes com o teto e com o chão, deixando a sala agradavelmente iluminada, apesar de não haver muito o que observar nela. Paredes, chão e teto são do mesmo tipo de pedra do resto da torre, a única diferença é um espelho, do chão ao teto, quatro por quatro metros, bem no centro da sala.
O espelho não têm bordas adornadas, é feito todo do mesmo material e têm apenas alguns milímetros de espessura, dando a impressão de fragilidade. Ao circular o espelho você nota que não há caminho para fora da sala. Sem muitas opções você analisa o espelho e vê sua imagem de uma maneira extremamente cristalina, não existe o menor resquício de pó ou borrões, o espelho lhe reflete exatamente como você é. Ficar vendo seu reflexo no espelho não vai ajudar, você decide:
[[Tocar no espelho|Memoria 4]]
[[Quebrar o espelho|Espelho quebrado]](set: $espelhoquebrado to true)Você ergue sua espada e golpeia o centro do espelho com vigor. Ele fragmenta em milhares de pedaços que durante a queda se tornam uma espécie de pó. Uma passagem se abre no meio da parede oposta à qual você entrou, revelando escadas ascendentes, uma lufada de ar fresco invade a sala, fazendo o pó do espelho rodopiar no ar e sumir, como se nunca houvesse existido. “Antes todos os andares fossem fáceis assim”, você pensa, conforme sobe as escadas para o [[próximo andar.|Quinto andar]]Ao tocar o espelho um súbito clarão envolve a sala, fazendo-o fechar os olhos instintivamente. Antes de abrir-los novamente você sente a brisa do mar em sua pele e ouve o distante canto dos pássaros. Ao abrir-los vê o oceano à sua frente, seus pés descalços sentem a areia morna da manhã, ela se estende para ambos os seus lados a perder de vista. Ao olhar para trás vê uma floresta, julgando pelo cenário e posição do sol você sabe onde está. Tarniél, o reino dos elfos, ao sul de Iruthil.
“Bonito, não?”, você ouve sua voz lhe dizendo a alguns metros de distância e vira-se rapidamente em direção a ela. Onde a poucos instantes não havia nada agora há uma cópia perfeita de si mesmo, ambos estão vestidos com roupas élficas e descalços. Seu clone possui um sorriso amigável nos lábios, mas você nota que apenas seus lábios estão sorrindo, não os seus olhos, dando um aspecto ameaçador a um observador mais atento. O que você responde?
[[“Lindo”|Memoria 5 lindo]]
[[“Quem é você?|Memoria 5 quem]]
[[“Não se aproxime!”|Memoria 5 longe]]
[[Nada, apenas fica quieto|Memoria 5 quieto]]“Obrigado”, diz o clone com um sorriso mais sincero e divertido. “Mamãe nos trazia aqui e falava sobre o equilíbrio, que nossa raça jurou defender, você lembra?”. Seu primeiro instinto é o de balançar a cabeça negativamente, você não se lembra de ter estado em Tarniél antes de sua maioridade, em um contrato para livrar o litoral élfico de grupos de orcs selvagens. Ainda assim algo profundo lhe diz que isso é verdade, de certa forma... Você acena confirmando.
“Não temos defendido nada”, o clone continua, “Não por falta de poder e sim por falta de vontade, sua vontade…”, o clone lança um olhar acusatório e sua expressão exibe uma fúria fria, intensa, perigosa… “Os humanos não vão parar, você sabe disso. Eles vão destruir tudo o que prezamos, tudo o que amamos. Nós iremos falhar em nossa missão e a culpa é tão sua quanto do resto deles”, o clone aponta ao norte, em direção da floresta, “Com seu concelho preguiçoso e sua cegueira. Já lutamos guerras contra anões e orcs, o que os faz pensar que os humanos são diferentes? O que os faz pensar que qualquer deles pretende parar?”
Você tenta processar a informação. Algo de você compreende e concorda com o clone, apesar disso lhe entristecer imensamente. Todo o resto não vê sentido algum em suas palavras, você nunca jurou defender nada além de seus irmãos de armas, juramento que nunca foi quebrado. Você também nunca teve preconceito contra humanos, nem em seu lado mais obscuro. O que pode ser esse clone? Antes de chegar a uma conclusão você é teleportado para [[um lugar frio|Memoria 6]]“Você me conhece, eu sou você por dentro”, diz o clone com certa tristeza. “Mamãe nos trazia aqui e falava sobre o equilíbrio, que nossa raça jurou defender, você lembra?”. Seu primeiro instinto é o de balançar a cabeça negativamente, você não se lembra de ter estado em Tarniél antes de sua maioridade, em um contrato para livrar o litoral élfico de grupos de orcs selvagens. Ainda assim algo profundo lhe diz que isso é verdade, de certa forma... Você acena confirmando.
“Não temos defendido nada”, o clone continua, “Não por falta de poder e sim por falta de vontade, sua vontade…”, o clone lança um olhar acusatório e sua expressão exibe uma fúria fria, intensa, perigosa… “Os humanos não vão parar, você sabe disso. Eles vão destruir tudo o que prezamos, tudo o que amamos. Nós iremos falhar em nossa missão e a culpa é tão sua quanto do resto deles”, o clone aponta ao norte, em direção da floresta, “Com seu concelho preguiçoso e sua cegueira. Já lutamos guerras contra anões e orcs, o que os faz pensar que os humanos são diferentes? O que os faz pensar que qualquer deles pretende parar?”
Você tenta processar a informação. Algo de você compreende e concorda com o clone, apesar disso lhe entristecer imensamente. Todo o resto não vê sentido algum em suas palavras, você nunca jurou defender nada além de seus irmãos de armas, juramento que nunca foi quebrado. Você também nunca teve preconceito contra humanos, nem em seu lado mais obscuro. O que pode ser esse clone? Antes de chegar a uma conclusão você é teleportado para [[um lugar frio|Memoria 6]]“Isso é impossível”, o clone diz balançando negativamente a cabeça. “Mamãe nos trazia aqui e falava sobre o equilíbrio, que nossa raça jurou defender, você lembra?”. Seu primeiro instinto é o de balançar a cabeça negativamente, você não se lembra de ter estado em Tarniél antes de sua maioridade, em um contrato para livrar o litoral élfico de grupos de orcs selvagens. Ainda assim algo profundo lhe diz que isso é verdade, de certa forma... Você acena confirmando.
“Não temos defendido nada”, o clone continua, “Não por falta de poder e sim por falta de vontade, sua vontade…”, o clone lança um olhar acusatório e sua expressão exibe uma fúria fria, intensa, perigosa… “Os humanos não vão parar, você sabe disso. Eles vão destruir tudo o que prezamos, tudo o que amamos. Nós iremos falhar em nossa missão e a culpa é tão sua quanto do resto deles”, o clone aponta ao norte, em direção da floresta, “Com seu concelho preguiçoso e sua cegueira. Já lutamos guerras contra anões e orcs, o que os faz pensar que os humanos são diferentes? O que os faz pensar que qualquer deles pretende parar?”
Você tenta processar a informação. Algo de você compreende e concorda com o clone, apesar disso lhe entristecer imensamente. Todo o resto não vê sentido algum em suas palavras, você nunca jurou defender nada além de seus irmãos de armas, juramento que nunca foi quebrado. Você também nunca teve preconceito contra humanos, nem em seu lado mais obscuro. O que pode ser esse clone? Antes de chegar a uma conclusão você é teleportado para [[um lugar frio|Memoria 6]]O clone lhe encara por alguns momentos, contemplando o silêncio ao seu lado, como se a conexão de vocês fosse muito maior que palavras. “Mamãe nos trazia aqui e falava sobre o equilíbrio, que nossa raça jurou defender, você lembra?”. Seu primeiro instinto é o de balançar a cabeça negativamente, você não se lembra de ter estado em Tarniél antes de sua maioridade, em um contrato para livrar o litoral élfico de grupos de orcs selvagens. Ainda assim algo profundo lhe diz que isso é verdade, de certa forma... Você acena confirmando.
“Não temos defendido nada”, o clone continua, “Não por falta de poder e sim por falta de vontade, sua vontade…”, o clone lança um olhar acusatório e sua expressão exibe uma fúria fria, intensa, perigosa… “Os humanos não vão parar, você sabe disso. Eles vão destruir tudo o que prezamos, tudo o que amamos. Nós iremos falhar em nossa missão e a culpa é tão sua quanto do resto deles”, o clone aponta ao norte, em direção da floresta, “Com seu concelho preguiçoso e sua cegueira. Já lutamos guerras contra anões e orcs, o que os faz pensar que os humanos são diferentes? O que os faz pensar que qualquer deles pretende parar?”
Você tenta processar a informação. Algo de você compreende e concorda com o clone, apesar disso lhe entristecer imensamente. Todo o resto não vê sentido algum em suas palavras, você nunca jurou defender nada além de seus irmãos de armas, juramento que nunca foi quebrado. Você também nunca teve preconceito contra humanos, nem em seu lado mais obscuro. O que pode ser esse clone? Antes de chegar a uma conclusão você é teleportado para [[um lugar frio|Memoria 6]]As escadas o levam a uma sala muito escura, até os últimos degraus foram um desafio aos olhos, sendo mais tateados que vistos. Você precisa urgentemente de uma fonte de luz, afinal não sabe o que esperar.
(if: $mlight1 is true)[\
|choice>[\
(link:"Criar luz")[\
(set: $lightson to true)\
(replace: ?choice)[\
Você canaliza as energias arcanas e as transforma em luz, iluminando a sala de maneira completa. A sala é quadrada, como a anterior, mas essa tem cerca de seis metros de altura. Antes essa sala estivesse vazia como a anterior, você avista um ser grotesco entre as paredes e o teto ao canto esquerdo oposto da sala.
O ser aparenta ser uma amontoado de músculos expostos, sem pele alguma, coberto por cipós entremeadas à carne. Cada um de seus antebraços é ladeado por uma lâmina de mais de um metro, aparentemente feita de um longo e afiado osso. É difícil precisar o seu tamanho nesta posição, mas você acredita que tenha ao menos três metros de altura. Seus pés possuem garras fortes, firmemente cravadas às fissuras entre as pedras. Pela extensão e retesamento de suas pernas você acredita que ele seja um exímio saltador. Sua análise se prova correta...
Com uma força estrondosa o monstro se projeta em sua direção, com um braço para o alto e outro baixo. Você consegue colocar seu escudo entre a lâmina e seu corpo, observando lascas de madeira densa voarem e barras de metal gritarem em protesto. Pela força do golpe você é projetado e gira no seu eixo, conseguindo por pouco manter o equilíbrio. O monstro aterrissa, gira e tensiona novamente as pernas. Você:
(if: $mdetect3 is true)[\
(link: "Detecta se o monstro possui pontos fracos")[\
(set: $weakspot to true)\
Você aproveita a boa visibilidade e a pequena pausa do monstro para canalizar as energias arcanas em busca de informação. O fluxo do monstro é incrivelmente denso em toda a parte das costas, mas sua barriga é um bocado mais frágil, incluindo os cipós. Você percebe que a fonte desse desequilíbrio é um nódulo à direita do fígado. Se você conseguir a oportunidade de acertá-lo nesse ponto pouco denso certamente terá uma vantagem considerável.]
][[Aguarda a próxima investida|Fase 2]]\
]]
(link:"Acender a tocha")[\
(set: $torchon to true)\
(replace: ?choice)[\
Acender a tocha traz uma certa claridade à sala. Você consegue ver que o teto desta é bem mais alto, com seis metros, e que ela é quadrada como a anterior. Há algo se movendo no canto da sala, parece humanoide e…
Com uma força estrondosa o monstro se projeta em sua direção, com um braço para o alto e outro baixo. Lâminas estão presas a seus antebraços, “droga…”, você pensa. Você começa a preparar seu escudo mas o monstro está se aproximando rápido demais, você sabe que não vai conseguir entrar em uma posição defensiva ideal… Se você recuar sua perna direita seu flanco ficará exposto, se proteger o flanco expõe a perna…
|defesa>[\
(link:"Proteger o flanco")[\
(set: $bleeding to true)\
(set: $dano to it +1)\
(replace: ?defesa)[\
Você ergue seu escudo, dando prioridade ao seu flanco. O monstro lhe acerta duas vezes quase que instantaneamente. A primeira delas em seu escudo, erguendo lascas de madeira densa e arrancando gritos das barras de metal. A segunda em sua perna direita, cortando armadura e carne até a altura do osso. “Isso é ruim”, você pensa tentando conter a dor angustiante causada pela laceração, pela quantidade de sangue jorrando pela ferida o golpe deve ter cortado a sua artéria femoral.
A força massiva do golpe o faz girar em seu eixo, você não consegue ver o monstro, que provavelmente recuou rapidamente a um canto mais escuro após o golpe. Você têm três objetos extremamente necessarios, espada, escudo e tocha, mas apenas duas mãos. Sem a espada você não têm chance de derrotar o monstro, logo a escolha é entre a tocha e o escudo.
[[Jogar a tocha no chão e ficar com o escudo|Fase 2 sem tocha]]
[[Largar o escudo e ficar com a tocha|Fase 2 sem escudo]]
\]]
(link:"Proteger a perna")[\
(set: $dano to it +2)\
(replace: ?defesa)[\
Você ergue seu escudo, dando prioridade à sua perna. O monstro lhe acerta duas vezes quase que instantaneamente. A primeira delas em seu flanco, rasgando a lateral de sua barriga e quebrando diversas costelas no caminho. Você cerra os dentes e solta um grito abafado, aparentemente nenhum órgão vital foi atingido, mas você não sabe o quanto disso foi sorte e o quanto foi habilidade. A segunda em seu escudo, erguendo lascas de madeira densa e arrancando gritos das barras de metal.
A força massiva do golpe o faz girar em seu eixo, você não consegue ver o monstro, que provavelmente recuou rapidamente a um canto mais escuro após o golpe. Você têm três objetos extremamente necessários, espada, escudo e tocha, mas apenas duas mãos. Sem a espada você não têm chance de derrotar o monstro, logo a escolha é entre a tocha e o escudo.
[[Jogar a tocha no chão e ficar com o escudo|Fase 2 sem tocha]]
[[Largar o escudo e ficar com a tocha|Fase 2 sem escudo]]
\]]\
]
]]]
](else:)[\
(link:"Acender a tocha")[\
(set: $torchon to true)\
Acender a tocha traz uma certa claridade à sala. Você consegue ver que o teto desta é bem mais alto, com seis metros, e que ela é quadrada como a anterior. Há algo se movendo no canto da sala, parece humanoide e…
Com uma força estrondosa o monstro se projeta em sua direção, com um braço para o alto e outro baixo. Lâminas estão presas a seus antebraços, “droga…”, você pensa. Você começa a preparar seu escudo mas o monstro está se aproximando rápido demais, você sabe que não vai conseguir entrar em uma posição defensiva ideal… Se você recuar sua perna direita seu flanco ficará exposto, se proteger o flanco expõe a perna…
|defesa>[\
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Você ergue seu escudo, dando prioridade ao seu flanco. O monstro lhe acerta duas vezes quase que instantaneamente. A primeira delas em seu escudo, erguendo lascas de madeira densa e arrancando gritos das barras de metal. A segunda em sua perna direita, cortando armadura e carne até a altura do osso. “Isso é ruim”, você pensa tentando conter a dor angustiante causada pela laceração, pela quantidade de sangue jorrando pela ferida o golpe deve ter cortado a sua artéria femoral.
A força massiva do golpe o faz girar em seu eixo, você não consegue ver o monstro, que provavelmente recuou rapidamente a um canto mais escuro após o golpe. Você têm três objetos extremamente necessarios, espada, escudo e tocha, mas apenas duas mãos. Sem a espada você não têm chance de derrotar o monstro, logo a escolha é entre a tocha e o escudo.
[[Jogar a tocha no chão e ficar com o escudo|Fase 2 sem tocha]]
[[Largar o escudo e ficar com a tocha|Fase 2 sem escudo]]
\]]
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(set: $dano to it +2)\
(replace: ?defesa)[\
Você ergue seu escudo, dando prioridade à sua perna. O monstro lhe acerta duas vezes quase que instantaneamente. A primeira delas em seu flanco, rasgando a lateral de sua barriga e quebrando diversas costelas no caminho. Você cerra os dentes e solta um grito abafado, aparentemente nenhum órgão vital foi atingido, mas você não sabe o quanto disso foi sorte e o quanto foi habilidade. A segunda em seu escudo, erguendo lascas de madeira densa e arrancando gritos das barras de metal.
A força massiva do golpe o faz girar em seu eixo, você não consegue ver o monstro, que provavelmente recuou rapidamente a um canto mais escuro após o golpe. Você têm três objetos extremamente necessários, espada, escudo e tocha, mas apenas duas mãos. Sem a espada você não têm chance de derrotar o monstro, logo a escolha é entre a tocha e o escudo.
[[Jogar a tocha no chão e ficar com o escudo|Fase 2 sem tocha]]
[[Largar o escudo e ficar com a tocha|Fase 2 sem escudo]]
\]]\
]]]O vento gélido é cortante na pele, a grossa camada de neve sob seus pés descalços só faz piorar a sensação. Perfeitamente sincronizados, você e o clone, pronunciam palavras de poder e alguns gestos de forma quase que displicente, tão pouca atenção foi prestada no ritual que você não consegue ao menos se lembrar qualquer detalhe específico, a energia arcana fluiu tão livremente que seu espírito não mostra o menor sinal de cansaço.
Mesmo pensando brevemente nesses detalhes, que normalmente o deixariam espantado com tamanha sincronia arcana, sua mente não parece realmente surpresa ou preocupada, parte de você sabe que nada ocorreu além do esperado. Seja como for nem você nem seu clone demonstram mais nenhum desconforto com o clima. A neve soprada pelo forte vento ao leste parece deixar todo o seu aspecto mortal ao tocar em sua pele, substituído por uma leve sensação de cócegas, como um beijo amoroso ao lhe dar boas vindas.
Seu espirito está dividido. Você já esteve nesse lugar, mas não consegue a menor lembrança de quando ou porque. Mesmo assim o nome do local lhe vêm à mente, Gosnnaya, ao nordeste do Reino, um dos reinos humanos. Tendo estado na Gosnnaya ou não a visão ao redor é chocante. Árvores truncadas até onde a vista alcança, um rio tão profanado que não consegue ao menos congelar neste frio devastador, de cor amarronzada pela podridão nele contida.
Sem entender o porque essa imagem lhe afeta tanto você caí de joelhos, lágrimas escorrendo copiosamente de ambos lados do seu rosto, cristalizando em diamantes perfeitos ao deixar a sua aura e entrar em contato com o ar. Seu clone têm razão, você sabe no fundo do seu ser, os humanos devem pagar. Você olha para ele, nenhuma palavra é necessária e nenhuma é dita, ambos andam em direção ao outro. Ao se encostarem vocês se fundem em um [[clarão de luz|De volta ao espelho]]Quando o clarão cessa você está de volta à torre. O espelho não está mais no meio da sala, ao olhar para frente você apenas vê uma escada ascendente na parede oposta à qual você chegou neste andar. Ainda não entendendo a totalidade do que viu e sem nada para fazer nesta sala vazia você segue para o [[próximo andar.|Quinto andar]]Dada a boa iluminação você consegue ver cada movimento do monstro e percebe que isso o deixa desconfortável. Você persegue o monstro, encurralando-o em um canto da sala, aproveitando-se do aparente receio que ele têm de passar por cima de você. Ele tensiona suas pernas, pronto para saltar.
(if: $weakspot is true)[\
(link:"Mergulhar por baixo do monstro e atingir seu ponto fraco")[\
O monstro salta violentamente em sua direção. Você se atira no chão, com as pernas para frente, por baixo do pulo do monstro. A lâmina direita dele acerta violentamente o seu escudo, que salva sua perna de um destino pior. Sua lâmina, entretanto, teve um desempenho muito mais satisfatório. Esperando o momento certo, vendo claramente o ponto fraco do monstro, você estoca sua espada precisamente no nódulo à direita do fígado.
O monstro grunhe de dor e desespero enquanto cai ao chão de forma arrastada e em agonia. Tendo diversos espasmos enquanto sangue e pus fluem livremente pela ferida, espirrando violentamente por toda a sala. Seus movimentos se tornam progressivamente mais lentos e ele, finalmente, deixa de se mover. Sua posição final é contorcida, com olhos abertos, totalmente brancos e sua boca aberta em uma expressão pavorosa.
Analisando o monstro mais de perto você se lembra de algo a respeito de sua espécie. Os talhadores geralmente são criados a partir de uma fusão de conhecimentos necromânticos e druídicos. Seja lá quem criou esse monstro não deve ser subestimado. Não a nada mais a ser feito nessa sala, você [[segue em direção ao próximo andar|Sexto andar]]]]\
(else:)[\
|tatica>[\
(link:"Ter uma postura agressiva")[\
(replace: ?tatica)[\
O monstro salta violentamente em sua direção. Você se atira no chão, com as pernas para frente, por baixo do pulo do monstro. A lâmina direita dele acerta violentamente o seu escudo, que salva sua perna de um destino pior. Sua lâmina, entretanto, teve um desempenho muito mais satisfatório. Ela conseguiu abrir o monstro do peito à virilha, derramando sangue em abundância sobre o seu corpo enquanto você desliza pelo chão.
O monstro cai ruidosamente no chão, completamente imóvel, o sangue empoçando no chão à sua volta.
[[Subir para o próximo andar|Fase 3 escada]]
[[Decapitar o monstro|Fase 3 decapitado]]]]
(link:"Ter uma postura defensiva")[\
(replace: ?tatica)[\
Você ergue seu escudo, aguardando o impacto. O monstro, entretanto, lhe surpreende. Com um salto rápido em direção ao teto e outro do teto para trás de você ele claramente antecipou a sua tática. Você gira em torno de seu eixo, em direção ao monstro, na esperança de colocar o seu escudo na rota de suas lâminas. Tarde demais...
Embora seu escudo consiga se interpor entre a lâmina direita e seu alvo à esquerda encontra o caminho até seu pescoço, continuando o movimento até a parte traseira de seu escudo, também cortando-o no processo. Você vê o mundo girar algumas vezes até sua cabeça atingir o chão, vendo o monstro se aproximar dela antes de perder a consciência.
GAME OVER]]]]{
(set: $mlight1 to true)
(set: $mdetect3 to true)
(set: $mheal1 to false)
(set: $mheal2 to false)
}
[[Quinto andar]]Você joga a sua tocha em direção ao centro da sala e busca ficar em sua proximidade, tomando cuidado para não pisar nela por acidente. Os segundos passam demoradamente, o monstro está em completo silêncio, espreitando em algum canto escuro, esperando um momento de distração. Você não dará esse prazer a ele.
Nada… Por alguns momentos você cogita se dirigir às escadas e torcer para que o próximo andar tenha alguma barreira para bloquear o progresso da criatura. Não, fatalmente a ausência de luz criaria a oportunidade perfeita para o monstro pegá-lo de surpresa. Só resta esperar…
O seu braço esquerdo começa a cansar pelo peso do escudo erguido, seu ferimento também não ajuda em nada a situação. Você consegue notar a sua força diminuindo gradativamente, seus reflexos ficando progressivamente mais custosos.
“Talvez eu de…”, seu pensamento é cortado abruptamente, ele não foi o único. Por um momento a sala toda parece girar descontroladamente, parando com um baque súbito e uma pancada em sua cabeça. Do seu ângulo de visão, por um breve momento, você consegue ver o seu corpo, parado, sem cabeça, quando ele começa a cair você deixa de ver.
GAME OVER(set: $dano to it +1)Você larga o seu escudo, que atinge o chão ruidosamente. Com a tocha em sua mão esquerda e a espada em sua mão direita começa a procurar pelo monstro, tomando cuidado para não ficar aberto a ataques e não fazer movimentos bruscos, para não agravar os ferimentos. \
(if: $bleeding is true)[O sangue ainda flui em abundância através do ferimento em sua perna, você precisa de um vitória rápida para cuidar disso ou irá se esvair em sangue. ]O monstro não parece ter a menor pressa, espreitando silenciosamente, estudando o momento certo.
Adotando uma postura mais agressiva você aumenta a velocidade, traçando uma rota a fim de encurralar o monstro. Funciona, após alguns momentos você o encontra em um canto, momentos antes do mesmo saltar em sua direção, apressado para deixar seu cativeiro improvisado.
Sem um escudo só lhe resta uma única opção. Você se atira no chão, com as pernas para frente, por baixo do pulo do monstro. A lâmina direita dele acerta o exterior da sua coxa esquerda, fazendo seu corpo tremer de dor enquanto o sangue espirra mais uma vez pela sala. Sua lâmina, entretanto, teve um desempenho muito mais satisfatório. Ela conseguiu abrir o monstro do peito à virilha, derramando sangue em abundância sobre o seu corpo enquanto você desliza pelo chão.
O monstro cai ruidosamente no chão, completamente imóvel, o sangue empoçando no chão à sua volta. Seu próprios ferimentos não são nada leves, eles precisam de cuidados urgentes ou o próximo em uma poça do próprio sangue será você.
[[Cuidar dos ferimentos|Fase 3 cura]]
[[Subir para o próximo andar|Fase 3 escada]]
[[Decapitar o monstro|Fase 3 decapitado]]Com o monstro fora do caminho você se concentra em seus ferimentos. (if: $bleeding)[Especialmente do sangramento profuso vindo de sua coxa, (if: $mheal1 or $mheal2 is true)[você concentra as energias arcanas em torno da ferida, fechando-a o suficiente para evitar o sangramento. ](else:)[porém obtendo pouco sucesso enquanto o sangue continua a fluir em abundância através da gaze. ]]Subitamente ouve algo que faz seu sangue gelar. Ruídos de garras arranhando pedras, perigosamente próximas atrás de você.
Ao erguer-se e virar em direção à ameaça você (if: $lightson is true)[vê o monstro de pé, com a ferida fechada e ambos os braços abertos e levantados](else:)[vê a silhueta do monstro, em pé, em meio a fraca iluminação vinda da tocha]. Com um movimento rápido ele trás as duas lâminas pelas laterais de seu pescoço. Sua cabeça gira algumas vezes antes de bater no chão, seu olhos virados em direção às escadas, antes da escuridão completa lhe envolver.
GAME OVERCom o monstro fora do caminho você não deseja passar mais um momento nesta sala. Você segue em direção às escadas, esperando que o próximo andar se mostre mais tranquilo. Passando pelo monstro, imóvel em sua poça de sangue, você pensa “Já foi tarde”. Quando seu pé alcança o primeiro degrau você ouve algo que faz seu sangue gelar. Ruídos de garras arranhando pedras, perigosamente próximas atrás de você.
Ao virar-se em direção à ameaça você (if: $lightson is true)[vê o monstro de pé, com a ferida fechada e ambos os braços abertos e levantados](else:)[vê a silhueta do monstro, em pé, em meio a fraca iluminação vinda da tocha]. Com um movimento rápido ele trás as duas lâminas pelas laterais de seu pescoço. Sua cabeça gira algumas vezes antes de bater no chão, seu olhos virados em direção às escadas, antes da escuridão completa lhe envolver.
GAME OVER“Quando a besta está no chão, principalmente uma que você não conheça profundamente, eu digo. Corte a cabeça”, dizia a tenente Octávia, entre tragadas de seu cachimbo laqueado, para dezenas de soldados atentos na taverna. “Já tive minha cota de bastardos traiçoeiros cravando dentes, garras e punhais nas minhas costas”, ela vira de costas, puxa o rabo de cavalo para o lado e levanta a túnica para mostrar que está falando a verdade. “Nove em cada dez desses bastardos, eu digo, não funcionam sem a cabeça”. Todos riram na ocasião, você lembra da sabedoria em suas palavras.
“Na vida aprendemos pelo amor ou pela dor”, você pensa ao se aproximar do monstro, imóvel em sua poça de sangue, e levantar a sua espada. Antes de baixá-la, para decapitar o monstro, vê um leve movimento cruzar o seu semblante, você esboça um pequeno sorriso enquanto desce a espada, “Obrigado, Octávia…”, pensa.
O golpe é certeiro e poderoso, você consegue cortar o pescoço de monstro praticamente inteiro em um golpe. Ele começa a se debater, agitando os braços desesperadamente, conseguindo inclusive se erguer novamente. Você mergulha ao chão, esquivando dos braços e pernas agitando em frenesi. O monstro só piora a própria situação ao se debater, perdendo cada vez mais sangue e, finalmente, acabando por acabar de arrancar a própria cabeça, por conta de seus movimentos bruscos.
(if: $torchon is true)[Você aproveita a certeza de que o monstro está realmente morto para cuidar de seus ferimentos. (if: $bleeding)[Especialmente do sangramento profuso vindo de sua coxa, (if: $mheal1 is true or $mheal2 is true)[(set: $bleeding to false)você concentra as energias arcanas em torno da ferida, fechando-a o suficiente para evitar o sangramento. ](else:)[porém obtendo pouco sucesso enquanto o sangue continua a fluir em abundância através da gaze.]]
]Analisando o monstro mais de perto você se lembra de algo a respeito de sua espécie. Os talhadores geralmente são criados a partir de uma fusão de conhecimentos necromânticos e druídicos. Seja lá quem criou esse monstro não deve ser subestimado. Não a nada mais a ser feito nessa sala, você [[segue em direção ao próximo andar|Sexto andar]](if: $bleeding is true)[\
Ao começar a subir as escadas a sua perna direita falha e você cai. O sangramento foi muito forte, muito prolongado, não havia nada que você pudesse fazer para contê-lo… Ao longe você vê os contornos de seu valoroso oponente. Antes de seu já pálido corpo sucumbir pela falta de sangue você pensa:
“Foi uma boa morte…”
GAME OVER]\
(else:)[
Ao acabar de subir as escadas você chega a um andar com o mesmo formato e tamanho que o anterior. Porém este está bem iluminado e não possui nenhum talhador ou qualquer outra ameaça. No lugar de um monstro guardião sedento por sangue você encontra uma escultura circular no meio da sala, feita de mármore, com diversos elfos esculpidos em sua lateral.
A escultura é oca, têm cerca de um metro de altura, está cheia de água cristalina em seu interior e possui, no fundo, um espelho imaculado. As paredes à frente e atrás de você se fecham enquanto observa a escultura. O padrão parece muito semelhante ao de dois andares abaixo, você:
[[Entra na escultura e toca o espelho|Memoria 7]]
[[Entra na escultura e quebra o espelho|Espelho quebrado 2]]
[[Vandaliza as esculturas em forma de elfos|Vandalismo]]]Ao começar a subir as escadas a sua perna direita falha e você cai. O sangramento foi muito forte, muito prolongado, não havia nada que você pudesse fazer para contê-lo… Ao longe você vê os contornos de seu valoroso oponente. Antes de seu já pálido corpo sucumbir pela falta de sangue você pensa:
“Foi uma boa morte…”
GAME OVERAo tocar o espelho, olhando para baixo, você não nota nenhuma diferença. Ao erguer a cabeça você se vê em uma cidade desconhecida e movimentada à sua volta. Você não reconhece em que reino está, mas ele aparenta ser maravilhoso. Grandes prédios de mármore, ruas de tijolos alvos, vegetação, jardins cuidadosamente cuidados…
Seus cidadãos, exclusivamente humanos e anões, vestidos com roupas claras, de poucos ou nenhum detalhe colorido, parecem tranquilos, estejam eles andando ou sentados durante uma agradável conversa. Parte de você deseja morar aí, não parece um estilo de vida particularmente taxativo ou desagradável.
Outra parte de você odeia tudo e todos que seus olhos conseguem ver! Esses prédios são uma afronta à natureza! A terra não consegue gerar vida embaixo dessa camada abominável de solo morto! Plantas mutiladas! Ausencia de animais! Nenhum ciclo e nenhuma essência! Essa cidade é uma afronta a tudo que você deveria representar! [[Essa cidade deve queimar…|Memoria 8]](set: $espelhoquebrado2 to true)Você ergue sua espada e golpeia o centro do espelho com vigor. Ele fragmenta em milhares de pedaços. Os pedaços começam a se dissolver na água enquanto uma passagem se abre na parede oposta à qual você entrou, revelando escadas ascendentes. Quando a passagem está completamente aberta a água mudou de cristalina para negra como o céu sem luar. Sem muito o que fazer nessa sala você segue em direção ao [[próximo andar|Setimo andar]]Entre chutes, golpes com o escudo e com a espada você vai quebrando uma a uma as cabeças dos pequenos elfos de mármore. Após algum tempo distraído em seu mais recente hobby você nota que a água está tomando forma. Não qualquer forma, uma forma humanoide e voluptuosa… Uma ondina! A ondina, recém formada lhe observa com um olhar enigmático, como se esperando uma reação.
|ondina>[\
(link:"Ficar quieto")[\
(replace: ?ondina)[\
A ondina sai da escultura e começa a andar em sua direção de uma maneira lúbrica. Você permanece parado, praticamente enfeitiçado com a aproximação. A ondina então o envolve em um abraço e beija-o demoradamente… Demoradamente demais!
Você não consegue respirar! Ao tentar se afastar a ondina o segue sem muito esforço. Sua boca e nariz estão completamente cheios de água, se tudo continuar assim…
Sua consciência começa a fraquejar, você já não enxerga tão bem. Sua consciencia se vai, conforme você deixa sua vida nos braços da ondina.
GAME OVER]]
(link:"Manter distancia")[\
(replace: ?ondina)[\
A ondina dá uma risadinha charmosa e começa a correr em sua direção. Em um lugar fechado como este não demora muito para ela conseguir te encurralar. Quando consegue ela se lança em sua direção com incrível desenvoltura, abraçando-o e forçando-se contra você. Logo fica claro o seu plano, você não consegue respirar! Ao tentar se afastar a ondina o segue sem muito esforço. Sua boca e nariz estão completamente cheios de água, se tudo continuar assim…
Sua consciência começa a fraquejar, você já não enxerga tão bem. Sua consciência se vai, conforme você deixa sua vida nos braços da ondina.
GAME OVER]]
(link:"Grita “Ê lá em casa!” ")[\
(replace: ?ondina)[\
A ondina se projeta de onde está, rapidamente e sem cerimonias, direto para sua boca… E nariz! A ondina começa a fluir para dentro dos seu pulmões e estômago, forçosamente. Você faz esforços para conseguir respirar mas falha miseravelmente conforme cai de joelhos e tomba para o lado, vítima da fúria das águas.
GAME OVER]]]O último andar é… decepcionante… Você esperava encontrar um poderoso lich sentado em um trono de ossos, derrotá-lo após uma batalha épica e que os bardos cantassem sobre isso por milênios… É… O último andar ocupa toda a largura da torre, mas em vez de um trono de ossos ele tem uma… Cama… Alguns armários, uma escrivaninha… Isso não parece a grande sala do trono de um vilão memorável, isso é um quarto… Um quarto espaçoso, claro, relativamente bem mobiliado, talvez faltem alguns confortos…
“O que estou pensando?!?”, você murmura irritado. Não é hora de ficar pensando em confortos ou como você montaria seu quarto se fosse o vilão(if: $espelhoquebrado2 is false)[ que matou um décimo do continente]… Você veio atrás de algo e não é um quarto ou epifanias sobre decoração. Você analisa o ambiente, buscando alguma informação realmente relevante.
(link:"Procurar na cama")[\
Você revira a cama, procurando… algo de valor. Não que as cobertas e a armação não sejam de boa qualidade, mas não foi atrás disso que você veio, certamente. Não importa o quanto você revire não há nada na cama, talvez dentro do colchão…
(link:"Rasgar o colchão")[\
Você perfura o colchão com sua espada, buscando incessantemente por algo que de algum valor para a jornada… Após alguns momento você tem um bocado de plumas, penas e algodão e seda picotados e amontoados no chão, mas nada de real valor
\]]
(link:"Procurar na escrivaninha")[\
Você vê uma quantidade bastante razoável de papel e tinta mas absolutamente nada de escrito, nenhum diário com planos maléficos, nenhuma receita, nenhuma ameaça de morte, nada...
\]
(if: $mdetect2 is true)[\
(link:"Ativar detecção de magia")[\
Após alguma concentração para permitir que seus olhos vejam o arcano você avista um fluxo particularmente forte vindo de dentro do armário. Ao abrí-lo Você vê uma sequência de portas e gavetas. Cheias de ingredientes alquímicos.
Como você não entende a primeira coisa sobre alquimia decide abrir apenas as portas e gavetas corretas para chegar à fonte mágica. Dentro de uma gaveta você finalmente encontra o que veio buscar. Você não é nenhum joalheiro, mas podem te chamar de sapo se esse diamante não têm ao menos cem quilates.(if: $espelhoquebrado2 is false)[ A memória volta com força… Esse é um dos artefatos utilizados pelo necromante!] Você [[pega o diamante.|Topo]]
\]](else:)[\
(link:"Procurar nos armários")[\
O primeiro armário tem algumas vestes femininas, nada muito rebuscado ou valioso, nenhum fundo falso nem nada suspeito. O segundo armário têm alguns sapatos, um balde, um caldeirão e diversos frascos, provavelmente usados em processos alquímicos.
O terceiro, e último, armário confirma suas suspeitas. Existem quatro portas menores dentro do armário, ao abri-las você se depara com doze gavetas, cuidadosamente númeradas. “Cuidado com gavetas de alquimistas”, você pensa ou lembrar do rosto do pobre Aelius, que ficou permanentemente desfigurado por mexer onde não deveria… Infelizmente assim como Aelius você não têm outra opção:
(link:"Abrir a gaveta 1")[Patas de rã secas]
[[Abrir a gaveta 2]]
(link:"Abrir a gaveta 3")[\
Dentro da gaveta com o número três você finalmente encontra o que veio buscar. Você não é nenhum joalheiro, mas podem te chamar de sapo se esse diamante não têm ao menos cem quilates.(if: $espelhoquebrado2 is false)[ A memória volta com força… Esse é um dos artefatos utilizados pelo necromante!] Você [[pega o diamante.|Topo]]]
(link:"Abrir a gaveta 4")[Absolutamente nada]
[[Abrir a gaveta 5]]
(link:"Abrir a gaveta 6")[Carne crua, talvez de frango, misteriosamente preservada]
(link:"Abrir a gaveta 7")[Alguma espécie de sal, ou algo do genero]
(link:"Abrir a gaveta 8")[Incenso, isso é usado para alquimia?]
(link:"Abrir a gaveta 9")[Asas de diversos insetos diferentes]
[[Abrir a gaveta 10]]
(link:"Abrir a gaveta 11")[(set: $brincos to true)Um par de brincos cravejados de pedras preciosas, você coloca-os na mochila, por segurança...]
[[Abrir a gaveta 12]]
\]]O cenario diurno dá lugar ao noturno. Você não está mais dentro da escultura, observando os patéticos humanos e anões viverem suas vidas medíocres e nocivas. Agora você está em meio ao cemitério, quase no limite da cidade. Seus aliados também estão posicionados. Foram necessários anos para fazê-los compreenderem o que você era e porque não merecia partilhar do destino dos humanos e anões desta cidade. Muitos deles conheciam a sua mãe, isso ajudou, o fato de ser meio-elfo não, nem um pouco…
De qualquer forma agora os elfos-negros entendem, você está ao lado da causa deles. Por Crôfus… Você está À FRENTE da causa deles! Se eles não entenderem isso e quiserem apenas te usar, ótimo, na melhor das situações você consegue escapar, na pior morre defendendo o que acredita… O importante é que estejam preparados, arcos em mãos, aguardando os mensageiros, aguardando os refugiados, aguardando qualquer mortal que pretenda acabar essa noite com a alma presa ao corpo!
Chegou a hora. Canalizando as energias arcanas à sua volta você começa a levantar os mortos. Não um, não cem… Todos os mortos do cemitério. Os que ainda tinham cobertas mortuárias as rasgam, os que já tiveram suas cobertas apodrecidas apenas cavam a terra, controlados pela sua vontade.
O esforço desgasta seu espírito e o seu primeiro artefato, mas o seu esforço ainda não acabou, ah não… Enquanto os mortos se encaminham sorrateiramente para as casas de seus alvos (pois certamente eles estão muito longe de serem vítimas) você canaliza novamente seus poderes arcanos, usando a energia de seu segundo artefato e o restante da sua própria. As nuvens incandescentes começam a se formar sobre a Cidade do Mar. Quando seus mortos-vivos acabam de se posicionar, invadem a primeira casa e derramam a primeira gota de sangue [[o fogo cai dos céus e purifica a cidade…|Memoria 9]]Você acorda na cova que utilizou como proteção após o ritual de expurgo. Ao sair dela vê uma cidade em cinzas. Se os seus cálculos estiverem corretos você dormiu por dois dias e o fogo parou de cair a apenas poucas horas. Ao andar pela antiga cidade você vê apenas colunas, ruínas, fragmentos de ossos e cinzas “Estas cinzas irão renovar o solo”, você pensa.
Você sabe que não encontrará sustento por mais algumas décadas ou séculos nessa terra desolada, mas veio preparado. Você retira uma poção alquímica de sustento de suas vestes e ingere-a, isso deve bastar pelos próximos doze dias, tempo mais que suficiente para ter certeza que não houveram sobreviventes e teleportar de volta para Tarniél.
Enquanto anda pelas ruínas você repassa o seu plano pela milionésima vez, isso se tornou uma espécie de compulsão de uns anos para cá, tudo deve ser perfeito, você não pode falhar… A cidade do mar cai pelas mãos dos mortos e pelas chamas dos céus, Enótita perde sua capital, anões culpam os magos humanos, os humanos culpam os meio-elfos de Iruthil. Com a tensão diplomática interna e externa Enótita fica aberta ao ataque Niroc pelo oeste. Sem Enótita e com a expansão das tribos Niroc os bárbaros formam a base para separar o norte e o sul do Reino… Quase lá… Quase lá… [[Não podem haver testemunhas…|Final do sexto]]“Não podem haver testemunhas… Não podem haver testemunhas… Não podem haver testemunhas… Não podem haver testemunhas… Não podem haver testemunhas… Não podem haver testemunhas… Não podem haver…”, você volta à sala recitando incontrolavelmente a última frase. “Calma…”, você finalmente consegue um pensamento próprio. ”Aquele claramente não era eu, Enótita caiu a séculos, as terras bárbaras cortam o Reino de leste a oeste… Funcionou… O plano desse bastardo funcionou…”
“Milhões de pessoas…”, você murmura. Oito a cada dez dos seus contratos junto aos Irmãos do Aço são para escoltar caravanas pelas terras bárbaras. Você pausa um momento, perplexo ao recapitular quantos reinos caíram pelas mãos dos bárbaros, quantos humanos, meio-elfos e anões, quanto prejuízo para o comércio entre os povos… Foco… Não importa o que essa torre te mostre, você está resoluto em finalizar sua missão. Pelos seus cálculos, julgando o tamanho externo e o interno da torre, [[o próximo andar deve ser o último|Setimo andar]]{
(set: $dano to 3)
(set: $koboldhelp to true)
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}
[[Quarto|Setimo andar]]Ao pegar o (if: $espelhoquebrado2 is true)[diamante](else:)[artefato] um círculo de cerca de um metro de largura se abre no centro do teto, revelando o céu. Em uma de suas extremidades é conjurada uma escada vertical, semi translúcida, até o chão. Você não sabe que tipo de mecanismo ativou essa mudança mas aposta que está diretamente relacionada à sua nova aquisição. Você guarda-a no bolso.
Agora que tem o que veio buscar você sobe a escada, sem muita vontade de continuar arriscando a sua vida à toa. Do topo da torre você consegue ver toda a extensão da floresta, por cima da copa das árvores. Revoadas de pássaros à distância, montanhas no horizonte e um pôr do sol de trazer lágrimas aos olhos. É uma linda vista(if: $espelhoquebrado2 is false)[, digna de um genocida fanático pela natureza].
Após admirar a vista você começa a refletir em como irá descer. Mais de uma passagem vital para sair da torre foi bloqueada durante sua ascensão. Após pensar por alguns momentos você se vê apenas com as seguintes opções:
(if: $mmove1 is true)[\
[[Planar em direção à estrada, por entre as árvores|Planar 2]]
][[Descender pela parte externa da torre até o chão|Descender]]
[[Pular na copa da árvore mais próxima, usando seus galhos para amortecer suavemente a queda|Empalado arvore]]Ao abrir a gaveta uma nuvem verde o envolve, você pula para trás para conseguir respirar e nota que tudo ficou bem maior, ou você está menor. Com uma rápida análise você nota o problema, você é um sapo… “Eu só preciso esperar o efeito alquímico passar…”, você pensa. Você não sabe se é a ausência total de princesas na torre ou algum outro fator mas você não está voltando ao normal…
Algumas horas depois da transformação você desce para o andar anterior (if: $espelhoquebrado2 is true)[mas lembra que ao quebrar o espelho deixou a água negra e pouco convidativa. Infelizmente essa é a única água disponível, já que você não tem mais a capacidade de abrir o seu cantil… Desesperado de sede e vontade de estar em um ambiente mais úmido você pula na água e se dissolve em seu conteúdo.
GAME OVER](else:)[encontrando a escultura e pulando alegremente nela. Mais algumas horas se passam até você ter fome. A comida está com o acesso muito mais fácil que a água, você sobe para o andar superior e faz uma refeição digna de um rei.
Com o passar dos dias a comida da sua mochila acaba. Você desce um andar além da fonte, lembrando do talhador derrotado. A carne dele parece apetitosa… Você consegue sobreviver meses entre a água auto renovável da escultura e a carne do talhador, nenhuma ajuda chega. Hoje você é um sapo feliz, apesar de preocupado com seu estoque futuro de comida.
GAME OVER]Ao abrir a gaveta uma enorme explosão o projeta para a parede mais próxima atrás de você. Você sobrevive à explosão, mas não sobrevive ao impacto na parede…
GAME OVERAo abrir a gaveta algo espirra em seu rosto. A sua visão vai diminuindo rapidamente. Quando você fica completamente cego começa a tatear as gavetas, na esperança de encontrar alguma espécie de antídoto. Você coloca a mão em algumas gavetas, sentindo alguns ingredientes estranhos mas nenhum deles parece ser o antídoto. Até que finalmente, ao abrir uma das gavetas, você ouve uma enorme explosão. Ela o projeta até a parede mais próxima atrás de você, matando-o.
GAME OVERAo abrir a gaveta uma névoa fina é borrifada sobre o seu corpo. Ao começar a se limpar você nota seu corpo endurecendo progressivamente. Após alguns momentos você percebe que está se transformando em pedra! Desesperado você começa a pensar em algo para fazer à respeito mas nada lhe ocorre. Finalmente, sem esperanças, você se contenta em dar o seu melhor sorriso e ao menos não ser petrificado em nenhuma posição vergonhosa.
GAME OVERVocê garante que o escudo esteja bem preso às costas, a espada bem firme na bainha, a mochila bem amarrada e amarra a sua (if: $corda is true)[corda secundária a uma coluna firme. Você se lembra de Sandrus “E se eu perder a minha primeira corda e precisar de uma pra não me espatifar que nem um monte de geléia no chão? O que eu faço? É por isso que eu sempre carrego a Betina aqui comigo”, ele dizia sorridente dando uns tapinhas na sua corda reserva.](else:)[fiel corda a uma coluna firme.]
A descida é relativamente tranquila, certamente mais que a subida. Com a corda amarrada a sua cintura você se salvou de ao menos duas quedas livres, a primeira a cerca de vinte e dois metros do chão, que o mataria com toda a certeza, a segunda a cerca de dez, que no mínimo quebraria sua perna. (if: $corda is true)["Obrigado, Sandrus", você pensa.]
Ao chegar no chão você desamarra a corda da cintura, afrouxa seus equipamentos para uma jornada mais agradável e uma resposta a perigos mais imediata e começa a seguir em direção ao caminho mais tranquilo, em direção a Thalandril. Após poucos metros porém você nota algo alarmante, [[você está cercado|Cercado]]“Tudo bem… Foco!”, você diz gingando o corpo e batendo a palmas das mãos. São cerca de dez metros de queda até a copa da árvore mais próxima, mas você tem convicção que tudo vai ocorrer bem. Indo para o canto oposto da torre para tomar impulso você corre o mais rápido que pode e pula em direção à ela!
Seu corpo é lançado obliquamente, o vento batendo em seu rosto. A sensação de liberdade é incrível! Quando você rompe a primeira camada de folhas a sua velocidade de queda é reduzida… Levemente… Desesperado por diminuir a força do impacto você estende seus braços em direção a um galho próximo. Funciona, sua velocidade reduz abruptamente mas você começa a cair logo em seguida, seus braços não aguentaram a força do impacto e foram fraturados no processo.
Agora sem poder usar os braços e ainda em queda você bate em diversos galhos em seu caminho para baixo, cada um deles quebrando mais alguns ossos até que um último galho, que cresceu em uma posição peculiar, perfura seu abdômen e para a sua queda por completo. Antes de perder a consciência você observa uma família de esquilos, curiosa com o alvoroço, observando-o enquanto você dá seu último, e doloroso, suspiro.
GAME OVERAo canalizar as energias arcanas e entoar as palavras de poder você sente o fluxo de mana percorrer toda a superfície de seu corpo, envolvendo sua aura de uma maneira suave, mas presente. Com uma certeza que somente alguém muito louco ou muito confiante é capaz de ter, você toma impulso e dá um salto de fé em direção a estrada para Thalandril.
A sensação é incrível! Como se milhares de pequeninas mãos o ajudassem a permanecer no ar. A taxa de queda é irrisória, você cogitou à princípio percorrer cerca de vinte ou trinta metros antes de chegar à copa das árvores, você percorre quase duzentos! Quando você desce abaixo das copas, com a magia ainda ativa, consegue pular de galho em galho com suavidade e leveza. A magia também é gentil o suficiente em avisar quando está se esgotando, permitindo tempo o suficiente para descer suavemente ao chão.
Quando você finalmente volta ao solo, quase como se saindo de um sonho, ouve gritos raivosos sendo proferidos por ao menos cinco pessoas. Ao virar a cabeça suavemente, ainda incapaz de afastar a sensação maravilhosa da sua experiência recente, vê cinco guardas com armaduras pesadas correndo em sua direção, três deles levando bestas às costas. Um outro parece vir de muito mais longe, muito atrás do grupo, se você tentar adivinhar o motivo diria que estava de tocaia em alguma árvore próxima à torre e se distanciou dos colegas pela urgência.
(if: $mdetect1 is true)[\
(link:"Detectar se eles são hostis à você")[\
Após alguma concentração e gestos simples você percebe com clareza as intenções do grupo. Eles não são guardas, são mercenários foras da lei que pretendem te matar para obter o que você carrega consigo.
\]](else:)[\
[[Aproximar-se dos guardas, você não tem dívidas com a lei|Conversa guardas]]
\]
[[Aproveitar a dianteira e correr em direção à Thalandril|Correr Thalandril]]
(link: "Largar a mochila e o escudo")[\
(set: $semcarga to true)\
(set: $semescudo to true)\
(set: $semmochila to true)\
Você larga sua mochila e escudo, praticamente eliminando a sua carga. Você agora consegue correr mais rápido e por mais tempo, tornando a jornada de volta muito mais rápida que a de seus perseguidores. Com o (if: $espelhoquebrado2 is true)[diamante](else:)[artefato] em seu bolso, alguma comida de emergência em outro e o cantil em sua cintura não devem haver problemas.
\]
[[Enfrentar os guardas]]Cinco humanos uniformizados, posicionados de forma espalhada, o abordam de três direções diferentes, todos com o mesmo tipo de armadura pesada. Dois deles possuem escudos médios e lanças em mãos, espadas curtas na cintura e facas na lateral da canela. Três deles possuem bestas em mãos, escudos pequenos às costas, espadas curtas na cintura e facas na lateral da canela. A julgar pela tática de emboscada, posicionamento que impossibilita neutralização da companhia inteira com apenas uma magia de área, postura e papéis especializados no combate... Eles são claramente veteranos.
“Será que estão atrás de mim especificamente ou vieram investigar a torre suspeita?”, você pensa, incerto de como proceder nesta situação. Ao que tudo indica eles são guardas e você sabe que as punições àqueles que enfrentam a lei é severa. “Renda-se! Ou usaremos força letal!”, grita um dos guardas que portam uma lança.
(if: $mdetect1 is true)[\
(link:"Detectar se eles são hostis à você")[\
Após alguma concentração e gestos simples, felizmente não percebidos pelos mesmos, você percebe com clareza as intenções do grupo. Eles não são guardas, são mercenários foras da lei que pretendem te matar para obter o que você carrega consigo.
\]](else:)[\
[[Largar as armas e aproximar-se de um dos guardas, você não tem dívidas com a lei|Preso cercado]]
\]
(if: $mforesee1 is true)[\
[[Prever o futuro deste encontro|Badp motherp]]
][[Buscar abrigo atrás de uma árvore|Abrigo cercado]]
[[Enfrentar os guardas diretamente|Enfrentar cercado]]Você se aproxima dos guardas de braços erguidos. Eles correm até estarem a cerca de vinte metros de você, então começam a se agrupar. “Parado!”, grita o primeiro deles, lança em riste, outros três apontam suas bestas previamente armadas em sua direção. Você para, confiante de que não haja o que temer do braço da lei. “Jogue suas armas (if: $semescudo is false)[e escudo ]no chão!”
|executado>[\
(link:"Obedecer")[\
(replace: ?executado)[\
Você joga sua espada (if: $semescudo is false)[e escudo ]no chão e volta a erguer os braços. Momentos após a sua rendição incondicional os três guardas atiraram, acertando seu peito, abdômen e olho. Você não têm tempo de entender o porque antes de cair morto.
GAME OVER
\]]
(link:"Se explicar")[\
(replace: ?executado)[\
“Senhor guarda…”, você começa a dizer antes de ser interrompido por virotes no peito, abdômen e olho. Você não têm tempo de entender o porque antes de cair morto.
GAME OVER
\]]
(link:"Enfrentar os guardas")[\
(replace: ?executado)[\
Você começa a abaixar novamente seus braços, na esperança de combater os supostos guardas de comportamento estranho. (if: $semescudo is false)[Antes de conseguir baixar o seu escudo três](else:)[Três] virotes o atingem no peito, abdômen e olho. Algo em você sabia que não podia confiar neles, infelizmente essa sensação veio tarde demais...
GAME OVER
\]]]Você corajosamente bate em retirada. Após poucos metros os besteiros atiram seus virotes, dois deles errando-o completamente, o outro (if: $semescudo is true)[(set: $dano to it +1)atingindo o seu ombro esquerdo.](else:)[atingindo o escudo em suas costas.] Dado o tempo necessário para a recarga das bestas e o fato de estar bem à frente de seus adversários, você consegue ultrapassar o alcance máximo delas.
A corrida é árdua, mas você treinou a vida inteira para aguentar essa espécie de desafio. O sangue élfico em suas veias também garante maior agilidade para essas situações, gastando menos energia por conta de passos mais graciosos, seus pés não se impõe ao solo, eles conversam com ele.
(if: $dano > $HP)[\
Ao longo do caminho o seu corpo fraqueja. Você vai em direção ao chão, incapaz de se mover. Ao tentar movimentar seus membros eles não respondem. Você perdeu muito sangue. Os ferimentos foram maiores do que você pôde suportar, rapidamente após a queda você perde a consciência e não acorda mais.
GAME OVER
\](else:)[(if: $semcarga is true)[\
Graças à ausência de carga o seu progresso é multiplicado. Você chega à uma estalagem à beira da estrada poucas horas depois do anoitecer, enquanto todos ainda estão alegres por conta da música, cerveja e comida. Você vê cavalos amarrados ao lado de fora, se forem da estalagem certamente poderão ser alugados, se forem dos patronos provavelmente não. Obviamente sempre existe a opção de “pegar emprestado”, mas também é óbvio que isso constitui um crime, às vezes punível com a morte…
[[Entrar na estalagem e tentar alugar um cavalo|Estalagem]]
[[Seguir viagem]]
[[Roubar um cavalo]]
\](else:)[\
Por conta do cansaço acumulado durante o dia o seu ritmo de viagem diminui consideravelmente, mas você ainda parece bem à frente de seus perseguidores, aparentemente humanos. Você chega à uma estalagem à beira da estrada depois da meia noite, na hora de Sinnius, o deus das trevas e maldições. A estalagem está completamente apagada, seus ocupantes certamente dormindo e as portas com toda a certeza trancadas…
Você vê cavalos amarrados ao lado de fora, se forem da estalagem certamente poderão ser alugados, no horário propício, se forem dos patronos provavelmente não. Obviamente sempre existe a opção de “pegar emprestado”, mas também é óbvio que isso constitui um crime, às vezes punível com a morte…
Esperar do lado de fora até de manhã não é uma opção e acordar a todos da estalagem trará mais perda de tempo e confusão do que vale a pena. Isso lhe deixa com apenas duas alternativas:
[[Seguir viagem]]
[[Roubar um cavalo]]
\]]Você corre em direção aos seus oponentes. O fato deles estarem em linha facilita em muito a sua tática. Até eles não estarem mais em linha… Vendo a sua rápida aproximação dois deles param ajoelhados com os escudos à frente e os outros três sacam suas bestas, já armadas e prontas para atirar. (if: $semescudo is true)[Repentinamente a ideia de largar seu escudo e correr contra três oponentes armados com armas de longo alcance parece péssima. Antes de você ter tempo para buscar abrigo o primeiro virote atinge seu pé esquerdo, rapidamente seguido pelo segundo em seu pulmão esquerdo e um terceiro em seu olho direito. Se você não estivesse tão ocupado morrendo talvez até parabenizasse os atiradores, foram tiros impecáveis...
GAME OVER](else:)[O primeiro virote atinge seu pé esquerdo, fazendo-o cerrar os dentes de dor. O segundo e terceiro virotes são bloqueados pelo seu escudo. Você alcança o abrigo atrás de uma árvore e cogita o que fazer nessa situação. Enquanto você ainda está pensando em um plano o primeiro guarda aparece à sua frente.
Você tenta golpeá-lo mas sua postura defensiva é excepcional, como se ele não pretende-se nada além de se defender… “Óh não…“, você pensa, momentos antes de uma lança perfurar as suas costas e sair pelo seu peito. Você morre antes de cair no chão…
GAME OVER]Ao entrar na estalagem você é envolto por uma estrondosa salva de palmas. Atônito, você olha em volta tentando entender a situação e consegue detectar a causa do alvoroço. No pequeno palco, sentado e munido de um alaúde, encontra-se um humano de baixa estatura, roupas extravagantes e pele bronzeada. Pelas características do bardo você imagina que ele venha de Furios, cidade portuária ao sul de Justos, pelos aplausos você imagina que ele realmente sabe o que faz.
Com um sorriso incrivelmente carismático e uma pomposa reverência ele volta a seu alaúde e retorna a tocar. A melodia é envolvente, fluida… Um bela e jovem meio-elfa de longos cabelos pretos e olhos de um verde intenso toca castanholas em perfeita harmonia, ambos já devem se apresentar juntos há algum tempo. O contraste entre suas roupas é outro ponto de interesse, ela parece uma gema preciosa em um anel de madeira, ele uma semipreciosa em um bracelete de ouro.
Quando você consegue afastar a sua mente do empolgante espetáculo, de volta à sua questão de urgência, olha em direção ao balcão e o vê vazio. É estranho o taverneiro não estar atrás de seu balcão, se o responsável não for um taverneiro e sim um estalajadeiro você não encontrará refúgio algum aqui. Pelo sim ou pelo não você prefere não arriscar tal infortúnio de confiar a sua segurança nas mãos de um administrador. Além disso o seu foco no momento é alugar um cavalo, não se refugiar de seus perseguidores.
Seus olhos perscrutam os presentes na estalagem lotada. Todos sentados, ninguém atendendo as mesas, ninguém vindo recebê-lo na porta, todos os olhos voltados para a dupla. Antes da música acabar, felizmente, parece que o transe de outro patrono foi quebrado. “Festus! Levanta essa bunda magra da cadeira e me traz mais cerveja”, grita um soldorano encorpado, fazendo todos os presentes nas mesas próximas caírem na gargalhada.
Um meio-elfo magro, de cabelos pretos e olhos verdes levanta de uma mesa próxima e segue em direção ao balcão. Ele ri tanto ou mais que os demais, de uma maneira que demonstra certa cumplicidade. Essa é sua oportunidade, você se aproxima do balcão enquanto ele desaparece detrás do mesmo para pegar um pequeno barril de cerveja. Antes de se erguer ele diz “Você é novo nestas bandas, em que posso lhe ser útil?”
[[“Eu gostaria de alugar um cavalo”|Estalagem cavalo]]
[[“Eu estou sendo perseguido, preciso de ajuda!”|Estalagem ajuda]]
[[“Finalmente! Espero que os cavalos sejam mais rápidos que o dono…”|Estalagem adeus]]Em marcha apressada, você se afasta da estalagem e segue em direção a Thalandril. (if: $semcarga is true)[Sem seu escudo ou muitas provisões. ] A noite está bem iluminada por duas das três luas no céu, facilitando a caminhada. (if: $semcarga is false)[Contudo não demora muito até o cansaço gerado durante o dia começar a cobrar seu preço. Você ainda tenta insistir em continuar adiante mas sabe que teria um desempenho muito melhor após algumas horas de sono do que numa madrugada inteira de marcha forçada. Você se esconde a uma distância razoável da estrada e dorme por algumas horas.
Ao acordar você retoma a marcha, revigorado, após uma breve refeição. Contudo o entardecer do mesmo dia traz acontecimentos desagradáveis… Você percebe cavaleiros se aproximando… Os guardas! Você tenta correr mas os cavalos dão a eles uma vantagem poderosa. Em pouco tempo alguns deles passam por você, outros emparelham a alguns metros de distância pelos seus flancos. A tática é sólida... Por menor que seja a chance de vencê-los em combate corpo-a-corpo não há nada que possa fazer se eles mantiverem a distância e o atacarem com armas de longo alcance enquanto o mantém distante com as lanças, especialmente aproveitando-se da diferença de velocidade.
Os virotes começam a vir. Você bloqueia o primeiro com seu escudo, gira o corpo para esquivar de outro, mas é atingido atrás do joelho direito por um cavaleiro que continuava às suas costas. Você cai ao chão e os demais besteiros aproveitam o momento para dispararem também as suas armas. O cavaleiro rodeiam o seu corpo caído, aproveitando oportunidades para executar rápidas investidas com as lanças e disparar mais virotes, até a sua inevitável morte.
GAME OVER](else:)[Perto do amanhecer o seu corpo exige repouso. Você se afasta um pouco da estrada, analisando qual seria o local mais oculto para dormir, apesar de ter certeza de que seus perseguidores ainda estão a uma distancia consideravel.
Após acordar e fazer uma pequena refeição, você retorna à marcha de forma acelerada, aproveitando sua ausência de carga e seu vigor renovado. Perto do anoitecer você já vê Thalandril à distância. Aventureiros, mercadores, guardas e toda a sorte de viajantes que calcularam suas marchas para chegar na cidade pela manhã já povoam a outrora estrada quase deserta. Ninguém faria uma execução em meio a essa multidão, você finalmente se sente seguro. Com menos pressa você segue [[em direção à cidade|Retorno a Thalandril]]]Você se aproxima furtivamente do pequeno estábulo improvisado, na lateral da estalagem. (if: $semcarga is true)[Relutante em perder mais tempo(if: $semserviço is false)[ ou gastar dinheiro]](else:)[Incapaz de ser atendido sem fazer um escândalo, o que poderia acarretar em uma perda de tempo ainda maior], você anda até o cavalo mais próximo e solta suas amarras. O cavalo é bastante dócil, obviamente bem treinado para se adaptar com qualquer cavaleiro, independente das intenções do mesmo.
Selando o cavalo silenciosamente e montando-o você segue em direção a Thalandril, à princípio devagar, para não chamar atenção, depois progressivamente mais rápido. Você não sabe se teve a sorte de escolher o cavalo mais veloz ou se todos os cavalos do estábulo improvisado tinha esse desempenho fantástico.
Pouco mais tarde, na mesma noite. O cavalo para abruptamente, você não entende o que está errado, por mais que você o encoraje ele não se move de forma alguma. Quando você desce para puxá-lo, na esperando que ele se anime a andar depois do alívio na carga, ele dá meia volta rapidamente e galopa em direção à estalagem. “Bem treinado, de fato…”, você pensa consigo, olhando a estrada à sua frente, “Ao menos ele me trouxe até aqui”
Começando sua marcha você ouve algo de gelar o sangue, uivos. Momentos após uma alcateia lhe encontra(if: $semcarga is true)[, seus olhos brilhando ao ver a presa vulnerável. Sem seu escudo ou uma lança para ajudar em sua luta você tenta correr, mas os lobos alcançam-no rapidamente. Você consegue perfurar dois deles, um dos quais morre pelos seus ferimentos ainda nessa noite, bem depois de você.
GAME OVER](else:)[(set: $dano to it +2), seus olhos atentos à sua postura defensiva diante da situação. Eles começam a circulá-lo, buscando um ponto vulnerável. O primeiro lobo se lança sobre você, vindo pelo seu flanco esquerdo, sedento para provar o seu sangue. Você desvia o corpo em diagonal esquerda para frente e corta sua barriga no processo. O segundo vem pela sua esquerda, você firma a postura e bloqueia o seu avanço com o escudo, sendo arranhado no processo.
Um terceiro lobo vê seu momento de fragilidade e pula pela sua direita, você joga o peso de seu corpo em direção ao segundo, apoiado no escudo, e perfura o terceiro abaixo do maxilar. O impacto súbito da investida somado ao seu peso derrubam o segundo lobo, que está agora debaixo de você, apenas um escudo separando-o de seus dentes cruéis. O primeiro lobo volta em sua direção, ferido porém disposto a se vingar. Após algumas passadas ele cai, seu ferimento foi grande demais para resistir.
Distraído pela possível ameaça você não vê um quarto lobo, maior, mais escuro e ágil que os outros, saltar sobre você. Ele morde sua escápula esquerda, afrouxando a força de seu braço e permitindo ao seu companheiro uma oportunidade de sair debaixo de seu corpo. Você crava a espada no centro do pescoço do lobo alfa, enfiando-a até a guarda. Ele o solta e seu primeiro instinto é rolar para longe das feras.
Ao levantar você e o segundo lobo se encaram por alguns momentos, ambos em poucas condições de combate. Ele olha para o seu alfa, morto em um único golpe, olha novamente para você e bate em retirada. Não conseguindo comparar a sua velocidade à de um lobo em fuga você pega sua espada, escudo, faz alguns curativos rápidos e [[segue viagem|Retorno a Thalandril]]]Você larga a espada, o escudo e coloca os braços para cima. Os dois lanceiros se aproximam, você consegue sentir os olhos atentos dos besteiros, apenas esperando um motivo. O que chega por trás de você agarra o seu pulso direito e traz para baixo, ele fecha a primeira algema do par em seu pulso, você sente as energias arcanas lhe deixando… Algemas rúnicas! Ao descer o seu segundo pulso e fechar o outro lado você para de sentir o fluxo arcano por completo.
É uma sensação estranha, você nasceu com essa sensibilidade, é algo como ficar surdo de repente, mas ainda mais perturbador. Seja como for, após unir firmemente as suas mãos atrás das costas, o guarda pisa na parte de trás do seu joelho direito, fazendo-o ajoelhar no chão. O que está à frente diz em uma voz naturalmente aspera, mas de uma forma quase fraternal:
“Sabe… Você parece um bom rapaz… De verdade, parece mesmo. Eu não tenho a menor obrigação de te dizer isso. Demônios! Eu nem deveria, na verdade… Mas eu não acredito que exista nada muito pior do que morrer sem saber o motivo…”
|executado1>[\
(link:"”Eu não fiz nada de errado!”")[\
(replace: ?executado1)[\
“Mas eu odeio muito mais quem não sabe partir com dignidade...”
Após dizer isso o lanceiro trespassa o seu coração com a lança. A morte é instantanea.
GAME OVER]]
(link:"Permanecer quieto")[\
(replace: ?executado1)[\
O lanceiro continua:
“Nós fomos mandados por um conhecido em comum. Nossas ordens são de reaver o que quer que você tenha pego dentro desse monte de pedras” ele diz apontando para a torre. (if: $nomoney is true)[Demônios! Até onde me contaram nós fomos contratados com o SEU dinheiro… ]Agora… Você entende que nós não estamos exatamente agindo na legalidade em levar o que você conseguiu sozinho, certo? Não que seja seu, mas você é o portador temporário legítimo e tudo mais… leis do Reino…”
“Eu e meus amigos realmente gostaríamos muito de fazer tudo na legalidade… É verdade… Então aqui vai uma decisão para você:”
“Opção um. Você passa o porte do que quer que você pegou lá em cima, cuidado, eu vou saber se você tentar me enganar, doa para meus rapazes essa bela espada e esse belo escudo, sem retornos, vai embora e abre mão de todos os seus direitos sobre esse caso. As algemas ficam de brinde, você consegue algumas peças de ouro por elas”
“Opção dois. Você se recusa, nós te matamos, eventualmente um templário de Salomão cruza nosso caminho e nos mata para cumprir a justiça, mas até lá nós vivemos a boa vida com o dinheiro da conclusão da missão. Se você perguntasse pra mim, eu realmente prefiro a opção um."
|lanceiro>[\
(link:"”Opção um”")[\
(replace: ?lanceiro)[\
(set: $nogem to true)\
“Bom garoto… Bom garoto… Bem… Foi um prazer fazer negócios com você, rapaz!”
O lanceiro apalpa seus bolsos, encontra o diamante, recolhe sua espada, escudo e dá o sinal para os outros mercenários. Algum tempo após eles irem embora você se levanta e caminha até a [[estalagem mais próxima]]]]
(link:"”Opção dois”")[\
(replace: ?lanceiro)[\
“Bom… Garoto… É uma pena…“
Após dizer isso o lanceiro trespassa o seu coração com a lança. A morte é instantânea.
GAME OVER]]
(link:"”Coma merda e morra!”")[\
(replace: ?lanceiro)[\
“HA HA HA HA HA! Ouviram isso, rapazes? Demônios! O garoto tem espírito!”
Todos os mercenarios riem por um longo tempo. Após acabar de rir o lanceiro seca uma lágrima e trespassa o seu coração com a lança. A morte é instantânea.
GAME OVER]]]]]](set: $mommasboy to true)Você começa a concentrar as energias arcanas para o ritual. Por algum motivo, que você desconhece, consegue um resultado muito superior ao esperado. Quando você absorveu a energia do tomo arcano viu claramente que essa magia o informaria de alguns futuros, mas não foi exatamente isso que aconteceu. A magia é caprichosa...
|badmother>[\
Você corre em direção ao lanceiro à frente e é cravejado por diversos virotes, conforme cai… A previsão volta...
Você corre em direção ao lanceiro à frente, rotaciona o seu escudo para bloquear dois virotes, refletindo um terceiro para longe, é atingido por… A previsão volta...
Você corre em direção ao lanceiro à frente, rotaciona o seu escudo durante uma cambalhota, bloqueando três virotes e refletindo um quarto, para o olho esquerdo do lanceiro que estava prestes a desferir um ataque por trás.
Avançando em direção ao lanceiro da frente, ele estoca o seu joelho, a dor é… A previsão volta…
Avançando em direção ao lanceiro da frente, ele estoca em direção ao seu joelho, você bloqueia o ataque e ataca pela direita em direção à cabeça dele, ele bloqueia e estoca a sua barriga… A previsão volta…
Avançando em direção ao lanceiro da frente, ele estoca em direção ao seu joelho, você bloqueia o ataque, finta pela direita e ataca pela esquerda de seu pescoço, cortando-o até a metade .
Ao olhar à esquerda um virote acertar o seu olho esq… A previsão volta…
Você larga sua espada, ajoelha-se, agarra a lança do oponente à sua frente enquanto bloqueia o virote vindo do lado esquerdo. Você arremessa a lança em direção ao rosto do besteiro em cima da árvore, atingindo-o em cheio, pega a sua espada novamente e bloqueia mais dois virotes.
Aproveitando enquanto os três besteiros estão recarregando suas armas você corre em direção ao mais próximo, pula e corta o seu pescoço. Ao começar a correr em direção ao outro mais próximo ele muda de armas e um virote acerta a sua têmpora… A previsão volta…
Aproveitando enquanto os três besteiros estão recarregando suas armas você anda em direção ao mais próximo, pula e corta o seu pescoço enquanto bloqueando um virote. Você pega a besta recém carregada do chão, atira contra o besteiro mais distante e erra… Volta… atira contra o besteiro mais distante e acerta o seu capacete… Volta… atira contra o besteiro mais distante e acerta o seu olho.
Com um único oponente remanescente você pega novamente a sua espada e corre em direção a ele. Esperando este momento ele havia preparado suas armas de combate de perto. Ao se aproximar você nota porque ele usava uma besta. Você finta por cima, ele ergue a cabeça e levanta a espada e o escudo para se proteger, com um floreio você enfia a espada por baixo de seu maxilar.
(link:"Executar o caminho ideal")[\
(replace: ?badmother)[\
Você corre em direção ao lanceiro à frente, rotaciona o seu escudo durante uma cambalhota, bloqueando três virotes e refletindo um quarto, para o olho esquerdo do lanceiro que estava prestes a desferir um ataque por trás.
Avançando em direção ao lanceiro da frente, ele estoca em direção ao seu joelho, você bloqueia o ataque, finta pela direita e ataca pela esquerda de seu pescoço, cortando-o até a metade .
Você larga sua espada, ajoelha-se, agarra a lança do oponente à sua frente enquanto bloqueia o virote vindo do lado esquerdo. Você arremessa a lança em direção ao rosto do besteiro em cima da árvore, atingindo-o em cheio, pega a sua espada novamente e bloqueia mais dois virotes.
Aproveitando enquanto os três besteiros estão recarregando suas armas você anda em direção ao mais próximo, pula e corta o seu pescoço enquanto bloqueando um virote. Você pega a besta recém carregada do chão, atira contra o besteiro mais distante e acerta o seu olho.
Com um único oponente remanescente você pega novamente a sua espada e corre em direção a ele. Esperando este momento ele havia preparado suas armas de combate de perto. Ao se aproximar você nota porque ele usava uma besta. Você finta por cima, ele ergue a cabeça e levanta a espada e o escudo para se proteger, com um floreio você enfia a espada por baixo de seu maxilar.
Você se sente a própria Dragoa Ascendente depois de um desempenho tão épico. Com todos mortos você confere seus corpos e descobre que eram mercenários foras da lei. Você sabe exatamente quem os mandou [[para lhe matar…|Caminho badp]]
\]]](set: $dano to it +1)Você corre em direção ao abrigo conferido pelo tronco de uma árvore particularmente grossa nos arredores. Os lanceiros correm um pouco em seu encalço mas percebem que entrarão na linha de tiro, se prosseguirem, e recuam. O primeiro virote atinge o seu escudo, vindo de um besteiro à sua direita, o segundo resvala em sua armadura, produzindo um distinto som metálico. Você volta o escudo a tempo de bloquear um terceiro virote, porém o quarto o atinge pelas costas, por cima, “Um deles está escondido nas árvores”, você pensa, aguentando a dor.
Você finalmente chega à árvore, ficando de costas para ela e aproveitando sua cobertura enquanto seu cérebro processa rapidamente o que está acontecendo, na linha tênue entre adrenalina e pânico. “Dois lanceiros, quatro besteiros, um deles com visão aérea e difícil acesso, boa formação, mira acima da média… Guarda pretoriana auxiliar, sinners ou mercenários… Merda… o que eu fiz pra atrair esse tipo de atenção? Foco! O importante agora é lidar com o problema”, as palavras vêm à sua mente a um passo do descontrole. Após certa concentração(if: $nomoney is true)[...
Um virote atinge a sua têmpora direita, vindo de cima. Você não possui nem tempo de entender que o tiro veio de outro besteiro, estrategicamente posicionado em uma árvore próxima, com visão privilegiada de seu novo abrigo. Seu corpo apenas cai ao chão, de lado, sua vida deixando-o antes do impacto.
GAME OVER](else:)[ você:
(if: $veneno is true)[\
(link:"Passa o veneno em sua lâmina")[\
(set: $veneno to false)\
(set: $poisonedblade to true)\
Você derrama o veneno sobre a lâmina, espalhando-o com um pano. Sua espada brilha em diversos tons de verde vibrante, dando um aspecto ainda mais ameaçador e mortal.]
](if: $mdetect3 is true)[\
(link:"Detecta fraquezas nos oponentes")[\
(set: $weakspot2 to true)\
Você canaliza as energias arcanas em busca de informação. A armadura deles é extremamente bem construída, o fluxo é extremamente denso. Excluindo a abertura do rosto, um pequeno espaço entre o capacete e armadura e uma falha na habilidade do ferreiro que fez suas armaduras, ao esticar demais dois pedaços de aço no flanco esquerdo, tornando a placa fina demais. “Obrigado, ferreiro”, você pensa.]
][[Negocia com eles|Negociar abrigo]]
[[Foge, usando as árvores como cobertura|Fugir abrigo]]
[[Enfrentá-os|Enfrentar abrigo]]]
Contrariando tudo o que te ensinaram ao longo dos anos como Irmão do Aço, você corre em direção ao lanceiro mais próximo com a intenção de abatê-lo o mais rápido possível. Um, dois, três, quatro(if: $nomoney is true)[, cinco] virotes o atingem em rápida sucessão. (if: $nomoney is true)[Dois dos bastardos estão escondidos](else:)[Um dos bastardos está escondido] nas árvores… Você cai em agonia, mas ela apenas dura um breve momento, os tiros foram precisos e eficientes…
GAME OVERCaminhando, você demora pouco menos de um dia para chegar à estalagem mais próxima. É hora do almoço e o cheiro da boa comida lhe dá água na boca, afinal você não consegue comer com as mãos amarradas atrás das costas. Você chuta a porta com pouca força algumas vezes, uma jovem e radiante meio-elfa, não mais de vinte anos, de cabelos pretos e longos abre a porta. Seus olhos são verdes como a grama da Campina do Oeste durante o mês de Dafia…
Você fica sem reação por alguns momentos. Ela lhe olha sorridente, inclina a cabeça para o lado e diz “Bem vindo ao Trote Suave! Temos comida, camas e cerveja! Gabo, o bardo, toca aqui todas as noite, se você pretende ficar um po… Por Aaron… O que fizeram com seus pulsos?”
|estalagem>[\
(link:"Explicar a estória toda")[\
(replace: ?estalagem)[\
Você oferece contar tudo, desde o ínicio, ambos entram na estalagem, a meio-elfa se apresenta como Vita e conta que seu pai é dono da taverna, mas está dormindo no momento. Vocês sentam-se, ela em uma cadeira e você em um banquinho, por questão de conforto. Fora ambos a estalagem está vazia no momento, apesar do horário. Ela leva um copo de água fresca à sua boca, ajudá-o a matar a sede e ouve atentamente o seu relato.
“Pelos deuses… Essas parecem as histórias que meu pai conta… Sempre a um movimento errado da morte, perdendo quase tudo o que têm algumas vezes, mal saindo com vida…”, Vita diz após a conclusão. “Eu vou chama-lo, ele têm alguma experiência com esse tipo de… mecanismo”
Vita corre graciosamente para os fundos da estalagem, pouco depois retorna com um meio-elfo magro, de cabelos pretos, olhos verdes e cara de sono. Ele te olha de cima a baixo, dá um sorriso de canto de boca, tira um jogo de gazuas do bolso esquerdo da calça, olha novamente as algemas, escolhe uma e abre-as quase que instantaneamente. “Moleza…” ele diz com um sorriso alegre, antes de guardar as gazuas de volta no bolso, dar um longo bocejo e esfregar os olhos.
O meio-elfo se apresenta como Festus enquanto enche duas canecas de cerveja, leva até a mesa onde você está, coloca uma caneca à sua frente e senta-se segurando a outra. “Me escute bem, rapaz. Eu vi como você olha para minha filha… Não vai acontecer…”, ele toma um gole de cerveja, erguendo a mão para frear os protestos de uma Vita escarlate. “Ela tem apenas vinte e dois anos. Ainda faltam dois para ela ser uma mulher.”
“Eu ouvi o seu relato. Não faça essa cara, eu tenho meus meios… Da maneira como eu vejo você têm três opções:”
“Opção um: [[Voltar para a taverna|Retorno a Thalandril]] e confrontar essa fígura. Mas você está sozinho, desarmado, cansado, (if: $nomoney is true)[sem dinheiro, ](if: $debt is true)[devendo um favor para o que você quer confrontar, que pode ser usado contra você, eu devo acrescentar, ]fraco e inexperiente… Más chances…”
“Opção dois: [[Voltar para os Irmãos do Aço|Final irmandade]] e encontrar sua família. Eles devem estar preocupados com você. Você parece ser um guerreiro bem razoável mas ainda não entende nada sobre ser aventureiro…”
“Opção três: [[Passar uns tempos trabalhando aqui na estalagem.|Final estalagem]] Nós estamos precisando de um ajudante que consiga dobrar como segurança, eu posso te ensinar uma coisa ou duas sobre ser um aventureiro nesse tempo. Digamos… Uns dois anos…”
\]]
(link:"Perguntar se alguém na taverna consegue abrir as algemas")[\
(replace: ?estalagem)[\
A meio-elfa se desculpa, pede para você esperar um pouco e corre para os fundos da estalagem. Alguns momentos depois retorna com um meio-elfo magro, de cabelos pretos, olhos verdes e cara de sono. Ele te olha de cima a baixo, tira um jogo de gazuas do bolso esquerdo da calça, olha novamente as algemas, escolhe uma e abre-as quase que instantaneamente.
“Eu fico com isso, pelo serviço…”, algo em sua aparência lhe diz que você não gostaria de se meter com ele. Sem contar que nenhum preço foi combinado antes da requisição do serviço… Vendo que você não protestou contra os termos o meio-elfo lhe convida a entrar, te serve uma cerveja, um pouco de cozido e diz que é “por conta da casa”. Pilantra…
Não é como se você fosse morar nessa estalagem. Solto, desarmado, (if: $nomoney is true)[sem dinheiro, ], (if: $debt is true)[devendo um favor à figura que quis te matar, ]fraco e cansado você cogita qual das alternativas seria melhor:
[[Voltar para a taverna|Retorno a Thalandril]] na esperança de confrontar a figura, que deve estar ainda mais poderosa agora.
Ou
[[Voltar para os Irmãos do Aço|Final irmandade]] e encontrar sua família. Deixando a vida de aventuras para trás, pelo menos por enquanto.
\]]
(link:"”Não é da sua conta, vá chamar alguém pra abrir essa porcaria”")[\
(replace: ?estalagem)[\
“Estamos fechados”, diz a meio-elfa momentos antes de bater a porta à sua frente. Sem condições de reagir, e tendo certeza que a primeira impressão não deixou muito espaço para uma segunda interação, você prossegue pela estrada, torcendo para chegar bem a Thalandril.
Você não encontra outras estalagens naquele dia. A estrada, que costuma ter certo movimento, está completamente deserta. “Estranho...”, você pensa. Pouco após o cair da noite você ouve uivos. Sem sua espada, escudo e com as mãos amarradas às costas isso pode se mostrar um problema sério.
Momentos após essa súbita realização uma alcateia lhe encontra, seus olhos brilhando ao ver a presa totalmente vulnerável. Você tenta correr, mas os lobos alcançam-no rapidamente.
GAME OVER
\]]]Seguindo a sua jornada de volta para Thalandril, você ainda pensa na visão. Ela foi fundamental para ganhar um combate naquelas circunstâncias, claramente, mas não foi apenas isso que ela mostrou. As outras imagens estavam confusas, disformes… Você acredita que entendeu o significado parcial delas. Não apenas o futuro foi mostrado mas algo do passado.
Você viu a figura contratando os mercenários para recuperar o (if: $espelhoquebrado2 is true)[diamante](else:)[artefato], mencionando um extra por eliminá-lo. Você viu um dos futuros possíveis onde o cabo da companhia até lhe deixava vivo, mas também viu as dezenas de futuros onde os inocentes que ele matou puxavam a sua alma para o reino dos condenados, nos domínios de Crôfus. Mas deste dia até um desses futuros se realizar o cabo ainda cometeria outras dezenas de assassinatos, estupros e roubos.
De qualquer forma o cabo já não é um problema no momento e você espera que suas vítimas estejam felizes com isso. Você ergue a fina corrente de prata em seu pescoço, encontrando o anel de madeira que usa como pingente, dado pela sua mãe a tantos anos atrás, o único bem material que você ainda tem daquela época. A visão mostrou que você pode precisar dele antes do fim, você fica mais calmo ao se certificar que ele ainda está em segurança...
Dois dias depois você chega a Thalandril. (if: $dano > 0)[(set: $dano to 0)Primeiramente passando no templo de Aaron para ser curado e contribuir com a causa do deus da bondade. (if: $evil > 0)[Nem que seja para garantir cura grátis em um futuro próximo. ]]Você se depara com O Pônei Manco, respira fundo e parte em direção ao [[fim de sua jornada|Retorno a taverna]](replace: ?sidebar)[]\
<span class="titulo">A Jornada</span>\
<span class="menu">\
(align: "===>")[[[Iniciar Jogo|Começo]]
[[Instruções]]]</span>{
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A.stopAll();
</script>
}A Jornada é um jogo à base de texto no qual você controla as decisões de um aventureiro inexperiente em sua primeira grande aventura no Reino.
A barra de rolagem pode ser utilizada para acessar textos que extrapolam o limite da página. O mesmo resultado pode ser obtido ao clicar na seta para baixo, no canto inferior direito do navegador. A tecla F11 pode ser pressionada para entrar no modo tela cheia e pressionada novamente para sair.
Durante sua leitura você encontrará links em vermelho, que representam escolhas ou ações. A maioria deles lhe levará a uma nova página, alguns apenas revelam conteúdo novo, outros põe um fim à sua aventura. Em alguns casos os links terão um aspecto diferente, isso representa que você já visitou a página para onde eles levam. Em casos de múltiplas interações que levem à mesma página isso é normal, em casos de opções não é recomendado seguir mais de uma vez a mesma escolha, mas essa decisão cabe à você.
No caso de GAME OVER o próprio pode ser clicado. Uma confirmação aparecerá no fundo da página, se clicada o jogo voltará ao menu principal, resetando a estória do início. Obviamente isso pode ser frustrante, mas nada tema, existe uma solução!
Como você já pode ter notado sempre que você clica em uma escolha que lhe mande para outra página uma seta curva de retorno aparecerá no canto superior esquerdo. Clicando nesta seta você volta para a página anterior, desfazendo sua última escolha. Isso pode ser utilizado para explorar outras opções ou voltar apenas uma casa no caso de GAME OVER. Cuidado, existem decisões que o sentenciam ao fim de jogo várias páginas antes de surtir efeito.
Na extrema esquerda temos uma seta simples em um fundo cinza, ao clicar nela você terá acesso às opções de som do jogo, onde você pode controlar o volume, incluindo um opção para mutar completamente qualquer espécie de som.
A Jornada possui múltiplos finais, dependendo de suas ações. Se o final alcançado não for de seu agrado, ou se você apenas quiser ver todas as opções que o jogo pode lhe oferecer, sempre há a opção de começar novamente e chegar a outro destino. Para isso basta clicar na palavra FINAL e confirmar no fim da página.
Espero que o jogo seja envolvente. Muito obrigado e boa aventura!|ghost>[\
(click:"GAME OVER")[\
(replace: ?ghost)[
(link: "Deseja realmente recomeçar a estória?")[(reload:)]]]\
\
(click:"FINAL")[\
(replace: ?ghost)[
(link: "Deseja realmente recomeçar a estória?")[(reload:)]]]]Quando você entra na taverna vem a súbita realização, “Por que eu não chamei ajuda das autoridades?Por que eu vim para cá? Eu poderia ter ido para qualquer lugar…”, você pensa. Por alguns momentos você fica à frente da porta, tentando entender o que o fez agir dessa maneira, é como se houvesse uma névoa em sua mente, que o impedisse de pensar com clareza, com um farol à distância, sinalizando o único caminho possível…
A taverna continua com a mesma alegria de alguns dias atrás, mas ninguém olha em sua direção, a ajudante não lhe oferece uma mesa, os clientes não parecem achar estranho um cara parado na porta… Após absorver um pouco do ambiente, você encontra a figura, sentada à mesma mesa. Ela devolve seu olhar, as chamas brotam de seus olhos incandescentes. Como uma mariposa atraída pelas chamas você se aproxima, como se não houvesse nada errado.
Ao chegar à mesa ela olha para a cadeira à sua frente, você senta-se. “Bem vindo de volta”, diz a figura encarando-o, como se você fosse uma presa. A sua respiração fica mais superficial, o instinto assassino e a aura de poder são palpáveis, como um lobo diante de um coelho, um dragão diante de uma ovelha. Instintivamente você sabe que não existe nenhum cenário no qual um confronto entre vocês resultaria em sua vitória.
(if: $debt is true)[“Você me deve um favor, eu pretendo cobrá-lo agora. O anel de madeira, dê-me-o”, diz a figura, apontando para o seu peito.
|debito>[\
(link:"Dar o anel")[\
(replace: ?debito)[\
Você puxa a corrente de prata, abre seu fecho, tira o anel de madeira e entrega-o à figura. “Você tem alguma honra, isso será levado em conta quando eu julgar a sua raça”, diz a figura. Ela fecha os olhos e a luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa.
Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito. Pouco antes de seu momento final você ouve a figura dizer. “Não existe lugar para você neste mundo, filho de Gaia, você ofertou de bom grado a sua última defesa, sua mãe não vai protegê-lo agora…”
FINAL 1 de 8 - Divida]]
(link:"Se recusar")[\
(replace: ?debito)[\
“Você é um mentiroso, filho de Gaia.”, diz a figura, levantando a mão direita. “Em nome de Salomão, o deus da justiça, eu, Gaia, anulo o ritual de proteção!”. Ela fecha os olhos e a luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa.
Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito. Pouco antes de seu momento final você ouve a figura dizer. “Os meio-elfos também falharam no teste, suas ações acabaram de condenar mais uma espécie, mortal...”
FINAL 1 de 8 - Dívida
\]]]]\
(else-if: $wildfire is true)[\
“Você queimou o meu lar… Você não é melhor que nenhum deles… Você é uma decepção, filho de Gaia. Sua mãe não irá mais protegê-lo, não com sua floresta queimada, não depois de ver o que você fez. Ela lamenta ter perdido tempo em gerá-lo, consigo sentir…”, diz a figura, as labaredas de seus olhos subindo finas até o teto.
“Agora estou focada… Eu lhe agradeceria por isso, se não estivesse tão ansiosa para matá-lo pelo seu crime! Mas não fique triste… Em breve todo o lixo deste mundo será expurgado...”, diz ela, fechando os olhos. A luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa.
Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito. A figura sorri intensamente enquanto a vida o deixa.
FINAL 2 de 8 - Expurgo
\]\
(else-if: $mommasboy is true)[\
“Eu absorvi a sua vidência. Vi partes do futuro e sei que há importância nisso”, você diz, erguendo a corrente de prata e exibindo o anel de madeira. “Não há motivo para charadas. Mostre-me.”, você conclui.
A figura aproxima o dedo indicador da mão direita e toca o anel. A taverna se ilumina à ponto de obrigá-lo a fechar os olhos. Quando a intensidade reduz, você está em [[um campo de batalha|Memoria 10]]
\]\
(else-if: $evil is >= 7)[\
“Você me surpreendeu, filho de Gaia…”, diz a figura. “Você parece ter uma predisposição inata para a tortura e assassinato, acredito que, de alguma forma, você herdou a minha vontade. A mãe que você conheceu e se lembra está selada, para nunca mais voltar. Contudo, acredito que você não se importe, dadas suas ações recentes.”
“Meu objetivo, como você já deve ter entendido, é aniquilar todo humano, anão, orc e meio-elfo deste mundo. Você pode ser útil nisso, sirva-me e renovarei a sua vida mortal enquanto for útil a meus objetivos. Você, filho, pode ser o meu arauto no expurgo deste mundo, imortal como um elfo, segundo em poder apenas à mim, em nosso destino. Negue-me e o matarei…”
|maldade>[\
[[Servir à figura. Para sempre…|Final arauto]]
(link: "Recusar")[\
(replace: ?maldade)[\
“Muito bem, filho de Gaia, você escolheu morrer com esse mundo. Antes de matá-lo, gostaria de agradecê-lo por tornar possível a aniquilação de meus inimigos, suas ações me trouxeram o foco para fazer o que é necessário. Crôfus ficará feliz com a oferenda…”, diz a figura, fechando os olhos. A luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa.
Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito. A figura não aparenta nenhum prazer, como se a sua morte fosse apenas um dever e ela estivesse cumprindo-o diligentemente.
FINAL 5 de 8 - Egoísmo
\]]]]\
(else-if: $espelhoquebrado is true or $espelhoquebrado2 is true)[\
(if: $nogem is true)[\
“Sua ignorância do passado e sua falta de poder para fazer a diferença são deploráveis e patéticas… Você falhou tão miseravelmente que não acredito nem que valha a pena matá-lo. Viva sua vida inconsequente, enquanto eu trago o que esse mundo merece”, diz a figura, sua voz cheia de repulsa.
A figura desaparece após a ultima fala, como se houvesse teleportado. Você tenta se levantar da cadeira, mas não consegue. Estranhando a paralisia você abre a boca para chamar ajuda, mas não consegue emitir nenhum som. Seus olhos estão fixos à frente, seu olfato inexiste. Você não sente mais dor ou estímulo. Pouco a pouco suas memórias vão se esvaindo, inconsequentes, passageiras…
Após alguns minutos a ajudante nota a sua presença. Ao notar a sua falta de reação ela chama as autoridade e você é encaminhado para um asilo, onde passa o restante de sua longa vida olhando apenas para frente, sem sentir, sem se mover, sem ação, sem consequência…
FINAL 6 de 8 - Inconsequente
\](else:)[\
“Eu vou dizer isso apenas uma vez. Entregue-me o diamante”, diz a figura.
|entrega>[\
(link:"Entregar")[\
(replace: ?entrega)[\
“Sua ignorância do passado e sua falta de poder para fazer a diferença são deploráveis e patéticas… Você falhou tão miseravelmente que não acredito nem que valha a pena matá-lo. Viva sua vida inconsequente, enquanto eu trago o que esse mundo merece”, diz a figura, sua voz cheia de repulsa.
A figura desaparece após a ultima fala, como se houvesse teleportado. Você tenta se levantar da cadeira, mas não consegue. Estranhando a paralisia você abre a boca para chamar ajuda, mas não consegue emitir nenhum som. Seus olhos estão fixos à frente, seu olfato inexiste. Você não sente mais dor ou estímulo. Pouco a pouco suas memórias vão se esvaindo, inconsequentes, passageiras…
Após alguns minutos a ajudante nota a sua presença. Ao notar a sua falta de reação ela chama as autoridade e você é encaminhado para um asilo, onde passa o restante de sua longa vida olhando apenas para frente, sem sentir, sem se mover, sem ação, sem consequência…
FINAL 6 de 8 - Inconsequente]]
(link:"Recusar")[\
(replace: ?entrega)[\
“Que ato pífio de insubordinação… Muito bem, filho de Gaia, após poluir a água e o ar, ignorando o passado, eu, Gaia, o condeno à morte… diz a figura, fechando os olhos. A luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa. Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito.
GAME OVER
\]]]]]\
(else-if: $nogem is false)[\
“Você está em poder algo que me pertence. Eu exijo o que é meu por direito.”, diz a figura. O suor escorre pelo seu rosto, dar o artefato para a figura parece uma péssima idéia, mas enfrentá-la parece ainda mais perigoso. Sua mente trabalha a todo vapor, tentando decidir a melhor abordagem para a situação. Após alguns momentos, você:
|brainstorm>[\
(link:"Entrega o artefato")[\
(replace: ?brainstorm)[\
Ao entregar o artefato a figura diz, “Você conhece as minhas intenções e mesmo assim deseja a aniquilação de sua espécie? Eu estou confusa se você é muito sensato ou muito tolo… Não importa, diga que é realmente isso o que quer e eu, magnanimamente, o transformarei em meu arauto. Você levará a morte em meu nome, enquanto eu tiver serventia para você.”
|lacaio>[\
[[Aceitar|Final arauto]]
(link:"Recusar")[\
(replace: ?lacaio)[\
“Tolo… É isso o que eu ganho pela minha generosidade…”, diz a figura. “Mas essa situação foi deveras proveitosa. Agora sua mãe sabe que até o próprio filho pode ser irreversivelmente tolo e sem palavra… Seu anel não servirá de nada agora…”
A figura fecha os olhos. A luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa. Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito.
GAME OVER
\]]]]]
[[Se recusa|Impasse]]
(link:"Oferece trocá-lo pela conclusão das memórias que viu na torre")[\
(replace: ?brainstorm)[\
A figura acena, aproxima o dedo indicador da mão direita e toca em seu peito, na altura onde fica pendurado o anel. A taverna se ilumina à ponto de obrigá-lo a fechar os olhos. Quando a intensidade reduz, você está em [[um campo de batalha|Memoria 10]]
\]]]
\]\
(else:)[\
Você sabe que não tem nenhum trunfo a ser usado contra a figura e está à sua mercê. O ar parece ficar mais denso, enquanto [[vocês se encaram.|Impasse]]
\](if: $dano > $HP)[\
Ao longo do caminho o seu corpo fraqueja. Você vai em direção ao chão, incapaz de se mover. Ao tentar movimentar seus membros eles não respondem. Você perdeu muito sangue. Os ferimentos foram maiores do que você pôde suportar, rapidamente após a queda você perde a consciência e não acorda mais.
GAME OVER
\](else:)[No dia seguinte você chega a Thalandril. (if: $dano > 0)[(set: $dano to 0)Primeiramente passando no templo de Aaron para ser curado(if: $nomoney is false)[ e contribuir com a causa do deus da bondade. (if: $evil > 0)[Nem que seja para garantir cura grátis em um futuro próximo. ]]]Você se depara com O Pônei Manco, respira fundo e parte em direção ao [[fim de sua jornada.|Retorno a taverna]]]O caminho para a sede dos Irmãos do Aço é agridoce. Você teve a sua aventura, passou por situações inusitadas e continuou vivo. Mesmo assim, existe a sensação de falta de um desfecho apropriado. Ao chegar à sede os seus irmãos o saúdam, preocupados pela sua ausência prolongada.
Com o passar do tempo você começa a pensar que estava em busca de algo errado. A vida de aventura é para os outros, você tem algo realmente valioso aqui. Risadas fáceis, rostos amigáveis, confiança, cumplicidade, amor… Essa é sua família, eles fariam tudo por você, exceto ajudá-lo a se destruir.
Nos anos que se passaram desde o seu retorno alguns irmãos foram perdidos, outros se uniram à família e outros seguiram caminhos diferentes. Você deixou para trás a fácil sedução da magia e se focou no duro progresso da disciplina, aumentando dramaticamente as suas habilidades de combate.
Hoje, cabo de seu próprio batalhão, você segue para a Vila do Tigre, capital de Niroc, a pedido do rei Natu, para lidar com um necromante problemático. Ao conferir o estado das tropas você vê o respeito e admiração, que outrora estavam em seus próprios olhos, por um líder capaz e sólido. Tropas prontas, vocês marcham em direção à Vila do Tigre.
Mas essa… É outra batalha…
FINAL 7 de 8 - Elo de AçoOs dois anos passam em um piscar de olhos. Nesse tempo você conheceu Gabo, o bardo, uma figura carismática de Furios, ao sul de Justos, de baixa estatura e imenso talento. Se alguém possui a famosa lingua de mithril essa pessoa é certamente Gabo. Também conheceu a gangue… Quero dizer… O animado grupo de amigos do Festus.
Mas não foram essas animadas e distintas figuras que fizeram desses dois anos uma experiência tão fantástica. Festus, um ladr… Recuperador de itens sob demanda, lhe ensinou a ser mais furtivo, quando aproveitar uma oportunidade e quando fugir do perigo. Você aprendeu sobre armadilhas, trancas e patrulhamento. Após seus ensinamentos você nunca mais sequer tomou banho sem uma adaga a mais de meio metro de você.
Festus, coitado, mesmo assim foi eclipsado por sua filha Vita, à qual você desenvolveu um carinho no mínimo… Especial… Você nunca havia conhecido alguém tão gentil e cheia de energia, mas não é apenas isso, como toda boa rosa ela esconde os espinhos. E que espinhos… Festus a treina desde que ela consegue andar, você não duvidaria se ela já houvesse superado o pai em alguns aspectos da… Recuperação…
Ontem, em seu aniversário de 24 anos, a maioridade meio-élfica, Festus deu “A maior festa de aniversário que o Reino já viu”, exagero, é claro, mas você não consegue deixar de imaginar que pode ter passado perto. Hoje, chegou o dia que vocês esperaram e planejaram ao longo dos últimos seis meses.
Você, Vita e Gabo estão de partida para o oeste, seguindo as informações de um guarda soldoriano aposentado. Para a cripta do líder Majid, enterrada a oito séculos, em uma luta contra o escaravelho de ouro… Vocês se despedem de Festus, apertam as alças das mochilas e partem em direção à riquezas e glória!
Mas essa… Essa é outra aventura…
FINAL 8 de 8 - Vida LadinaO seu corpo fraqueja. Você vai em direção ao chão, incapaz de se mover. Ao tentar movimentar seus membros eles não respondem. Você perdeu muito sangue. Os ferimentos foram maiores do que você pôde suportar, rapidamente após a queda você perde a consciência e não acorda mais.
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}O dono da estalagem volta a se levantar, ainda com um sorriso no rosto e o barril em mãos. Ele o olha de cima a baixo, “Dia difícil, ham?”, diz enchendo uma caneca de cerveja e entregando-a para você. “Por uma moeda de ouro você pode alugar o Trote Suave, o cavalo grande e preto lá de fora. Tome cuidado com ele, nós dois temos história… Ele sabe o caminho para Thalandril e é bem treinado, você pode dormir sobre a sela sem problemas”
Uma moeda de ouro não é um exatamente algo em conta, é praticamente o que você ganha em uma semana de trabalho. Por outro lado o cavalo encurtaria seu tempo de viagem e lhe daria muito mais segurança.
|cavalo>[\
(link:"Pagar pelo cavalo")[\
(replace: ?cavalo)[\
(set: $horseon to true)\
Você entrega a moeda de ouro ao dono da estalagem, ele acena e diz “Muito bem. Você pode encontrar os equipamentos lá fora, junto aos cavalos, pela sua aparência acredito que você saiba selar um cavalo sozinho. Ao chegar a Thalandril basta entregá-lo em qualquer taverna, estábulo ou estalagem, eles se encarregam do resto. Não tente roubar o cavalo, isso acabaria mal pra você… Bem… Boa viagem!”, ele agarra seu ombro por um momento e volta para a mesa do soldoriano.
Parte de você deseja ficar nessa animada estalagem, mas entre seus perseguidores e sua missão o tempo urge. Você acaba sua cerveja, deixa a estalagem e segue para o estábulo improvisado, na lateral. Trote Suave parece ser um cavalo realmente bastante dócil, você o sela sem maiores problemas, monta nele, trota até a estrada e o direciona para Thalandril.
O estalajadeiro não estava mentindo, o cavalo é ótimo. Não só tem uma velocidade muito acima da média como você mal consegue sentir o seu movimento enquanto o mesmo galopa. Não fosse o vento em seu rosto e o cenário se movendo de maneira veloz à sua volta você pensaria estar parado. Você não demora muito, embalado na suavidade de sua viagem, para pegar no sono, enquanto Trote Suave o leva rumo [[ao seu destino|Retorno a Thalandril]]]]
(link:"”Você têm algum cavalo mais barato?”")[“Confie em mim, parceiro, esse é o cavalo que você precisa. Lhe dar qualquer outro, na situação que você se encontra, é ser cúmplice de suicídio, algo que não pretendo fazer…”]
(link:"Recusar")[\
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“Bem… É uma pena… Eu lhe desejo uma boa passagem… digo… viagem”, diz o estalajadeiro agarrando seu ombro por um momento e voltando à mesa do soldoriano com o barril. Você acaba sua cerveja e decide:
[[Seguir viagem]]
[[Roubar um cavalo]]]]](set: $horseon to true)O dono da estalagem volta a se levantar, com o barril em mãos e um olhar preocupado. Ele acena e diz “Sim… Imaginei que havia algo errado quando você entrou… Eu já estive em sua posição. É necessária alguma humildade e certa espécie de coragem para se pedir ajuda em uma situação como essas…”, ele enche uma caneca de cerveja e entrega-a para você. “Você têm os olhos e a pressa de um perseguido, então não vou gastar muito mais do seu tempo”
“Lá fora, nos estábulos, há um cavalo preto, seu nome é Trote Suave. Sele-o, monte-o e parta em direção ao seu destino. Ele é bem treinado, você pode dormir sobre a sela para recuperar um pouco da sua energia, você está precisando… Deixo-o em qualquer taverna, estalagem ou estábulo de Iruthil, eu não farei perguntas, mas fique avisado que se tentar roubá-lo as coisas não vão acabar bem para você...”
“Eu vou enrolar os seus perseguidores se eles passarem por aqui, isso deve ajudá-lo em sua jornada. Tome sua cerveja e vá. Boa sorte…”, conclui ele com um sorriso, movendo-se em direção à mesa do soldoriano. Você acaba sua cerveja, deixa a estalagem e segue para o estábulo improvisado, na lateral. Trote Suave parece ser um cavalo realmente bastante dócil, você o sela sem maiores problemas, monta nele, trota até a estrada e o direciona para Thalandril.
O estalajadeiro não estava mentindo, o cavalo é ótimo. Não só tem uma velocidade muito acima da média como você mal consegue sentir o seu movimento enquanto o mesmo galopa. Não fosse o vento em seu rosto e o cenário se movendo de maneira veloz à sua volta você pensaria estar parado. Você não demora muito, embalado na suavidade de sua viagem, para pegar no sono, enquanto Trote Suave o leva rumo [[ao seu destino|Retorno a Thalandril]]]](set: $semserviço to true)O dono da estalagem volta a se levantar, com o barril em mãos, olha em seus olhos com uma expressão de pesar e diz “Sinto muito, meu caro, todos os cavalos pertencem aos nossos clientes e estamos completamente lotados. Eu lhe permitiria dormir próximo aos cavalos mas creio que isso fosse incomodar os animais, que precisam estar bem descansados pela manhã…”. Ele enche uma caneca de cerveja, “O máximo que posso fazer por você é lhe dar alguma cerveja, por conta da casa, antes de você seguir o seu caminho”, ele completa, lhe entregando a caneca com um sorriso e voltando para a mesa do soldoriano.
Subitamente você se sente amplamente deslocado nesse ambiente, você não encontrará ajuda aqui e o tempo urge...
(link: "Tomar a cerveja")[Você toma a cerveja, ela pode ser seu último conforto até alcançar Thalandril]
[[Seguir viagem]]
[[Roubar um cavalo]][[Planar 2]][[Guardas da torre]]“O que querem?”, você fala, em um volume pouco inferior a um grito, tomando cuidado para não demonstrar a gravidade de seus ferimentos.
“Nós só queremos conversar…”, diz um deles, aparentemente se aproximando de sua localização, provavelmente um lanceiro.
|negociar1>[\
(link:"Correr para uma árvore mais distante")[\
(replace: ?negociar1)[\
Você ergue seu escudo e corre para outra árvore, sentindo quatro impactos em rápida sucessão. Um dos lanceiros da uma risada, conforme você se abriga na próxima árvore. “Garoto esperto… Demônios… Fique calmo, garoto esperto, nós ficaremos parados se você ficar”, diz o lanceiro de forma bastante audível. Ele tem uma voz de comando, também foi o único que falou algo até agora, deve ser o líder deles.
“Você pegou algo lá em cima. Entregue para nós, o que quer que seja, abra mão dos direitos dele, você sabe, leis do Reino, nós seguimos o nosso caminho e você segue o seu. Eu já faço isso há algum tempo, vou saber se você estiver tentando me enganar…”, ele conclui, aguardando a sua resposta.
|negociar2>[\
(link:"Jogar o diamante na direção deles e abrir mão da guarda dele")[\
(replace: ?negociar2)[\
(set: $nogem to true)\
Você coloca a mão no bolso, pega o diamante e arremessa-o em direção ao lanceiro, o outro braço segurando firmemente o escudo. Apesar de sua cautela os virotes não vem. “Eu abro mão da guarda deste diamante, encontrado na torre”, você diz.
“Bom garoto… Bom garoto… Eu gosto de fazer as coisas dentro da lei, sabe? Fico muito contente quando um garoto esperto como você não morre uma morte imbecil… Bom, filho, tome cuidado, tá cheio de ladrão por aí…”, ele conclui, você pode ouví-los se afastando em seguida.
Após algum tempo, para garantir que eles realmente se foram, você trata seus ferimentos, come algo e começa a [[retornar para Thalandril|Estalagem no caminho]]]]
(if: $nomoney is false)[\
(link:"Oferecer suas economias no lugar")[\
(replace: ?negociar2)[\
(set: $nomoney to true)\
“Eu tenho aqui alguns meses de trabalho, em ouro. É dinheiro fácil, rápido e limpo. Sem templários, sem forcas, sem desmembramentos e sem decapitação. Até onde todos precisam saber é um dinheiro pra rescindir o contrato prévio de vocês…”, você diz, esperançoso.
“Hahahahaha! Demônios! O garoto tem uma língua de bardo! Está bem, pequeno bardo, jogue a sua algibeira para cá, nós seguimos o nosso caminho e você o seu”, diz o lanceiro. Você solta sua algibeira e joga-a em direção ao lanceiro, o outro braço segurando firmemente o escudo. Apesar de sua cautela os virotes não vem.
“Bom garoto… Bom garoto… Eu gosto de fazer as coisas dentro da lei, sabe? Fico muito contente quando um garoto esperto como você não morre uma morte imbecil… Bom, filho, tome cuidado, tá cheio de ladrão por aí…”, ele conclui, você pode ouví-los se afastando em seguida.
Após algum tempo, para garantir que eles realmente se foram, você trata seus ferimentos, come algo e começa a [[retornar para Thalandril|Estalagem no caminho]]]]
][[Fugir, usando as árvores como cobertura|Fugir abrigo]]]]]
(link:"Ficar onde está")[\
(replace: ?negociar1)[\
“Você pegou algo lá em cima. Entregue para nós, o que quer que seja, abra mão dos direitos dele, você sabe, leis do Reino, nós seguimos o nosso caminho e você segue o seu. Eu já faço isso há algum tempo, vou saber se você estiver tentando me enganar…”, ele conclui, aguardando a sua resposta.
|negociar3>[\
(link:"Jo…")[\
(replace: ?negociar3)[\
Enquanto você ainda está pensando em um plano o lanceiro aparece à sua frente. Você tenta golpeá-lo mas sua postura defensiva é excepcional, como se ele não pretende-se nada além de se defender… “Óh não…“, você pensa, momentos antes de uma lança perfurar as suas costas e sair pelo seu peito. Você morre antes de cair no chão…
GAME OVER]]
(if: $nomoney is false)[\
(link:"Ofe...")[\
(replace: ?negociar3)[\
Enquanto você ainda está pensando em um plano o lanceiro aparece à sua frente. Você tenta golpeá-lo mas sua postura defensiva é excepcional, como se ele não pretende-se nada além de se defender… “Óh não…“, você pensa, momentos antes de uma lança perfurar as suas costas e sair pelo seu peito. Você morre antes de cair no chão…
GAME OVER]]]
(link:"Fu…")[\
(replace: ?negociar3)[\
Enquanto você ainda está pensando em um plano o lanceiro aparece à sua frente. Você tenta golpeá-lo mas sua postura defensiva é excepcional, como se ele não pretende-se nada além de se defender… “Óh não…“, você pensa, momentos antes de uma lança perfurar as suas costas e sair pelo seu peito. Você morre antes de cair no chão…
GAME OVER]]]]]
[[Fugir, usando as árvores como cobertura|Fugir abrigo]]](set: $dano to it+1)Seu caminho está bloqueado por um lado, mas você ainda pode se emaranhar na floresta e acessar a estrada para Thalandril mais adiante. São quatro besteiros, eles são o maior problema nessa situação, pelo seu primeiro contato você percebeu ser mais rápido que os lanceiros, tomando algum cuidado com possíveis lanças arremessadas eles não devem ser um problema.
Você muda seu escudo para a mão direita, pois os besteiros estarão à direita de seu caminho, toma fôlego e corre como se o chão estivesse para implodir. Um, dois, três, quatro virotes atingem o seu escudo. “Perfeito”, você pensa, isso lhe dá tempo para baixar o seu escudo e se distanciar mais um pouco enquanto eles recarregam.
Os lanceiros não ficam parados, eles partem ao seu encontro, com relativamente pouco cuidado com a linha de tiro. Você sabe que se parar, por qualquer motivo, os lanceiros o alcançam dentro de segundos. Pior, sua velocidade não é tão superior quanto pensou a princípio… A segunda saraivada de virotes vem, você aproveita uma árvore próxima e para por menos de um segundo. Tempo o suficiente para ver três virotes voando à sua frente.
O quarto besteiro ainda não atirou, não importa, você não pode esperar os lanceiros te alcançarem. Você levanta o escudo e corre, sendo atingido em sua coxa, “Melhor que arriscar a cabeça”, você pensa enquanto range os dentes de dor. A distância já está muito maior, os besteiros já devem ter menos chance de acertá-lo no próximo disparo. Tendo isso em mente você reflete em se deve aliviar a carga, para obter mais vantagem sobre seus perseguidores, ou manter-se equipado:
|equipamento>[\
(link: "Largar a mochila e o escudo")[\
(replace: ?equipamento)[\
(set: $semcarga to true)\
(set: $semescudo to true)\
(set: $semmochila to true)\
Você larga sua mochila e escudo, praticamente eliminando a sua carga. Você agora consegue correr mais rápido e por mais tempo, tornando a jornada de volta muito mais rápida que a de seus perseguidores. Com o (if: $espelhoquebrado2 is true)[diamante](else:)[artefato] em seu bolso, alguma comida de emergência em outro e o cantil em sua cintura não devem haver problemas. Entretanto um dos lanceiros aproveita essa situação e arremessa a lança em direção às suas costas.
Não há tempo de desviar, o arremesso é certeiro, no momento em que você passa entre duas árvores, deixando pouco ou nenhum espaço para afastar o corpo da trajetória. (if: $koboldhelp is true)[Pouco antes do impacto, porém, a lança para em um obstáculo inesperado. Aparentemente o velho kobold da torre conseguiu escapar, você deve ter deixado uma boa impressão, pois ele acaba de se sacrificar para salvar sua vida. Aproveitando o valente sacrifício, enquanto os lanceiros tentam entender o que aconteceu, [[você se afasta ainda mais|Correr Thalandril]]](else:)[A lança perfura suas costas, na altura de seu coração. Você cai para frente, morto e empalado, fugindo pela sua vida.
GAME OVER]
\]]
[[Bater em retirada com seu equipamento|Correr Thalandril]]]Analisando suas opções você faz um inventário das possibilidades. Você tem sua espada (if: $poisonedblade is true)[envenenada ]e escudo, (if: $weakspot2 is true)[conhece o ponto fraco de seus oponentes, ](if: $millusion1 is true)[sabe criar sons, ](if: $mpain1 is true)[sabe causar dor, ](if: $millusion2 is true)[consegue criar ilusões, ](if: $mfire3 is true)[consegue conjurar o poder destrutivo do fogo, ](if: $mnecro1 is true)[consegue erguer os mortos, ]sabe a localização exata de todos eles e (if: $espelhoquebrado2 is false)[possui um artefato de imensa energia(if: $arcanepower is 0)[, mas infelizmente não sabe nenhuma magia.](else:)[.]](else:)[possui um diamante com poderes desconhecidos.]
Você traça as opções em sua cabeça, a situação é extremamente desfavorável, seis contra um, o tempo também urge. Após alguns momentos de tensão e certo desespero você se decide:
[[Utilizar apenas suas habilidades de combate|Luta abrigo]]
(if: $espelhoquebrado2 is false)[\
(if: $mfire3 is true)[\
[[Queimar a todos com bolas de fogo, usando o poder do artefato|Fogo infinito]]
](if: $millusion2 is true)[\
[[Fazer dezenas de ilusões, com o poder do artefato, e fugir|Fuga ilusoria]]
](if: $millusion2 is true)[\
[[Fazer dezenas de ilusões, com o poder do artefato, e matar os oponentes|Morte ilusoria]]
](if: $mpain1 is true)[\
[[Torturar seus oponentes com a magia dor, usando o artefato|Tortura]]
](if: $mnecro1 is true)[\
[[Matar oponentes e erguer seus cadáveres para matar o resto|Mortos amigos]]
](if: $millusion1 is true)[\
[[Simular os sons da aproximação de um exército e fugir|Fuga sonora]]
]](else:)[\
(if: $mfire3 is true and $MP is >=4)[\
[[Matar dois deles com uma bola de fogo e os outros em combate|Fogo inicial]]
](else-if: $mfire3 is true and $MP is 0)[\
Infelizmente, você não possui mais energia para uma bola de fogo
](if: $millusion2 is true)[\
[[Fazer duas ilusões para distrair os oponentes e fugir|Derrota ilusoria]]
](if: $millusion2 is true)[\
[[Fazer duas ilusões para distrair os oponentes e lutar|Luta ilusoria]]
](if: $mnecro1 is true)[\
[[Matar um oponente rapidamente e levantar seu cadáver para ajudá-lo|Morto amigo]]]]O caminho de volta tem um gosto agridoce. Você tem a sua vida, o que é mais que muitos poderiam dizer na mesma situação(if: $nomoney is true)[, mas perdeu todas as suas economias](else-if: $nogem is true)[, mas perdeu o que veio buscar](else:)[.]. Apenas alguém sabia de sua jornada e você tem esperança de conseguir respostas em seu retorno.
Sua mão vai instintivamente para a corrente de prata que usa ao redor do pescoço. Você puxa-a e empalma o anel de madeira, utilizado como pingente, supostamente dado pela sua mãe. Ele não havia estado à mostra, poucos Irmãos do Aço sequer sabem de sua existência. A memória não parecia falsa, o sentimento certamente era real. Por que mandar um grupo para lhe matar após apontar o caminho?
Perto da hora do almoço, no dia seguinte, você passa em frente a uma estalagem. Se soubesse da existência dela antes poderia ter esticado ou acelerado a marcha, dormindo a manhã em uma cama confortável e comendo algo quente. (if: $nomoney is true and $moedakobold is true)[A moeda do kobold garantiria isso… ](else-if: $nomoney is true)[Se você ainda tivesse algum dinheiro, é claro… ]Agora a estalagem parece apenas um detalhe sem importância, você continua seu [[caminho para Thalandril.|Retorno a Thalandril]]Contrariando tudo o que te ensinaram ao longo dos anos como Irmão do Aço, você corre em direção ao lanceiro mais próximo com a intenção de abatê-lo o mais rápido possível. Um, dois, três, quatro virotes o atingem em rápida sucessão. Dois deles bloqueados por seu escudo, dois deles em seus pés. Você cai em agonia, observando quase que indefeso a aproximação dos lanceiros. Eles flanqueiam o seu corpo e o estocam até a vida deixá-lo.
GAME OVER(set: $wildfire to true)Você retira o artefato do bolso, segura-o firmemente na mão esquerda e se concentra, sentindo o poder invadir o seu corpo. Existe muito mais energia arcana armazenada nesse diamante do que o seu espírito poderia absorver em meses!
Você concentra as energias arcanas com certa voracidade, ansioso por ver algo queimar, algo deixar de existir. As suas mãos começam a ficar incandescentes, a esfera se forma no plano imaterial, exigindo sair, exigindo ser trazida para o nosso mundo… Você obedece prontamente. As chamas se materializam, se dividem em vários aglomerados e como inimigas mortais começam a tentar consumir umas às outras. Nesse balé de dominância uma esfera quase perfeita é formada.
Ao sair de seu abrigo, seus oponentes tentam buscar refúgio. Tolos… Com um sorriso involuntário, você arremessa essa magnífica bola de fogo em direção a dois de seus oponentes. O fogo engolfa ambos, que estavam próximos entre si, seu instinto inicial é observar enquanto eles queimam, mas uma sensação muito particular o dissuade.
Fluindo pelo seu corpo, da mão esquerda para a mão direita, passando pelo seu coração, a mana se canaliza novamente, sem muito esforço, para formar outra bola de fogo. Você sente a fúria dela querendo se libertar sobre seus oponentes, dominá-los, você obedece. Mais um deles cai ao chão pegando fogo, o desespero toma conta dos demais, você não se importa.
Magia após magia, você libera sua fúria, seu ódio e suas frustrações sobre seus oponentes, quando eles não conseguem mais se mover você prossegue a carbonização de seus corpos. Em algum momento do processo a floresta começa a pegar fogo, você não sabe quando, tão pouco se importa, tudo que importa agora é ser o único de pé, o único…
Seu transe é quebrado, você olha para a outrora frondosa floresta e vê apenas um inferno carmesim. O fogo está totalmente fora de controle, essa floresta terá o mesmo fim que seus oponentes e não há nada que você possa fazer à respeito. Parte de você nem se importa. Antes que o fogo se torne um problema pessoal. você [[segue seu caminho|Estalagem no caminho]]Você retira o artefato do bolso, segura-o firmemente na mão esquerda e se concentra, sentindo o poder invadir o seu corpo. Existe muito mais energia arcana armazenada nesse diamante do que o seu espírito poderia absorver em meses!
Ao realizar os gestos arcanos e proferir as palavras de poder a sua mente perscruta o plano imaterial, moldando formas conforme sua vontade até elas refletirem a sua imagem e semelhança. Quando você está satisfeito o elo é quebrado, não mais de um segundo se passou no mundo material, que recebe seu clone ilusório.
Após ele outro e outro e outro e outro… A energia flui do seu braço esquerdo para o direito, passando pelo seu coração. Antes que você possa notar a floresta tem cerca de vinte cópias suas, você dá um sorriso de canto de boca, as ilusões também. Elas correm em direção aos seu inimigos, escudos erguidos, espadas preparadas.
Ao espiar, de seu abrigo, você vê o caos! Lanceiros e besteiros correndo em desespero, tentando evitar os ataques dos múltiplos oponentes, quatro para cada um dos que está no chão. A cada alguns poucos segundos as ilusões gritam, com a voz do lanceiro que estava falando com você a pouco, confundindo e apavorando ainda mais seus agressores.
Aproveitando a janela de tempo, entre o início do caos e a percepção de que nenhuma das ilusões são uma ameaça real, você se emaranha na floresta de forma furtiva, deixando-os para trás, [[seguindo seu caminho para Thalandril|Estalagem no caminho]]Você retira o artefato do bolso, segura-o firmemente na mão esquerda e se concentra, sentindo o poder invadir o seu corpo. Existe muito mais energia arcana armazenada nesse diamante do que o seu espírito poderia absorver em meses!
Ao realizar os gestos arcanos e proferir as palavras de poder a sua mente perscruta o plano imaterial, moldando formas conforme sua vontade até elas refletirem a sua imagem e semelhança. Quando você está satisfeito o elo é quebrado, não mais de um segundo se passou no mundo material, que recebe seu clone ilusório.
Após ele outro e outro e outro e outro… A energia flui do seu braço esquerdo para o direito, passando pelo seu coração. Antes que você possa notar a floresta tem cerca de vinte cópias suas, você dá um sorriso de canto de boca, as ilusões também. Elas correm em direção aos seu inimigos, escudos erguidos, espadas preparadas.
Ao espiar, de seu abrigo, você vê o caos! Lanceiros e besteiros correndo em desespero, tentando evitar os ataques dos múltiplos oponentes, quatro para cada um dos que está no chão. A cada alguns poucos segundos as ilusões gritam, com a voz do lanceiro que estava falando com você a pouco, confundindo e apavorando ainda mais seus agressores.
Aproveitando a janela de tempo, entre o início do caos e a percepção de que nenhuma das ilusões são uma ameaça real, você se aproxima furtivamente do primeiro lanceiro. (if: $weakspot2 is true)[Você crava sua espada na falha da armadura de seu adversário, utilizando a outra mão para tapar a boca dele. Certificando-se que ele morreu, pega sua lança e arremessa-a em direção do besteiro escondido entre as árvores, atingindo seu rosto e derrubando-o.
Os outros quatro são alvos fáceis agora que o observador externo foi eliminado. Um a um você os mata, repetindo o mesmo processo do primeiro lanceiro. A cada morto mais as ilusões se concentram nos remanescentes. Os últimos dois já estavam em desespero, antes de sua chegada, isso não os salvou.
Após a batalha você confere seus corpos. Eles são mercenários foras da lei, a justiça se encarregará de apreender ser pertences, o importante agora é [[voltar a Thalandril.|Estalagem no caminho]]]\
(else-if: $poisonedblade is true)[Você faz um corte relativamente superficial no pescoço de seu adversário. Enquanto vira para encará-lo seu corpo paralisa, de forma repentina, Algum sangue sai pela ferida, mas o mais impressionante é ver sua veia jugular adquirindo a mesma tonalidade do veneno, enquanto a luz de seus olhos se apaga. Rapidamente, você pega a lança de seu oponente caído e arremessa-a em direção do besteiro escondido entre as árvores, atingindo seu rosto e derrubando-o.
Os outros quatro são alvos fáceis agora que o observador externo foi eliminado. Um a um você os mata, repetindo o mesmo processo do primeiro lanceiro. A cada morto mais as ilusões se concentram nos remanescentes. Os últimos dois já estavam em desespero, antes de sua chegada, isso não os salvou.
Após a batalha você confere seus corpos. Eles são mercenários foras da lei, a justiça se encarregará de apreender ser pertences, o importante agora é [[voltar a Thalandril.|Estalagem no caminho]]]\
(else:)[(set: $dano to it+1)Você balança sua espada, na esperança de cortar o pescoço de seu oponente. Em meio ao caos você erra o alvo estreito, acertando a parte debaixo de seu capacete, o que gera um som bastante alto e característico. Seu oponente gira para encará-lo, atordoado, lhe dando tempo o suficiente para para trespassar seu olho esquerdo e cérebro, matando-o instantaneamente.
Infelizmente isso chama a atenção do besteiro escondido entre as árvores. Seguindo seu plano, sem notar as ações do oponente, você pega a lança de seu oponente caído e arremessa-a em direção do besteiro, ele atira ao mesmo tempo. O besteiro é atingido no rosto e cai da árvore. Você é atingido no braço direito e cerra os dentes por conta da dor.
Os outros quatro são alvos fáceis agora que o observador externo foi eliminado. Um a um você os mata, repetindo o mesmo processo do primeiro lanceiro, porém acertando o primeiro golpe. A cada morto mais as ilusões se concentram nos remanescentes. Os últimos dois já estavam em desespero, antes de sua chegada, isso não os salvou.
Após a batalha você confere seus corpos. Eles são mercenários foras da lei, a justiça se encarregará de apreender ser pertences, o importante agora é [[voltar a Thalandril.|Estalagem no caminho]]](set: $evil to it +3)Você retira o artefato do bolso, segura-o firmemente na mão esquerda e se concentra, sentindo o poder invadir o seu corpo. Existe muito mais energia arcana armazenada nesse diamante do que o seu espírito poderia absorver em meses!
Ao se concentrar, à procura de todo e qualquer sentimento nocivo que habita o seu ser, você sente o gosto de bile em sua boca. A sensação de desconforto e ódio fundidos irrompe em palavras arcanas funestas, criando pequenas agulhas etéreas, dezenas, centenas, milhares… Ao pensar em seus alvos as agulhas são disparadas de forma veloz e teleguiada.
Os sons da natureza são substituídos por gritos de agonia, música para seus ouvidos, no momento. Seus oponentes se contorcem em ângulos improváveis, continuamente, como se fizessem parte de um balé macabro. Você os observa com satisfação enquanto o diamante brilha, negro como um onix, em sua mão esquerda.
A tarde dá lugar à noite, o balé dá lugar à quietude e seu transe psicótico dá lugar à sua consciência. Parte de você gostou do que transcorreu durante as últimas horas, mas você decide não pensar muito nisso. Após a dança você confere seus cadáveres contorcidos. Eles são mercenários foras da lei, a justiça se encarregará de apreender ser pertences, o importante agora é [[voltar a Thalandril.|Estalagem no caminho]]Você retira o artefato do bolso, segura-o firmemente na mão esquerda e se concentra, sentindo o poder invadir o seu corpo. Existe muito mais energia arcana armazenada nesse diamante do que o seu espírito poderia absorver em meses!
Ao concentrar a energia e recitar as palavras o portal para o mundo espiritual é aberto. Você puxa cinco almas obediente de lá, mantendo-as em estado inerte através de enormes gastos de energia arcana, elas precisam de um corpo, rápido. Você corre em direção ao primeiro lanceiro, escudo erguido. Um, dois, três, quatro impactos em rápida sucessão, “Perfeito”, você pensa, ao pular em direção ao lanceiro que ainda não proferiu uma palavra.
As almas… Elas estão em comum acordo, ele deve ser o primeiro a morrer, elas suspiram o nome dele, mas sua mente não consegue retê-lo, em breve ele estará morto e esquecido… Você golpeia por cima, ele bloqueia seu golpe, na sequência seus olhos ficam vidrados por um momento, tempo o suficiente para você trespassar o olho dele com sua espada. O corpo não cai ao chão, em vez disso dá um suspiro curto e diz “Minha alma é sua, mestre…”
Juntos você avançam contra um besteiro próximo, para matá-lo antes que tenha tempo de recarregar. Você ataca novamente por cima, sendo aparado pelo cabo da besta, seu servo, entretanto, trespassa o pescoço dele com a lança. O besteiro morto-vivo acaba de recarregar sua besta bem a tempo do lanceiro adversário percorrer o caminho que os separava.
O lanceiro morto-vivo se interpõe no caminho do golpe, que bate debilmente no peitoral da armadura pesada. Você ataca por cima, sendo bloqueado, uma nova saraivada de virotes voa na direção de você, um passando de raspão em seu braço direito, rasgando sua armadura, outros dois acertando seus servos, sem maiores problemas. Você consegue ver o medo nos olhos da companhia…
O besteiro morto-vivo acerta a testa de um de seus antigos aliados portadores de bestas, a alma já estava preparada para assumir o corpo. Enquanto você e seu servo lanceiro ocupam o líder os dois besteiros do seu lado acabam com suas contrapartes vivas. Mesmo em desvantagem, de seis contra um, o líder da companhia luta bravamente, até ser cravejado de virotes e seu corpo cair sem vida.
O selo que mantinha as almas nesse mundo é quebrado, os corpos caindo ao chão simultaneamente, você se aproxima e confere-os. Eles são mercenários foras da lei, a justiça se encarregará de apreender ser pertences, o importante agora é [[voltar a Thalandril.|Estalagem no caminho]]]Você retira o artefato do bolso, segura-o firmemente na mão esquerda e se concentra, sentindo o poder invadir o seu corpo. Existe muito mais energia arcana armazenada nesse diamante do que o seu espírito poderia absorver em meses!
Ao se concentrar e executar os selos arcanos necessários, você consegue alinhar os ângulos da mana, fazendo-a ressoar a seu bel prazer. A escala do feito é imensa, você resgata uma lembrança de infância, o distinto som de um grupo de templários durante uma parada comemorativa. O som é amplificado e projetado à distância, dando a impressão que o grupo vinha pela estrada para Thalandril.
O grupo que estava em seu percalço foge, com certo desespero, em especial o que estava no alto, entre as árvores, que provavelmente torceu o tornozelo na pressa de descer. Quando seus possíveis algozes somem de vista você rapidamente segue seu caminho pela estrada, [[em direção a Thalandril|Estalagem no caminho]]Você concentra as energias arcanas com certa voracidade, ansioso por ver algo queimar, algo deixar de existir. As suas mãos começam a ficar incandescentes, a esfera se forma no plano imaterial, exigindo sair, exigindo ser trazida para o nosso mundo… Você obedece prontamente. As chamas se materializam, se dividem em vários aglomerados e como inimigas mortais começam a tentar consumir umas às outras. Nesse balé de dominância uma esfera quase perfeita é formada.
Ao sair de seu abrigo, seus oponentes tentam buscar refúgio. Tolos… Com um sorriso involuntário, você arremessa essa magnífica bola de fogo em direção a dois de seus oponentes. O fogo engolfa ambos, que estavam próximos entre si, você não tem outra opção além de olhar fascinado, por um breve momento, enquanto as chamas engolfam os seus oponentes. “Queimem!”, você murmura involuntariamente.
Seu fascínio é quebrado repentinamente por um virote, vindo de cima. A dor é alucinante, você acredita que ele tenha perfurado o seu pulmão. Com dificuldades para respirar, se mover e pensar você chega a dar alguns passos, tentando se afastar do perigo, mas é inútil. Outros dois virotes vem, em rápida sucessão, colocando um fim precoce ao seu momento heróico.
GAME OVERAo realizar os gestos arcanos e proferir as palavras de poder a sua mente perscruta o plano imaterial, moldando formas conforme sua vontade até elas refletirem a sua imagem e semelhança. Quando você está satisfeito o elo é quebrado, não mais de um segundo se passou no mundo material, que recebe seu clone ilusório. Na sequência vem outro, acabando de drenar suas energias místicas.
Os três você dão um sorriso de canto de boca. Eles correm em direção aos seu inimigos, escudos erguidos, espadas preparadas. Os oponentes olham atônitos por um momento, tentando entender como você se multiplicou ou se os clones são reais. Você sabe que eles não ficarão distraídos por muito tempo, então respira fundo e começa a correr.
Entretanto, não mais de vinte metros são percorridos antes de um virote trespassar o seu joelho por trás. A sua perna falha e você rola para frente no chão, rangendo os dentes com a dor intensa. A dor não dura muito, em poucos momentos outros virotes vêm e acabam com sua agonia.
GAME OVERAo realizar os gestos arcanos e proferir as palavras de poder a sua mente perscruta o plano imaterial, moldando formas conforme sua vontade até elas refletirem a sua imagem e semelhança. Quando você está satisfeito o elo é quebrado, não mais de um segundo se passou no mundo material, que recebe seu clone ilusório. Na sequência vem outro, acabando de drenar suas energias místicas.
Os três você dão um sorriso de canto de boca. Eles correm em direção aos seu inimigos, escudos erguidos, espadas preparadas. Os oponentes olham atônitos por um momento, tentando entender como você se multiplicou ou se os clones são reais. Você sabe que eles não ficarão distraídos por muito tempo, então respira fundo e começa a correr.
Você vê que os besteiros foram cautelosos, cada um só havia disparado uma vez em cada ilusão, vendo seus virotes atravessarem seus alvos. Quando você se aproxima o suficiente vê ambas as ilusões atravessadas por lanças, todos os seus futuros algozes olhando maliciosamente em sua direção. “Merda, as ilusões não foram o suficiente”, você pensa, momentos antes de ser dominado e morto por seus perseguidores.
GAME OVERAo concentrar a energia e recitar as palavras o portal para o mundo espiritual é aberto. Você puxa uma alma obediente de lá, mantendo-a em estado inerte através de um enorme gasto de energia arcana, ela precisa de um corpo, rápido.
Contrariando tudo o que te ensinaram ao longo dos anos como Irmão do Aço, você corre em direção ao lanceiro mais próximo com a intenção de abatê-lo o mais rápido possível. Um, dois, três, quatro virotes o atingem em rápida sucessão. Dois deles bloqueados por seu escudo, dois deles em seus pés. Você cai em agonia, observando quase que indefeso a aproximação dos lanceiros, enquanto o espírito ao seu lado permanece impassivo. Ao menos você terá companhia no trajeto para o outro mundo...
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[[Retorno a taverna]]Etéreo e invisível, você observa enquanto as hordas bárbaras dominam o fragilizado exército de Enótita, em campo aberto. Uma miríade de outras batalhas passa diante de seus olhos, enquanto os bárbaros dominam povo a povo, parte de seu coração cada vez mais exultante, parte cada vez mais horrorizado.
Milhões de vermes… Filhos… Se matando, manipulados por você. NÃO! Uma dor lancinante em seu peito faz seu corpo curvar-se e seus joelhos cederem. Os arredores param de exibir diversas imagens e você se encontra sozinho, ajoelhado em um rochedo, em meio às terras bárbaras. Ao seu redor milhares de cadáveres, a sua frente si mesmo.
Seu clone… Não… Sua outra metade, não aparecia há séculos. “Olá, Gaia…”, você se ouve dizer. Sua metade olha em seus olhos, lágrimas escorrem copiosamente em ambas as faces. “Eu não farei mais parte disso! Deve haver outra forma!”, ela diz, com a voz chorosa. Seu primeiro instinto é falar algo esperto e espinhoso, mas você nota que existe uma resolução diferente no olhar de sua metade. Você nota que [[ela tem um plano.|Memoria 11]]“Eles não sabem o que estão fazendo! Nós podemos ensiná-los! Guardá-los! Garantir que eles não destruam o que juramos proteger! Existe outra maneira! O seu não é o único caminho!”, diz sua metade, fazendo-o ranger os dentes.
“Eles nunca vão aprender! Estão imersos demais na própria ganância! Na própria maldade! Eles não ferem por necessidade e sim por maldade, por falta de vontade em evoluir! Há quantos milênios é assim? Você realmente é tão estúpido a ponto de achar que algo vai mudar?!?”, você retruca.
“Não… Você está errado, Gaia. Eu vou embora.”, diz sua metade.
“Tolo! Você sabe o que acontecerá se nos separarmos… Todos os rituais serão quebrados! Nossos artefatos espalhados, além do nosso alcance! Juntos somos mais fortes, isso é suicidio!”, você responde, o desespero tomando conta de sua mente.
“Não, Gaia, apenas será suicídio se você quiser continuar a maltratar as outras raças… O seu suicídio, não o meu. Meu objetivo será outro, mostrar que você está errado, para isso não preciso de grandes poderes. Considere isso a sua prisão…”, conclui a metade.
A dor se intensifica. Do peito à cabeça e depois da cabeça à virilha. Como se você estivesse sendo cortado ao meio… E está! Você cai ao chão, chorando pelo vazio deixado em seu interior, chorando de ódio. Até isso aqueles vermes tiraram de você… Eles devem ser exterminados!
Você olha em volta, sua metade se foi, seus artefatos se foram, a maior parte de seus poderes se foram… “Por que ele fica com a maior parte do poder?”, você pensa, enfurecido. Você se levanta, fisicamente inteiro, e começa a andar em direção ao sul, [[tramando seu plano…|Memoria 12]]No momento seguinte você aprecia o calor das chamas. O sol está alto, as nuvens espaçadas e brancas. Não deve haver chuva nos próximos dias… Os usuários de magia, dessa patética vila, já foram neutralizados, seus corpos arderão dentro de suas casas quando o fogo se espalhar. Com a corda do poço cortada e os barris furados apenas basta esperar o “herói”…
Você ainda não entende como o plano de Gaia pode envolver esse verme em específico. Ele não é particularmente forte, ou inteligente. Por Crôfus, ele fede a mediocridade… De qualquer forma, já é hora de acabar com essa brincadeira de mal gosto e trazer Gaia de volta…
E lá vem ele, certo como o tempo, para ajudar os seus comparsas a combater as chamas… Patéticos… Você molda o fogo para envolvê-los. Tão fácil… Como algo tão frágil pode ser tão problemático? Os gritos deles são música para seus ouvidos. Pura catarse, após mais de uma década vagando e planejando…
Gaia, contudo, demora mais do que você imaginava. “Ela sabe que eu a encontrei, ela não irá fugir”, você pensa, tentando garantir para si mesmo que o plano continua válido. Repetindo a mesma frase, como um mantra, você aguarda a chegada da sua metade. Quando ela chega à vila, vestindo roupas de camponesa, [[você sabe que venceu!|Memoria 13]]Quando seus pensamentos retornam para a taverna, você olha em direção à figura. Dentro do capuz, onde antes haviam feições indistintas e labaredas, agora há o rosto de sua mãe, inalterado pelo tempo. Sua expressão, contudo, não é calorosa e reconfortante como outrora, existe uma frieza assassina em seus olhos.
“Agora você conhece toda a estória, filho de Gaia. Sua mãe acredita que você não é um mal para esse mundo, eu acredito no oposto. Inclusive, eu acredito que o mundo estaria bem melhor sem você… Portanto, cumpra sua parte do acordo e me entregue o artefato…”, diz a sua mãe, mão direita estendida em sua direção, adagas de gelo no olhar.
|entrega>[\
(link:"Entregar o artefato")[\
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Você coloca o artefato na mão direita de sua mãe. Ela sorri, feliz por reunir-se a um de seus focos de poder. Rapidamente, o sorriso se transforma em uma expressão assassina. Algo a incomoda, você só não sabe dizer o que. O ar parece ficar mais denso, enquanto [[vocês se encaram.|Impasse]]
\]]
(link:"Recusar")[\
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“Você é um mentiroso, filho de Gaia.”, diz a figura, levantando a mão direita. “Em nome de Salomão, o deus da justiça, eu, Gaia, anulo o ritual de proteção!”. Ela fecha os olhos e a luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa.
Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito. Pouco antes de seu momento final você ouve sua mãe dizer. “Os meio-elfos também falharam no teste, suas ações acabaram de condenar mais uma espécie, mortal...”
FINAL 1 de 8 - Dívida
\]]
(link:"Colocar o anel de madeira, jurando defender a natureza")[\
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Você empalma seu anel de madeira e coloca-o no dedo indicador esquerdo, o dedo que representa Enafél, deus dos animais e da natureza. Sua mãe arregala os olhos, sua expressão um misto, entre orgulho e rancor. Sem perder um momento você recita:
“Em nome de Enafél, juro proteger proteger a água, o ar, as plantas e o solo! Em seu nome, não permitirei que nenhum animal seja ferido ou morto por nenhum propósito externo ao ciclo da vida! Conviverei com meus irmãos animais, aprenderei sua sabedoria e dedicarei a minha vida pelo seu bem estar! Assim como os elfos, buscarei um equilíbrio ativo entre todos os seres! A partir de agora, enquanto eu habitar esse mundo! Assim foi proferido e assim será!”
Esse juramento era parte do conto de Farlix, o gnomo druida. Ele lhe foi contado à exaustão por Gabriel, um mercador muito simpático, durante a sua infância. Agora, somando as peças do quebra-cabeças, você sabe de onde veio seu icônico pingente de prata. Essa era apenas uma das possibilidades que sua mãe deve ter visto naquele dia, mas ela tinha confiança que você tomaria esse caminho…
Você volta a olhar para a sua mãe e estende sua mão direita. “Para fazer isso da maneira correta, vou precisar de uma professora com experiência”, você diz com um sorriso. A expressão dela volta a ser a mesma de quando ela o ensinava a cozinhar, ou contava uma estória antes de dormir. Você se lembra agora, de tantas e tantas coisas. Existe tanto para ser dito… Mas agora vocês possuem [[o tempo que quiserem|Final sinergia]]
\]]]Você acena. Enquanto a figura executa diversos gestos arcanos complexos, parte sua se delicia com a expectativa do futuro massacre. Não é apenas poder, existe algo mais profundo. Você não deve nada aos habitantes do Reino, o que eles fizeram por você? Tudo de bom na sua vida partiu de seu próprio esforço ou de seu potencial. Esses inúteis não salvaram sua mãe nem seu pai e, certamente, não ligam para o planeta…
Sim, você trará dor, morte e destruição. Você fará que todos eles sintam a dor que você sentiu por todo esse tempo, depois eles deixarão de existir. Nesse meio tempo você descobrirá as fraquezas da figura… Seu nome, a extensão de seus conhecimentos, suas fraquezas… Aprenderá como superá-la! Sim…
Nos anos subsequentes seu plano se solidifica, pouco a pouco. Você aprende o modo de agir da figura, a extensão de seus poderes e a sua capacidade de pensar a longo prazo, contabilizando todas as peças do tabuleiro antes de fazer cada ação, gerando um efeito em cascata demoníaco e magnífico! Seu nome ou origem, contudo, o evadem. “Não importa”, você pensa por diversas vezes, “Tempo é o que não falta…”
O ritual de ontem transcorreu como vocês imaginavam. Hoje, munido das energias arcanas e dos espíritos das profundezas do reino de Crôfus, destinada aos condenados que não possuem grandes possibilidades de redenção, você marcha em direção à Vila do Tigre, capital de Niroc, onde será o arauto da dor e morte que estão por vir.
Mas essa… É outra jornada...
FINAL 4 de 8 - Arauto(if: $evil >= 3)[\
“Eu e sua mãe decidimos que existe algo definitivamente errado com o seu compasso moral”, diz a figura, envolta em uma quantidade cada vez maior de trevas. “Seu desempenho foi insatisfatório para ambas, o que me traz certo contentamento. Esse tipo de impasse me favorece…”
A figura, fecha os olhos. A luminosidade do local reduz abruptamente, para um nível pouco superior à escuridão completa. Paralisado, você observa enquanto cipós feitos de trevas dilaceram seu corpo e seu espírito. A figura não aparenta nenhum prazer, como se a sua morte fosse apenas um dever e ela estivesse cumprindo-o diligentemente.
FINAL 5 de 8 - Egoísmo
\](else:)[\
“Nós chegamos a um impasse, filho de Gaia. Você não é suficientemente perverso para sua mãe deixar de protegê-lo e também não demonstrou a sabedoria que ela acreditava que tivesse… Viva sua vida inconsequente, enquanto eu trago o que esse mundo merece”, diz a figura, sua voz cheia de repulsa.
A figura desaparece após a ultima fala, como se houvesse teleportado. Você tenta se levantar da cadeira, mas não consegue. Estranhando a paralisia você abre a boca para chamar ajuda, mas não consegue emitir nenhum som. Seus olhos estão fixos à frente, seu olfato inexiste. Você não sente mais dor ou estímulo. Pouco a pouco suas memórias vão se esvaindo, inconsequentes, passageiras…
Após alguns minutos a ajudante nota a sua presença. Ao notar a sua falta de reação ela chama as autoridade e você é encaminhado para um asilo, onde passa o restante de sua longa vida olhando apenas para frente, sem sentir, sem se mover, sem ação, sem consequência…
FINAL 6 de 8 - Inconsequente
\]“Gaia”, diz sua metade, com os olhos marejados, “Já chega! Esses homens eram inocentes! Eles nunca maltrataram a natureza! Você está fora de controle!”
“Se eu estou fora de controle, É PORQUE ELES ME DEIXARAM ASSIM!!!”, você grita apontando para os cadáveres carbonizados, ventilando séculos de indignação. “Eu fiz uma promessa! Você também fez! E mesmo assim você dorme com o INIMIGO!!!”
“Eles não são inimigos, Gaia! Eu os amo! Eu acredito no potencial deles! Você os chama de inimigos, eu os chamo de filhos…”, diz a metade. “Eu vou mostrar que você está errado, ele está fora de seu alcance, protegido por um ritual ancestral… Essa criança fará a diferença, Gaia, ele só precisa de tempo”
“Tempo? Você realmente acredita que eu vou deixá-lo ir?”, você diz, com um sorriso de deboche nos lábios.
“Não. Por isso eu o impedirei até ele estar pronto. Nós avaliaremos o seu progresso, juntos.”, diz a sua metade, correndo e mergulhando em sua direção, fundindo-os em uma [[esfera de luz.|Conclusão]]Os anos passam depressa. Seu aprendizado tem sido árduo, mas sua convicção o impede de desistir, você sabe o que está em jogo. Entre períodos de isolamento, socialização e aventuras de menor escala, você tem aprendido o que é necessário para que as raças não élficas respeitem e preservem a natureza.
Se há algo que sua mãe lhe ensinou, mais por ações que por palavras, é que um pulso muito firme ou muito suave são igualmente danosos. Os seres devem entender por si o seu papel nesse mundo, você apenas aponta uma direção geral ou repreende-os na medida das infrações. Não mais e não menos.
Equilíbrio, esse é a palavra que você aprendeu de verdade, não como as outras que simplesmente dizemos no dia-a-dia ou esprememos erroneamente em uma frase para expressar uma ideia. Aprender, de verdade, é viver de acordo com o conceito por trás dela, absorvê-la de corpo e alma, com foco e determinação.
À partir desse equilíbrio interno você consegue mudar o mundo. Não na velocidade que quer, mas certamente na velocidade que pode. Ao tomar para si uma luta que é de todos você está fazendo a sua parte, por um mundo melhor.
FINAL 3 de 8 - Sinergia